Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
03 de Março de 2010

Sugestão gastronómica: Cabrito Recheado

Ingredientes

3,50 kg de cabrito

2 colheres de azeite

12 dentes de alho

4 cebolas

1 colher de sobremesa de colorau

250 gr de banha

q.b sal, malagueta vermelha, cominhos e miudezas de cabrito

2 copos de vinho branco

  1. Comece por fazer o recheio do cabrito: leve ao lume um recipiente com duas colheres de azeite, uma cebola e dois dentes de alho picado. Deixe estufar e introduza os miúdos do cabrito cortados as bocadinhos. Deixe refogar, tempere com sal, malagueta e cominhos, salpique com vinho branco e deixe cozinhar.
  2. Pise 10 dentes de alho com sal de cozinha e colorau. Adicione a banha do poço e com esta papa unte o cabrito por dentro e por fora.
  3. Recheie o cabrito com o estufado de miúdos.
  4. Coloque o cabrito numa assadeira de barro, à volta colocam-se cebolas cortadas aos quartos, rega-se com vinho branco e com a restante banha.
  5. Leve a assar ao forno a 220ºc e sirva com arroz.

Receita retirada da Agenda Cultural de Vimioso

Fotos com Direitos Reservados

01 de Março de 2010

 O Rebordelo comprometeu de forma decisiva a sua condição de candidato à vitória na AF Bragança depois de, neste domingo, ter empatado a um golo com o modesto Milhão, resultado que deixa a equipa de Jorginho cada vez mais longe dos líderes argozelenses, que não jogaram devido ao mau tempo.

 

O Vinhais, que venceu em Mogadouro, por 2-1, é agora uma séria ameaça ao segundo lugar, dos vizinhos de Rebordelo, uma vez que a diferença entre as duas equipas é de apenas três pontos.

 

Em alta está também o Mirandês, que venceu em Carção, por 2-1, e já é quarto da tabela, estando a seis pontos do segundo posto e a três apenas do terceiro… Tudo é possível ainda para a equipa do Douro.

 

Em Vimioso, o Águias voltou a desiludir, perdendo com o Alfandeguense por 3-4, num jogo cheio de golos e de chuva. Igual façanha à dos de Alfândega da Fé conseguiu o Lamas, que jogou no terreno do Poiares e conseguiu um triunfo claro, por 3-1, que deixa o Lamas mais longe dos dois últimos.

 

O jogo entre o Talhas e o Vila Flor, à semelhança do que aconteceu no Sendim-Argozelo, foi adiado devido ao mau estado do terreno, pelo mau tempo que se fez sentir em todo o Nordeste. O Campeonato volta dentro de uma semana, uma vez que, este domingo, há Taça. 

 

Fonte: Mensageiro Notícias


 Os agricultores de Vimioso dormem à porta da zona agrária para conseguirem vez, mas sem sucesso por falta de capacidade de resposta dos serviços que o Ministério da Agricultura prometeu hoje reforçar ainda durante o mês de março.

Os serviços descentralizados do Ministério da Agriculturaneste concelho do Distrito de Bragança têm atendimento ao público assegurado por dois funcionários apenas duas vezes por semana, à segunda e quarta feiras.

Nesses dias dezenas de agricultores acorrem à Zona Agrária, como constatou hoje a Lusa, com cerca de quatro dezenas já concentrados à porta antes das nove da manhã, a hora de abertura.

"Faz hoje oito dias" que Clemência Vaqueiro chegou às três da manhã e não conseguiu resolver tudo.

"Quando cheguei aqui já havia quatro pessoas à minha frente. Nesse dia só despacharam três pessoas da parte da manhã, duas à tarde e eu fiquei a meio. Às cinco fechou e tive de ir embora", contou à Lusa.

Clemência regressou hoje perguntando em jeito de lamento como "é possível no século XXI vir aqui dormir".

"O Ministro da Agricultura devia pensar nos transmontanos e não só nos de Lisboa e alentejanos, nós também somos gente", disse.

Manuel Bartolomeu já ali vai pela terceira vez para tratar do parcelário, sem o qual os agricultores não podem candidatar-se a subsídios.

Félix Antão está indignado porque já é também a terceira vez que se desloca de Vilar Seco à vila para resolver "os erros dos serviços".

"O ano passado estava bem, este ano enviaram-me uma carta a dizer que estava mal e que tinha de corrigir. Porque é que este ano está mal, se ninguém mexeu na terra ", questiona.

O que é certo é que o erro obriga a que ele e o vizinho tenham de se deslocar aos serviços para provar que as terras nem confinam quanto mais estarem "no meio uma da outra".

"Sem virmos os dois não resolvemos nada", lamenta Félix, dizendo que o que mais tem ouvido é "venha outro dia".

