Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
04 de Outubro de 2009

 

Jorge Gomes, candidato socialista assumiu-se como a “única verdadeira alternativa” ao actual presidente de câmara e novamente candidato pelo PSD – Jorge Nunes.

“Não me levem a mal as outras candidaturas mas há uma escolha que tem de ser tomada: se querem o Jorge Gomes do PS ou o Jorge Nunes do PSD. Não há outra alternativa, em termos de votos, para poder substituir a gestão autárquica que existe”, considerou o candidato.

As propostas apresentadas ao eleitorado visam, acima de tudo, segundo o candidato, a “humanização da câmara” e o trabalho com os cidadãos.

“Queremos que seja uma câmara activa e participativa em conjunto com os cidadãos e não que as coisas sejam definidas nos gabinetes e em defesa de interesses que não são os dos cidadãos”.

Exemplo disso, apontou, foi o recente anúncio da autarquia para a construção de um Museu da Língua Portuguesa. Jorge Gomes considera que o município tem de discutir os projectos com os cidadãos e definir prioridades.

“Temos aldeias que não têm água, aldeias que não têm saneamento, temos a agricultura a precisar de regadio, temos necessidade de habitação social e damo-nos ao luxo de gastar mais três milhões de euros num museu?”, questionou.

O candidato socialista criticou ainda o conjunto de obras realizadas “à pressa” nos últimos meses pelo actual executivo e levantou dúvidas sobre a legalidade e transparência das mesmas ao nível dos concursos públicos, adjudicações e contratos.

“Com quatro anos de mandato e no espaço de quinze dias abre-se a cidade toda? A que preço e com que intenção?”, ironizou, questionando o “eleitoralismo” da campanha do opositor.

Jorge Gomes quer também ver esclarecidos processos como o Bragaparques ou o Polis e compromete-se a, caso saio vencedor, proceder de imediato a uma auditoria às contas da câmara.

Alvo de críticas foi também a candidatura independente de Humberto Rocha, ex vice presidente de Luís Mina e militante do PS. Jorge Gomes entende que esta é uma candidatura que apenas serve para “dividir e reinar” e questiona de onde vem o financiamento da campanha do independente.

Os socialistas acreditam mesmo que a candidatura de Humberto Rocha servirá apenas para “ajudar” o opositor do PSD e, por isso, apelaram à “não dispersão” dos votos.

A comparação entre o que existe, e que no entender de Jorge Gomes é “uma câmara que continua a trabalhar para a projecção pessoal de um presidente que está mais preocupado com a sua progressão política”, e o que o PS quer fazer, foram as linhas mestras do discurso do comício de encerramento em Bragança.

O candidato ficou pouco agradado com a data que lhe saiu em sorteio, 4 de Outubro, mas surpreso com o apoio de cerca de meio milhar de simpatizantes.

Jorge Gomes considera mesmo que, ao longo do tempo, foi crescendo a receptividade e a força da sua candidatura, sobretudo nos meios rurais, estando, por isso, convicto de uma possível vitória, no dia 11 de Outubro.

 

publicado por Lacra às 21:42
02 de Outubro de 2009

O candidato socialista está apostado em fazer passar a mensagem de que "as pessoas têm de votar com alguma utilidade" numas eleições em que reconhece que poderá haver "dispersão de votos" por estarem na corrida seis candidatos.

"Com todo o respeito que os outros candidatos me merecem, as pessoas têm de ter consciência se querem ou não mudar a gestão autárquica e o que terão de decidir é qual dos Jorges querem".

Jorge Gomes concorre pela segunda vez à Câmara de Bragança, depois de, em 2001, ter perdido para o social democrata Jorge Gomes, actual presidente da Câmara e candidato a um quarto mandato.

Se for eleito, o candidato socialista disse hoje, na apresentação do programa eleitoral, que uma das primeiras medias será suspender a proposta de Plano Director Municipal deste executivo que entende "foi feito à pressão e não foi discutido com a população".

Jorge Gomes critica outras opções do adversário, afirmando que não irá "continuar a investir em obras que enchem o peito do presidente da câmara", em que inclui o recém anunciado Museu da Língua.

"Temos aldeias que não têm água, nem saneamento e damo-nos ao luxo de gastar três milhões de euros em mais um museu", disse.

Na corrida à Câmara de Bragança estão, além de Jorge Gomes do PS e Jorge Nunes do PSD, Guedes de Almeida pelo CDS-PP, José Castro pela CDU, Liliana Fernandes pelo Bloco de Esquerda e o candidato independente Humberto Rocha.

