Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
22 de Novembro de 2009

 Os resíduos provenientes da subconcessão do Douro Interior vão ser utilizados para compostagens e para biomassa.

A Resíduos do Nordeste, entidade responsável pela gestão de resíduos urbanos no distrito de Bragança e no concelho de Vila Nova de Foz Côa aliou-se, em forma de parceria, à empresa Mota-Engil, uma das empresas responsáveis pela construção da subconcessão do Douro Interior, para promover o conceito de “prevenção de resíduos”. Pretende-se assim diminuir o estigma subjacente à actividade da construção como causadora de impactos negativos e geradora de resíduos, bem como sensibilizar para a diminuição da produção de resíduos e para o seu aproveitamento através da compostagem.

Nos dois estaleiro das obras, onde se incluem a cantina e os dormitórios, (estes com uma ocupação média de 250 pessoas em cada estaleiro), vai ser implementada a compostagem sob o lema “A nossa casa – o nosso estaleiro”.

Os compostores vão ser entregues aos trabalhadores na próxima terça-feira, dia 24 de Novembro, na localidade de Trindade, Vila Flor.

Esta iniciativa ocorre numa altura em que se celebra a Semana Europeia da Prevenção dos Resíduos e pretende alertar a comunidade em geral, e as empresas em particular, para a necessidade de agir na prevenção da produção de resíduos. 

12 de Outubro de 2009

PS
57%
2.926 votos
Mandatos
4
PPD/PSD
28,15%
1.445 votos
Mandatos
1
PCP-PEV
6,16%
316 votos
CDS-PP
4,01%
206 votos
 
EM BRANCO
2.77%
142 votos
NULOS
1.91%
98

publicado por Lacra às 01:13

 

O PS ganha seis câmaras, mantém as actuais quatro que já tinha (Vila Flor, Vinhais, Torre de Moncorvo e Freixo de Espada à Cinta) e ganha Alfândega da Fé e Miranda do Douro.

O PSD ganha em Carrazeda de Ansiães, Bragança, Vimioso, Mogadouro, Macedo de Cavaleiros e Mirandela.

 

Resultados Bragança (provisórios):

 

PSD elege três vereadores, o PS dois e o Movimento Independente "Sempre Presente" um vereador. 

PPD/PSD
48,03%
10.144 votos
Mandatos
3
PS
27,49%
5.805 votos
Mandatos
1
XIII
16,29%
3.441 votos
Mandatos
1
CDS-PP
2,39%
504 votos
 
PCP-PEV
1,64%
346 votos
 
B.E.
1,27%
268 votos
 
 
EM BRANCO
1.49%
315 votos
NULOS

1.4%
295 votos

 

O candidato à câmara pelo PS, Jorge Gomes, já assumiu o encerrar de um ciclo e afirmou que não vai ocupar o lugar na vereação. Apesar da derrota, Jorge Gomes chamou à atenção para a perda de votos do PSD que teve, recordando que era intuito do reeleito presidente ganhar com 65 por cento da votação e viu perder um vereador.

Já o cabeça de lista do Movimento Independente, Humberto Rocha, não quis assumir desde já a eleição para vereador dado que os resultados ainda não estão confirmados oficialmente. No entanto, Humberto Rocha disse já que, caso os resultados se confirmem, irá assumir o seu lugar na vereação e que está disposto para ser oposição responsável. O candidato do Movimento Independente falou ainda das dificuldades que a sua candidatura teve contra os "dois gigantes instalados" - um no poder e outro suportado pelo PS - e aconselhou ambos a tirarem ilações destes resultados eleitorais.

27 de Setembro de 2009

O PS ganhou as eleições a nível nacional mas no distrito de Bragança foi o PSD que teve a maioria dos votos elegendo dois deputados por este círculo eleitoral: Ferreira Gomes e Adão Silva. O PS elege apenas um deputado, Mota Andrade.