Assim fez hoje Isabel Vicente que de manhã apanhou boleia com um vizinho, mas se à tarde não tiver a mesma sorte tem de pagar um táxi para regressar a Caçarelhos.

Para agravar a situação, "as máquinas (computadores) não ajudam. "Elas falham e não se faz o serviço", diz Maria Veigas.

"O que precisamos é de dois ou três funcionários diários", reclama Amadeu Miguel, recordando que antigamente já tiveram de ir a Bragança e Mogadouro e quando o serviço abriu em Vimioso pensavam que era para melhorar, mas "piorou".

"Sem resolver isto não posso fazer o subsídio e se não fizer o subsídio sou penalizado, como é que uma pessoa se vai a desenrascar disto?" pergunta.

Contactado pela Lusa, o gabinete de imprensa do Ministério da Agricultura justificou a situação com "o pico" de procura dos serviços por decorrer até ao final de março o prazo de candidatura às medidas agro-ambientais.

O Ministério garante que a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte está a negociar com a Câmara de Vimioso a abertura de mais um sala de parcelário, o que deverá acontecer ainda durante o mês de março.

Adiantou ainda que "a partir de maio vão existir mais seis salas na região Norte, duas das quais em Trás-os-Montes para que a situação não se repita".

 

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico***

 

Fonte: Lusa


Até dia 4 de Abril decorre mais uma semana gastronómica do cabrito, no concelho de Vimioso. Uma iniciativa que já é tradicional, nesta altura da Páscoa, e que atrai centenas de aficionados da boa cozinha, sobretudo do lado espanhol.

Hoje e amanhã está patente, também em Vimioso, na Casa da Cultura, a IX Mostra do Folar e Doçaria da Páscoa.

 

24 de Fevereiro de 2010

O Argozelo é cada vez mais líder do Campeonato AF Bragança, depois de, no passado domingo, ter vencido o Talhas, por 4-2, no Campo da Cova, e aproveitar da melhor maneira a distracção do seu principal adversário, no confronto com o Mogadourense.

Os líderes não deram quaisquer possibilidades ao Talhas, que vive uma fase de bons resultados, depois de um início de campeonato algo agitado, conseguindo o triunfo número 14, em 16 jogos disputados: um campeonato perfeito.

 

Rebordelo não pode voltar a falhar

Quem não esteve muito bem foi o Rebordelo, que não foi capaz de ultrapassar um pouco atrevido (este ano) Mogadourense, que colecciona desilusão sobre desilusão, mas soube complicar as contas aos vinhaenses, até agora únicos e sérios adversários dos argozelenses, na luta pelo topo da tabela.

Nesta altura, há ainda 10 jogos por disputar, pelo que muita coisa ainda pode acontecer, mas o Rebordelo sabe que não poderá voltar a falhar, porque o líder tem mostrado uma consistência acima do expectável.

 

Vinhais em alta

Em alta parece estar o Vinhais, que já é terceiro classificado da tabela, deixando para trás os seus companheiros de posição, depois da goleada, por 7-1, ao Poiares, naquele que foi o resultado mais desnivelado da jornada.

Vila Flor vence o Carção e prepara terreno contra o Talhas

O Vila Flor conseguiu um triunfo tangencial em casa, frente ao Carção, por 1-0, numa partida que se esperava mais desequilibrada. Este fim-de-semana os de Gilberto Gomes visitam o terreno do Talhas, num duelo que pode dar mudança de posição na tabela.

 

Mirandês prepara-se contra o Carção

Em recuperação está, também, o Mirandês, que venceu o Milhão por 3-1, em casa, e aligeirou os danos que a derrota em Rebordelo, uma semana antes, havia produzido. Este domingo, os de Miranda têm mais um jogo para vencer, na deslocação a Carção (embora os actuais décimos da tabela tenham dado boas indicações em Vila Flor).

Alfândega prepara jogo com Vimioso

Em Alfândega da Fé, o Alfandeguense local venceu o Sendim, por 2-1, e viaja, este domingo, até Vimioso, para defrontar uma das maiores desilusões desta temporada: o Águias, que este fim-de-semana empatou, a dois, no terreno do Lamas, penúltimo da tabela classificativa.

 

 Fonte: Mensageiro Noticias

31 de Janeiro de 2010

 

O coordenador do projeto, António Amorim, do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), disse à agência Lusa que a equipa de investigadores não aceita nem a decisão da FCT nem os argumentos do júri.

António Amorim realçou que este 'chumbo' pode pôr em causa a continuação de um estudo inovador sobre comunidades judaicas de Bragança, cujos resultados preliminares foram publicados recentemente no American Journal of Physical Anthropology (Revista Norte-americana de Antropologia Física).

Nesse estudo, a equipa de cinco investigadores portugueses detetou linhagens típicas do Próximo Oriente dez vezes mais frequentes do que no resto do país em comunidades do distrito de Bragança que se identificam como sendo de origem judaica.