 

Fonte: DN

 

 

 

 

 

 

 

01 de Outubro de 2009

Medidas para fomentar o desenvolvimento rural, fixar jovens no concelho, criar emprego, apoiar os idosos e carenciados, resolver os problemas da falta de água, implementar medidas de apoio ao desenvolvimento local são algumas das principais propostas de Jorge Fernandes, candidato do PS à Câmara Municipal de Vimioso.

Segundo o candidato, a resolução do problema da água, que, segundo indicou, só tem preocupado o actual executivo em anos de seca, passa pela limpeza e desassoreamento de açudes existentes e de algumas zonas ribeirinhas, mas também pela construção de duas albufeiras com grande capacidade. Para Jorge Fernandes o problema não é resolvido com o alteamento de açudes nem com tirar água do Rio Douro, mas com o aproveitamento dos recursos do concelho, através de soluções viáveis. Quanto às preocupações ambientais, o candidato referiu que o facto de Vimioso ter as suas linhas de água em Rede Natura não pode significar que o município não dê resposta às necessidade de abastecimento das populações. “O interesse público tem que prevalecer, como acontece em outros concelhos que também têm rede natura”, explicou.

Jorge Fernandes e a sua equipa apresentam também várias propostas de apoio ao desenvolvimento rural, como realização de parceria com associações de agricultores, isenção de taxas de licenciamento para construção de estábulos, apoio à certificação de produtos agrícolas e reabilitação de regadios tradicionais. O candidato comprometeu-se ainda a lutar para que os serviços da Direcção Regional de Agricultura no concelho estejam abertos de segunda a sexta-feira, e não apenas dois dias por semana, como acontece actualmente.

A equipa socialista prende implementar ainda um plano de fomento de pequenas agro-indústrias, com o apoio à instalação de cozinhas regionais, realização de feiras de produtos locais e criação de uma marca “Vimioso”, para comercialização de produtos agro-alimentares do concelho.

Ainda ao nível do desenvolvimento rural, esta candidatura apresenta ainda medidas de promoção do artesanato, criação de um museu rural, implantação de incentivos à reabilitação de fachadas tradicionais nas aldeias, apoio à recuperação de imóveis degradados, apoio à instalação de unidades de turismo rural, apoio às associações de caçadores, realização de certames cinegéticos e criação de um centro cinegético. Jorge Fernandes pretende ainda implantar um projecto de formação, em conjunto com associações de agricultores, com o objectivo de impulsionar a produção de produtos biológicos.

Ao nível das medidas de apoio à fixação de jovens, algumas das propostas, entre outras, são a criação de estágios profissionais no município e juntas de freguesia, implantação de um regime de isenção de taxas de construção para habitação própria a menores de 55 anos, redução do IRS em cinco por centro, criação um serviço pediátrico de consultas grátis e fomento do empreendedorismo. Se vencerem a Câmara, os socialistas comprometem-se a manter o cheque para os bebés do concelho, mas introduzem-lhe algumas alterações. Em vez de um cheque em dinheiro, será dado aos pais um vale de compras de mil euros que só poderá ser descontado no comércio local.

A candidatura apresenta ainda diversas propostas ao nível das políticas de emprego, entre as quais a criação de um gabinete de apoio ao investidor, criação de uma zona agro-industrial num espaço ordenado na zona industrial, criação de um parque foto-voltaico, criação de uma empresa de limpeza agro-florestal e atribuição de um prémio a empresários em função dos postos de trabalho criados.

O apoio aos carenciados e idosos não é esquecido e Jorge Fernandes quer trabalhar com as instituições de solidariedade social, criar centros de dia, instalar um programa de conforto habitacional entre outras medidas.

Ao nível das medidas de apoio ao desenvolvimento local destaca-se a criação de um gabinete de apoio às juntas de freguesia e reforço do respectivo orçamento. Jorge Fernandes pretende criar ainda um centro de novas oportunidades e estabelecer parcerias com o centro de formação profissional para a criação de cursos profissionais.

Relativamente às infra-estruturas, o candidato comprometeu-se a requalificar a ligação entre Vimioso e Pinelo e entre esta aldeia e Argozelo. A construção de uma praia fluvial entre Argozelo e Pinelo, pavimentação de uma via de acesso entre estas aldeias e a praia fluvial, a construção de um parque de lazer em Argozelo, a criação de um parque empresarial na zona de Argozelo, Carção e Santulhão e criação de reservatórios de água são mais algumas medidas propostas.

 

Fonte: Mensageiro Notícias

publicado por Lacra às 07:00
29 de Setembro de 2009

 

No rescaldo das legislativas, PS, PSD, CDS, BE e CDU, carregam “baterias” para o próximo acto eleitoral: as autárquicas. O PS ganhou a nível nacional, mas no distrito foi o PSD que arrecadou mais votos elegendo dois deputados, Ferreira Gomes e Adão Silva, enquanto que o PS elegeu um deputado, o cabeça de lista Mota Andrade.