 

 
 
Votantes
53,71%
Votantes: 83.974
Inscritos: 156.333
Resultados de 2005
 
 
Votantes
55,78%
Votantes: 83.227
Inscritos: 149.209
Partido Resultados Mandatos
PS
Partido Socialista
42,07%
35.010 votos
2 mandato(s) para o PS
2
PPD/PSD
Partido Social Democrata
38,99%
32.448 votos
2 mandato(s) para o PPD/PSD
2
CDS-PP
CDS - Partido Popular
9,66%
8.036 votos
B.E.
Bloco de Esquerda
2,43%
2.024 votos
PCP-PEV
CDU - Coligação Democrática Unitária
2,03%
1.692 votos
PND
Nova Democracia
0,74%
616 votos
PCTP/MRPP
Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses
0,55%
459 votos
PH
PH
0,32%
263 votos
PNR
PNR
0,31%
260 votos
 
EM BRANCO
1.46%
1.218 votos
NULOS
1.44%
1.201 votos
 
Partido Resultados Mandatos
PPD/PSD
Partido Social Democrata
40,51%
34.022 votos
2 mandato(s) para o PPD/PSD
2
PS
Partido Socialista
32,98%
27.695 votos
1 mandato(s) para o PS
1
CDS-PP
CDS - Partido Popular
12,66%
10.631 votos
B.E.
Bloco de Esquerda
6,21%
5.211 votos
PCP-PEV
CDU - Coligação Democrática Unitária
2,41%
2.023 votos
PCTP/MRPP
Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses
0,61%
513 votos
MEP
Movimento Esperança Portugal
0,38%
320 votos
PND
Nova Democracia
0,36%
303 votos
MMS
Movimento Mérito e Sociedade
0,23%
195 votos
PPM
Partido Popular Monárquico
0,22%
186 votos
MPT-P.H.
FEH - Frente Ecologia e Humanismo
0,19%
160 votos
P.N.R.
Partido Nacional Renovador
0,16%
131 votos
PPV
Portugal pro Vida
0,12%
104 votos
 
EM BRANCO
1.26%
1.055 votos
NULOS
1.7%
1.425 votos

 

Vinhais, Vila Flor e Alfândega da Fé são os únicos concelhos que ficaram pintados a cor-de-rosa.
Ferreira Gomes e Adão Silva, pelo PSD e Mota Andrade, pelo PS, são os três deputados eleitos no distrito.

Em Vinhais, o PS venceu com 41,81 % dos votos, o PSD conseguiu 32,77%. Em Vila Flor, os socialistas ficaram com 36,56% contra 34,58% do PSD.
No concelho de Bragança, o PSD ganhou com 39,07% dos votos, ficando o PS com 32,96%. De salientar que na freguesia de Izeda, PS e PSD ficaram empatados, ambos com 181 votos.
Em Macedo de Cavaleiros, vence o PSD com 41,11% contra 30,83% do PS.
Em Freixo de Espada à Cinta, o PSD ganhou à tangente, apenas por quatro votos, 40,8% para os socias-democratas, e 40,64% para o PS.
Em Vimioso, o PSD ganhou com 51,33%, o PS obteve 34,54% das votações.
Em Carrazeda de Ansiães, o PSD ganhou com 39,77%, e o PS obteve 32,77%.
Os socialistas ganharam em Alfândega da Fé por nove votos, 41,11% contra 40,89% do PSD.
Em Miranda do Douro, o PSD venceu por oito votos a mais que o PS, 40,12% contra 39,35%.
Em Torre de Moncorvo, os sociais-democratas venceram com 40,3% dos votos, contra 37,18% do PS.
43,01% foi com quanto venceu o PSD em Mogadouro contra os 29,38% dos votos, obtidos pelos socialistas.
PSD arranca vitória esmagadora em Mirandela com 43,72% dos votos contra 23,43% do PS.