No projeto submetido à FCT, intitulado Traçando a história dos Judeus Sefarditas pela genética: criptojudeus e a segunda diáspora, os avaliadores consideraram que a apresentação deste tipo de projetos «cria sérios problemas a todos os níveis - filosófico, ético, político, religioso e histórico».

«Um estudo genético deste tipo abre a porta a toda a espécie de manipulação ideológica», referem os avaliadores, que dizem temer também «danos morais e intelectuais» de «extensão considerável» em comunidades «rurais e frágeis».

O projeto envolveria 16 investigadores, 10 dos quais doutorados, e cinco unidades de investigação: IPATIMUP, Centro de Estudos Africanos da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Centro de Estudos Sefarditas 'Alberto Benveniste', Centro de Investigação em Antropologia da Universidade de Coimbra e Society of Crypto-Judaic Studies.

 

Lusa / SOL

19 de Janeiro de 2010

Os utilizadores da Internet em aldeias do mundo rural, nos concelhos de Miranda do Douro e Vimioso, queixam-se da fraca qualidade do serviço. Há quem tenha contratado, com as operadoras, uma velocidade de quatro mega e não consiga ir além do 70 Kbytes.

Atenor, Uva, Mora, Vale de Algoso ou Vilar Seco e Palaçoulo são algumas das localidades onde o serviço ADSL não tem a velocidade desejada e até a net móvel tem fraco sinal. Profissionais de várias áreas que ali se fixaram, e a população em geral, ponderam fazer um abaixo-assinado para enviar a vários organismos públicos regionais, no sentido de os informar daquela situação, solicitando, ainda, a sua resolução, já que a consideram "vergonhosa", "pré-histórica" além de acarretar prejuízos.

De salientar o facto de naquelas aldeias estarem em funcionamento várias associações de desenvolvimento rural, empresas ligadas à promoção dos valores naturais, casas de turismo rural, diversas indústrias, além de serviços. Aquelas localidades, dado o seu valor ambiental e etnográfico, são igualmente escolhidas por estudantes, nacionais e estrangeiros, para desenvolvimento de teses de mestrado e doutoramento.

Miguel Nóvoa, secretário técnico da Associação para Estudo e Protecção do Gado Asinino, em Atenor, defende que o desenvolvimento rural também depende do bom funcionamento das novas tecnologias. "Não temos a possibilidade de abrir uma página. A gestão e consulta das bases de dados e do correio electrónico, por vezes, é difícil ou mesmo impossível de se efectuar", afiançou.

Há quem se desloque diariamente às sedes de concelho para fazer o seu trabalho ou consultar a caixa de correio electrónico. Há industriais que se queixam de ter, inicialmente, contratado com as operadoras uma velocidade de oito mega mas que, devido à deficiência do serviço, baixaram para quatro, pelos quais pagam menos. "Mesmo assim, há zonas onde não vai além dos 70 k bytes".

João Marnoto, fotógrafo e documentalista, vive em Vilar Seco e garante que tem de programar o seu dia-a-dia de forma a coincidir com uma viagem a Miranda do Douro ou Sendim, para descarregar o trabalho na rede ou fazer consultas.

Sinal muito fraco

"O sinal da net é muito fraco. Como trabalho com imagens, tenho dificuldades em desempenhar a minha profissão. O sinal da net móvel também é mau e falha constantemente", garantiu.

Já Joana Braga, engenheira do ambiente, assegura que às vezes o trabalho que desenvolve na região sofre atrasos significativos devido à falha de velocidade da net.

Na maioria das opiniões, a net é uma ferramenta "indispensável", e as deficiências na sua utilização, por vezes, afastam o investimento e as pessoas daquelas localidades do interior.

Dada a morfologia do planalto mirandês, as comunicações móveis, por vezes, também não dão resposta às necessidades, havendo zonas onde o sinal é fraco ou nulo, prevalecendo as operadoras móveis espanholas.

Essas situações criam contratempos, em caso de emergência, já que as equipas de socorro, ou até mesmo alguém que queira alertar para uma ocorrência, tem dificuldades devido à inoperância dos serviços. O JN tentou, sem sucesso, ouvir a versão das diversas operadoras, mas nenhuma respondeu.

 

Fonte: JN

29 de Dezembro de 2009

Um desabamento de pedras na EN218 interrompeu a circulação automóvel entre Carção e Vimioso.

A intensa chuva dos últimos dias estará na origem desta queda de pedras para a estrada.

Aconteceu durante a noite, mas não há danos materiais a registar.

Parte da estrada esteve interdita ao trânsito porque a pedra que caiu é de grandes dimensões e está a ocupar metade da via.

A circulação automóvel fez-se de forma alternada.

