Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
25 de Fevereiro de 2010

Joana Rios vai apresentar o seu mais recente álbum, «3 Desejos», esta quinta-feira no Teatro Municipal de Bragança, encerrando uma digressão que arrancou em Setembro.

A jovem artista vai interpretar temas como «Suave», «Simples e Perfeito Aviso» ou «Pra dizer adeus», segundo o divulgado em comunicado.

Sucedendo a «Universos Paralelos» (2007), o disco, cantado em português e castelhano, recebeu o selo de apoio da Rádio TSF. 

 

Fonte: Diário Digital

publicado por Lacra às 16:00
26 de Novembro de 2009

 Cada habitante de Bragança vai ao teatro, pelo menos, uma vez por ano, de acordo com dados da bilheteira do Teatro Municipal da cidade que contabiliza uma média anual de cerca de 21 mil espectadores.

A sala de espectáculos transmontanas tem das mais elevadas taxas de ocupação nacionais, garantiu hoje a directora Helena Genésio que não entende "a imagem exterior de insucesso, de que ali não se passa nada" que persiste na cidade.

Para a directora "é um pouco a opinião das pessoas que cá não vêm, um pouco aquela história que santos da casa não fazem milagres", bem ao contrário do que acontece com o orgulho dos vizinhos de Vila Real com o seu Teatro Municipal.

"Os brigantinos são muito assim: desfazemos muito das nossas coisas, criticamos muito as nossas coisas, os outros é que são bons, aquilo que os outros têm é que é bom, isto talvez justifique um pouco a imagem exterior do teatro", considerou.

Desde a data de abertura até final de 2008, o público já assistiu a 500 espectáculos, o dobro de sessões, de todas as artes de palco, teatro, música de todos os tipos, orquestras e coros, dança clássica e contemporânea.

A taxa de ocupação média anula ronda os 70 por cento, considerada "excelente" para a directora, referindo que é uma taxa "superior a qualquer teatro do país".

Números, segundo diz, só superados pelo Teatro Municipal de Vila Real, que tem outras condições, nomeadamente bares, café concertos e espectáculos ao ar livre, impossíveis em Bragança pelas condições físicas do edifício.

Apesar das resistências, Helena Genésio acredita estar a conseguir o objectivo traçado na data de abertura, em Janeiro de 2004: "o Teatro Municipal foi a grande revolução cultural de Bragança".

As pessoas já não precisam de ir ao Porto ou a Lisboa ver espectáculos e a Terceira Idade é o principal público do Teatro de Bragança.

Ás críticas iniciais de "elitismo" na programação, Helena Genésio respondeu que "foi criado um elitismo para todos" e prova disso é o facto de a "Idade Maior" ser o seu grande público.

"Mas se elitista é sinónimo de qualidade eu continuo a afirmar que nós temos uma programação de elitista e um dos meus primeiros objectivos foi ter criado um elitismo para todos", afirmou.

Para mudar mentalidades, a directora aposta nas gerações mais novas, a começar pelos pequeninos com concertos para idades desde bebe à infância e juventude.

Os estudantes do Instituto Politécnico de Bragança são também um público presente em determinados momentos como os festivais de Jazz e de Teatro.

 

Fonte: DN

publicado por Lacra às 16:50
20 de Novembro de 2009

King’s Cross fica no centro de Londres e é uma das zonas mais movimentadas daquela cidade. Ali viveu, durante quatro anos, Pedro Pires, coreógrafo e bailarino, natural de Macedo de Cavaleiros. Desses anos ficaram as imagens e emoções, transportadas para o palco através da dança, num espectáculo chamado “King’s Cross” que regressa aos palcos transmontanos já neste Sábado.

Depois de ter estreado em Macedo de Cavaleiros, no início deste ano, “King’s Cross” vai ser exibido neste Sábado, 21 de Novembro, no Teatro Municipal de Bragança.

Para além da representação física do espaço há narração de relações imaginárias entre personalidades totalmente dissociadas. São seis bailarinos que representam os “executivos que entram e saem, operários responsáveis pela reconstrução, fãs de futebol que gritam, prostitutas que enchem as ruas de sedução, mendigos refugiados no caos, turistas que sempre estão onde os outros estão”.

Os sons “caóticos” produzidos na rua londrina serão reproduzidos em palco num trabalho de composição musical a cargo da companhia artística Cre-Art Project.

Já a dimensão física do espaço será representada através de uma escultura de Hannah Terry que se inspirou no ferro usado na reconstrução da King’s Cross para criar toda uma estrutura de apoio à coreografia.

Pedro Pires nasceu em Macedo de Cavaleiros e antes de se iniciar na dança passou pelo curso de Física da Universidade do Porto. No entanto, Pedro Pires concluiu que “esta humanidade tem ciência suficiente mas nunca terá arte que chegue” e, assim, anos mais tarde, decidiu dedicar-se à Dança tendo feito formação na London Contemporany Dance School.

Em 2006 criou a companhia Código Dance Project e, no ano passado, recebeu o Prémio de Honra do “12 Internacionales Solo Tanz Theater Festival”, em Estugarda, tendo ainda sido nomeado para o Talento Português 2008 nas Artes de Palco e Cinema.

Colaborou como coreógrafo em vários projectos, destacando-se os executados com o colectivo artístico Cre-Art, a Holland Park Opera em colaboração com a London City Orchestra, e com o Gate Theatre, em Londres.

06 de Novembro de 2009

O Teatro Municipal de Bragança recebe, este Sábado, a Companhia de Dança Olga Roriz com o espectáculo “Nortadas”. Olga Roriz inspirou-se nas memórias de uma terra onde nunca viveu (Viana do Castelo), mas de onde guarda “fortes momentos de infância e de adolescência”.

As bolas de Berlim de uma típica pastelaria da terra, frequentada pelo escritor Jorge Amado, ou o vento (nortada) que se faz sentir pelas altas terras minhotas, são “sensações” e “recordações” colocadas na coreografia.

O cenário reporta a dois espaços distintos: um exterior e outro interior que está, ao longo de toda a peça, concentrado numa sala de jantar onde invariavelmente a família se junta.

“Tudo nasce e se desenvolve a partir de uma refeição para no fim voltar a ela como um círculo sem fuga e aparentemente perfeito”, diz a coreógrafa.

Olga Roriz reconhece ainda que o espectáculo não teria sido possível “sem o dedicado trabalho de observação e capacidade de análise dos bailarinos”.

A selecção musical passa pelo fado de Amália Rodrigues, mas também por Bau, Croke, Charles Trénet, Pink Martini, Klezmer Music, os contemporâneos Dead Combo, bem como o tradicional Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo.

A peça estreou em Junho deste ano em Viana do Castelo e, desde então, tem estado em digressão pelo país.

“Nortada” é uma co-produção da Companhia Olga Roriz e da Câmara Municipal de Viana do Castelo integrada no ciclo de encerramento das comemorações dos 750 anos de Foral.

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