 

Fonte: RBA

14 de Agosto de 2009

A Direcção-geral da Saúde colocou Bragança em alerta amarelo devido às elevadas temperaturas que são esperadas para hoje - na ordem dos 35 graus. O elevado calor que se faz sentir por todo o país é ainda responsável pelo alerta amarelo em mais 10 distritos.

O alerta amarelo significa que pode haver efeitos na saúde, pelo que é aconselhável não sair de casa nos períodos de maior calor, (entre as 12h00 e as 16h00), proteger a cabeça e a pele; beber bastantes líquidos (água); não fazer muito esforço físico. 

 

Risco máximo de incêndio

 

Alguns concelhos do distrito de Bragança estão também sob risco máximo de incêndio devido às elevadas temperaturas. O distrito de Bragança, nesta primeira semana de Agosto, houve 27 incêndios dos quais resultou uma área ardida de 94,63 hectares (15,01 de povoamentos e 79,62 de matos). Os fogos de maior dimensão tiveram lugar Miranda do Douro e Duas Igrejas, no mesmo concelho, Alfândega da Fé e Sambade, em Freixiel, concelho de Vila Flor, Morais, em Macedo de Cavaleiros, Vilar de Lomba e Vila Boa de Ousilhão, em Vinhais e Selores, em Carrazeda. Registaram-se ainda fogos de menores dimensões no concelho de Mirandela, Mogadouro e Torre de Moncorvo. Estes dados não incluíam ainda o incêndio de Lousa, que ocorreu dia 12, neste último concelho.

26 de Junho de 2009

Na continuidade do primeiro "round" da sondagem online iniciada em 9 de Junho de 2009, questionamos agora os leitores de Macedo de Cavaleiros, Vimioso, Vinhais e Miranda do Douro.

Ainda há candidatos por definir e muito trabalho a fazer, mas queremos assim conhecer melhor as possíveis tendências de voto no distrito.

 

Para finalizar será publicada depois a mesma sondagem para os concelhos de Vila Flor, Freixo de Espada à Cinta, Mogadouro e Torre de Moncorvo. Cada uma das sondagens estará aberta a votação durante 20 dias. Quando forem obtidos todos os resultados, publicaremos um gráfico com os mesmos.

 

 

09 de Junho de 2009

Numa altura em que todas as sondagens indicavam o PS como partido que saíria vitorioso das eleições europeias, os resultados, depois dos votos nas urnas, deram deram a vitória ao PSD em todo o país e o distrito de Bragança não foi excepção.

A todos os leitores e visitantes deste blog lançamos agora o desafio de votarem nesta "sondagem" online e indicarem, numa primeira fase, quem será o candidato vencedor na corrida às autárquicas para as câmaras de Bragança, Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães e Mirandela.

 

A votação estará disponível ao longo de sete dias. Depois destes concelhos seguir-se-ão Macedo de Cavaleiros, Vinhais, Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo. Por fim, será disponibilizada a sondagem para Miranda do Douro, Vimioso, Vila Flor e Mogadouro.

 

Contamos com a vossa participação!

15 de Maio de 2009

Os agricultores das zonas de montanha vão ser apoiados, até 2015, com uma ajuda anual de 250 euros por hectare, até a um máximo de dez mil euros. A medida foi anunciada pelo ministro da Agricultura, Jaime Silva, à margem da visita à unidade de produção de cogumelos de Benlhevai, em Vila Flor.

Estas ajudas podem vir a beneficiar um universo de mais de 100 mil agricultores e destinam-se também aos agricultores que já recebiam do Regime de Pagamento Único (RPU) mas que, por estarem em zonas de montanha, tinham uma produção mais baixa, recebendo, por isso, menos.

Desta forma, o ministro pretende “chegar aos agricultores com menos produtividade, que estão no interior do país e nas zonas de montanha”.

Jaime Silva referiu ainda que a região Norte representa 20 por cento das candidaturas, sendo ainda a região com mais jovens agricultores a candidatarem-se a medidas de apoio, 54 por cento no total do país.