“Aquela estrada entre Carção e Vimioso está muito sujeita a estas situações porque há muita rocha e com a chuva que tem caído, um pedregulho muito grande desabou para a estrada” contou o presidente da câmara de Vimioso, acrescentando que “logo que tivemos conhecimento, fez-se a sinalização do local, bombeiros e GNR tomaram conta do ocorrência e neste momento estamos a tentar resolver a situação o mais rápido possível em conjunto com a Estradas de Portugal”.

José Rodrigues adianta que no local estiveram máquinas para tentar remover o pedregulho. “Mandámos para lá as nossas máquinas e vamos ver se com elas conseguimos resolver a situação” referiu. “Trata-se de um pedregulho de grandes dimensões e não sei se as nossas máquinas conseguirão, ou não, retirá-lo, senão teremos de pensar noutra forma para colocar aquela zona transitável” salientou.

Fonte: Brigantia

publicado por Lacra às 16:06
10 de Dezembro de 2009

Comunidades judaicas da região de Bragança apresentam uma elevada diversidade genética, apesar das vicissitudes da sua história, segundo um estudo inovador publicado numa revista norte-americana de antropologia física.

A conclusão constituiu uma surpresa para a equipa de investigadores, coordenada por António Amorim, do Instituto de Patologia e Imunologia da Universidade do Porto (IPATIMUP), tendo em conta o esperado isolamento das referidas comunidades, que viveram longos períodos de clandestinidade.

As perseguições da Inquisição e, mais recentemente, o ambiente anti-semita vigente até ao final da Segunda Guerra Mundial fariam supor que essas comunidades mostrassem na actualidade uma diversidade genética muito baixa, resultante do seu pequeno efectivo e de uma reduzida interacção com a população circundante.

Este estudo, o primeiro realizado em Portugal nessas comunidades com base no cromossoma Y, ou seja, de linhagens exclusivamente masculinas, incidiu em 57 indivíduos de origem judaica reconhecida tanto por si próprios como pela comunidade, e residentes em Carção, Vilarinho dos Galegos, Argozelo e nas cidades de Bragança e Mogadouro.

"Para nossa surpresa, a diversidade genética dessa amostra revelou-se mesmo superior à da população portuguesa em geral", disse António Amorim à agência Lusa.

Além disso, acrescentou, "os tipos de linhagens que mostraram corresponde a uma relativa baixa frequência daquela que é típica da Ibéria e à abundância de linhagens típicas de populações do Próximo Oriente, nomeadamente de populações judaicas".

Assim, "enquanto na população portuguesa em geral há 60 por cento de indivíduos pertencentes ao mesmo grupo de linhagens a que chamamos ibéricas, ou pelo menos típicas da Europa ocidental, no caso destas comunidades judaicas não chega a 30 por cento" assinalou.

Por outro lado, prosseguiu, "as linhagens referidas como típicas do Próximo Oriente, vestigiais na população portuguesa em geral, são dez vezes mais frequentes nestas comunidades".

Segundo as conclusões do trabalho, publicado no American Journal of Physical Anthropology, "as comunidades estudadas conseguiram manter alguma identidade e não perder diversidade ao longo do tempo", graças a uma estratégia de cruzamentos que não teve efeito estrangulador na diversidade genética existente.

A situação observada contrasta com a registada noutros estudos com a participação deste investigador realizados em Belmonte, onde praticamente só subsiste uma única linhagem feminina, o que significa que houve muita endogamia e consequente redução da diversidade original.

Nesta investigação participaram também Leonor Gusmão (IPATIMUP), Verónica Gomes (IPATIMUP e Universidade de Santiago de Compostela) e Inês Nogueiro e Licínio Manco, do Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra.

Especialista em genética populacional, António Amorim coordena na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto um mestrado em genética forense e participa em programas doutorais de biologia, genética e evolução.

 

Fonte: I Online

publicado por Lacra às 12:01
18 de Novembro de 2009

A iniciativa não é inédita mas é pioneira no distrito de Bragança. A empresa Tomelo, em Vimioso, decidiu aproveitar o leite de burra e alguns óleos extraídos de plantas silvestres para produzir sabonetes, tal como já é feito em França.

 

Para já os sabonetes ainda não estão no mercado mas já foi produzido um primeiro lote experimental. A empresa apresentou também o projecto ao programa Provere “InovRural” que aprovou já uma destilaria de óleos essenciais de plantas silvestres, cuja unidade será instalada na zona industrial de Vimioso.

 

A Tomelo já produziu 180 sabonetes de amostra para enviar para a Alemanha e obter uma possível reacção pois o objectivo é conseguir colocar o produto a nível internacional.

 

Fonte: JN e Jornal Nordeste

publicado por Lacra às 10:55
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obrigado Cris:)
Bem vinda :))
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