Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
04 de Setembro de 2009

 

Numa altura em que cresce a preocupação com a higiene devido à gripe A, o Centro Hospitalar do Nordeste (CHNE) aposta na lavagem das mãos, com a implementação da terceira fase da campanha de higienização das mãos entre médicos e pessoal auxiliar.

Um processo que já começou há mais de um ano e vai ter um total de cinco fases.

O objectivo é reduzir em cerca de cinco por cento o risco de infecções hospitalares entre os doentes.

O director clínico do CHNE sublinha que esta é uma preocupação antiga. “Nós já tínhamos começado com esta campanha muito antes deste programa que agora está a ser implementado, pois já havia cartazes distribuídos nos sanitários” refere Sampaio da Veiga, salientando que “não podemos parar e por isso o trabalho junto dos profissionais tem de continuar”.

 

higienizacaodasmaos.jpgNo CHNE, a incidência das infecções hospitalares ronda os 14 por cento, um ponto abaixo da média nacional.

O objectivo desta campanha é reduzir essa taxa para um valor abaixo dos dez por cento.

De acordo com Telmo Afonso, o enfermeiro coordenador do projecto, isso permitiria até poupar algum dinheiro dos contribuintes, apesar de obrigar os médicos a perder um pouco mais de tempo. “Isto implica perder mais tempo pois uma lavagem de mãos com sabonete demora um minuto meio, por isso adquiriram-se as soluções alcoólicas que demora 20 segundos”.

Este programa prevê cinco momentos para a lavagem das mãos mas os primeiros estudos já permitiram verificar algumas falhas. “Há serviços em que a percentagem de adesão é um terço de outros serviços” refere, adiantando que “na urgência ou no internamento é onde os profissionais mais falham” sendo que a maior adesão se regista “quando há contacto com fluidos orgânicos do doente”.

Mas o responsável por este projecto de higienização das mãos apela ainda à população para ter cuidados acrescidos com a lavagem das mãos quando se dirigir ao hospital.

“As visitas têm contacto com os doentes e se vêm do exterior podem trazer micro-organismos por isso devem higienizar as mãos pois as soluções alcoólicas estão disponíveis nos corredores” aconselha Telmo Afonso.

Outro apelo deixado pelos responsáveis do CHNE prende-se com as crianças, que muitas vezes escapam à vigilância dos adultos e acabam por estar expostas a maiores riscos. 

 

Fonte: Brigantia

publicado por Lacra às 07:00
últ. comentários
obrigado Cris:)
Bem vinda :))
Helder Fráguas sofreu a perda da sua companheira, ...
Para mim e para muita gente a volta às adegas para...
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