A medida foi anunciada pelo ministro da Agricultura, Jaime Silva, à margem da assinatura de contratos de investimento com a empresa Sousacamp, sedeada em Benlhevai, Vila Flor.


 

“Sousacamp” apoiada em mais de 27,5 milhões de euros

A presidir à assinatura dos contratos esteve também o primeiro-ministro José Sócrates que quis assim “valorizar o espírito empreendedor de quem não desiste e aceita correr riscos”.

Os dois contratos assinados com a empresa representam mais de 27,5 milhões de euros de investimento e vão permitir a criação de mais de 165 postos de trabalho. A empresa vai assim aumentar de seis para 28 o número de túneis de produção de substrato, suficiente para as unidades de cultivo de cogumelos de Vila Flor, de Vila Real e de Paredes.

Outro contrato assinado vai permitir, na unidade de Paredes, a duplicação da produção de cogumelos para as 3380 toneladas, das quais 11 por cento se destinam a exportação.

Contrariando a crise, a empresa apresentou ainda uma candidatura a fundos comunitários para avançar com um projecto de investigação em parceria com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e prevê ainda avançar com investimentos em Espanha e na Holanda.

No entender do primeiro-ministro, a iniciativa empresarial da Sousacamp é “um exemplo para o país”, sobretudo tendo em conta que “no interior é tudo mais difícil”. Também por isso, José Sócrates considerou ser da “máxima justiça” que se avance com a construção da auto-estrada transmontana, do IC5 e do IP2.

“É o maior investimento público das últimas décadas mas significa que o Governo aposta e confia em Trás-os-Montes e quer dar aos transmontanos melhores condições de vida e melhores condições para as empresas”, apontou.

 

PCP acusa empresa de violar direitos dos trabalhadores

O PCP acusou o primeiro-ministro de visitar uma empresa que “prima por não cumprir os mais elementares direitos laborais”. Em comunicado à imprensa, os comunistas acusam a Sousacamp de pressionar os trabalhadores a trabalhar mais horas do que o previsto e de ter alguns deles a viver em contentores, dentro da própria empresa, em “condições precárias e inaceitáveis”.

Os comunistas acusam ainda a empresa de estar a lançar para a atmosfera, há vários anos, cheiros nauseabundos que podem colocar em risco a saúde pública.

28 de Abril de 2009

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local enviou ao Governo Civil um documento subscrito pelos delegados sindicais das Associações Humanitárias dos Bombeiros Voluntários do distrito de Bragança exigindo que seja apreciada a proposta de regulamento de condições mínimas já apresentado pelo sindicato.

O sindicato quer que aqueles que diariamente desempenham funções de bombeiros, incluindo os trabalhadores que exercem nos Centros de Coordenação Operacional, na Força Especial de Bombeiros e nas Equipas de Intervenção Permanente, vejam reconhecido o seu direito à carreira, respectivos conteúdos funcionais e remunerações.

Uma das principais queixas do sindicato é a “falta de respeito pelos mais elementares direitos dos trabalhadores do Movimento Associativo dos Bombeiros e o generalizado incumprimento da lei vigente”. O sindicato considera que é necessário que se criem mecanismos que garantam horários de trabalho que respeitem a lei e que é necessário que os profissionais do Movimento Associativo dos Bombeiros sejam encarados como cidadãos trabalhadores com direitos.

A nível da formação, o sindicato acusa que continuam a existir muitas lacunas e que é necessário regulamentar a formação de modo a que todos os bombeiros dêem uma resposta eficaz e integrada às situações com que se deparam.

O documento foi entregue a Governo Civil para ser enviado ao Ministério da Administração Interna e surge numa altura em que, conforme afirma o sindicato, “têm crescido as pressões exercidas e até os processos disciplinares sobre os trabalhadores e sobretudo sobre os activistas sindicais”.

Segundo o sindicato, estas pressões são em regra exercidas por Comando e Direcção eleita para Associações.

O documento foi assinado por representantes sindicais das Associações Humanitárias dos Bombeiros Voluntários de Carrazeda de Ansiães, de Freixo de Espada à Cinta, de Macedo de Cavaleiros, de Mirandela, de Mogadouro, de Torre de Dona Chama, de Vimioso, de Vila Flor e de Vinhais.

 

21 de Abril de 2009

O Governo quer continuar a apostar nas unidades de cuidados continuados como forma de dar resposta a uma população cada vez mais envelhecida e com necessidade de cuidados de saúde pós-hospitalares.

No distrito de Bragança já há uma rede com cerca de cem camas, um número ainda insuficiente e que deverá crescer até ao final do ano com a inauguração de mais equipamentos do género no distrito.

Na semana passada, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Francisco Ramos, visitou a unidade de cuidados continuados de Miranda do Douro, de Freixo de Espada à Cinta, Torre de Moncorvo e Vila Flor, localidades onde estes equipamentos já estão em funcionamento. Em Miranda do Douro a unidade abriu em Dezembro do ano passado, com 21 camas e, desde então, tem estado sempre lotada.

No entender do autarca mirandês, Manuel Rodrigo, o equipamento não tem as camas que seriam necessárias para dar resposta às necessidades da população, no entanto, considera que “já é melhor que nada”.

Por seu lado, Francisco Ramos justifica que estas unidades são de dimensão limitada e que o Governo ainda está “longe” de ter “todas as necessidades satisfeitas”.  Ainda assim, a nível da região Norte, em três anos, foram criadas mais de mil camas e atendidas perto de 30 mil pessoas.

As unidades de cuidados continuados visam dar resposta aos doentes que, após internamento hospitalar ainda não estão em condições de ficar sozinhos em casa mas cujo internamento deixa de ser justificável. É um serviço que, no entender do secretário de Estado, “ajuda à mobilidade, autonomia e até independência das pessoas”.

Durante a visita à unidade de Miranda do Douro, o Mensageiro ouviu alguns idosos que testemunharam a importância destes equipamentos na recuperação da mobilidade. Exemplo disso mesmo é o caso de Florentina Gonçalves, com 85 anos, natural de uma aldeia do concelho, Atenor, a utente contou que desde que está nos cuidados continuados a fazer fisioterapia já conseguiu subir e descer novamente as escadas.

“De outra forma estaria sozinha em casa. aqui já me ajudaram e consegui subir e descer as escadas duas vezes”, contou satisfeita.

As unidades de cuidados continuados têm sido resultado de um trabalho conjunto entre o Ministério da Saúde e a Segurança Social, autarquias e Santas Casas da Misericórdia.

A par dos cuidados continuados, o Governo está também a apostar na criação de equipas de apoio domiciliário.

 

Respostas para cidadãos com deficiência ainda são escassas 

 

O distrito de Bragança continua a apresentar carências ao nível da criação de lares para pessoas com deficiência. A constatação foi feita pela directora da Segurança Social, Teresa Barreira, à margem da visita do secretário de Estado a Miranda do Douro.

Segundo a responsável, nesta fase têm-se sido várias as entidades a apresentar candidaturas para a construção de lares de idosos e ampliação/remodelação de outros já existentes. A aprovação irá depender do cumprimento dos critérios, um dos quais diz respeito ao índice de compósito do distrito, ou seja, ao número de lares existentes por cidadãos com mais de 75 anos.

Só no concelho de Miranda do Douro existem, pelo menos, duas candidaturas: uma para a construção de um lar em Malhadas e outra para a ampliação do lar de Picote. Teresa Barreira diz estar “expectante” com o resultado das candidaturas mas avisa que o distrito de Bragança tem um índice de compósito bastante elevado. Ou seja, apesar do distrito ser um dos que apresenta elevados índices de envelhecimento, é também um dos que tem melhor cobertura ao nível de infra-estruturas para idosos.

A grande necessidade é mesmo ao nível dos equipamentos vocacionados para cidadãos com deficiências, área em que poucas instituições têm apostado.

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