A vitória teve assim um “sabor amargo”, já que o PS contava eleger dois deputados, há semelhança do que aconteceu legislativas de 2005, em que a região elegia quatro deputados.

“A representação parlamentar do distrito fica mais fragilizada”, considerou Mota Andrade, presidente da distrital rosa e segundo deputado eleito pelo distrito. Crítico com a eleição do deputado do PSD, Ferreira Gomes, natural de Penafiel, Mota Andrade considera que “perdeu Bragança e ganhou o Porto”. “Perdemos um deputado, fruto do número de eleitores que não temos para assegurar a eleição de quatro, e perdemos outro deputado que é o cabeça de lista do PSD, que tudo indica que continuará a viver no Porto”, apontou.

Analisando os resultados, concelho a concelho, Mota Andrade, bem como alguns militantes, consideraram que a vitória teria sido possível, se os votos não tivessem ido para o Bloco de Esquerda.

Ainda assim, o deputado e candidato à Assembleia Municipal de Bragança, considera que os resultados “auguram boas expectativas” já que, por exemplo no concelho de Bragança, o PS saiu vencedor em várias freguesias rurais, como Carragosa ou Macedo do Mato.

“Actualmente temos quatro câmaras, queremos ter mais. Alfandega da Fé é uma grande aposta e em Miranda do Douro houve quase um empate, o que neste concelho é um dos melhores resultados do PS na história da democracia. No geral os resultados não são desanimadores para a luta que se aproxima”, considerou.

A vitória PS permitiu a Mota Andrade garantir que a A4, IP2 e IC5 são obras para continuar e que a urgência médico-cirúrgica de Mirandela não vai encerrar. O deputado socialista aproveitou ainda para criticar os “boatos” sobre o encerramento daquele serviço e a aparente “despreocupação” dos autarcas social-democratas sobre o silêncio de Manuela Ferreira Leite sobre o IC5 e IP2, elogiando a posição então assumida pelo presidente da distrital laranja, Adão Silva.

“Lamento profundamente que os autarcas do PSD não se tivessem preocupado, como se preocupou Adão Silva, com o desastre que seria para o distrito se Manuela Ferreira Leite tivesse ganho as eleições, nomeadamente pela paragem do IC5 e do IP2”.

Mota Andrade lembrou ainda o trabalho realizado, como deputado do distrito, durante a anterior legislatura, nomeadamente ao nível do lançamento das acessibilidades e da colocação de serviços, como a ASAE ou a Direcção Geral de Agricultura, na região, garantindo que irá defender com “empenho” os anseios dos transmontanos.

 

Ferreira Leite “foi injusta”

Adão Silva , presidente da Comissão Política Distrital do PSD e terceiro deputado eleito pelo distrito de Bragança no passado Domingo, disse que a derrota do PSD teve um sabor a vitória, porque, a nível distrital, o PSD venceu na maioria dos concelhos, o que traça perspectivas optimistas para as eleições autárquicas.

“Para nós é uma derrota ligeira, com sabor a vitória. No distrito fizemos o que podíamos”, disse. Após os resultados das legislativas, Adão criticou frontalmente a líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, tendo começado por dizer que, se no início da campanha o PSD estava numa situação bastante paritária com o PS, “aparentemente a campanha provocou uma perda de votos”. Adão Silva acrescentou que “a derrota a nível nacional foi uma derrota com algum significado”.

O líder distrital criticou ainda, pela primeira vez, abertamente, a escolha que Manuela Ferreira Leite fez para cabeça de lista pelo distrito de Bragança, classificando-a de injusta para com o trabalho feito pelas estruturas distritais e concelhias do PSD. Além de injusta, a atitude da líder nacional foi “sobretudo de um flagrante desrespeito por aquilo que foi uma indicação muito clara a nível da estrutura distrital, que foi aprovar por unanimidade e aclamação um nome”, afirmou Adão Silva, tendo explicado que não se prenunciou antes porque estava em causa um processo eleitoral que não podia ser prejudicado pelas decisões da líder.

Adão Silva sublinhou que colocar no distrito uma pessoa que não o conhece resultou em dificuldades que os responsáveis das estruturas locais procuram colmatar. “Da nossa parte procurámos ter uma atitude de elevadíssima elegância com o senhor professor José Ferreira Gomes, que também aproveito para saudar. Aliás, é por ventura o menor responsável de ter vindo parar como cabeça de lista a Bragança, mas, verdadeiramente, a senhora presidente devia ter tido uma atitude mais certa, mais justa, mais adequada, com aquilo que era o trabalho e as aspirações dos militantes do distrito de Bragança”.

O líder distrital elogiou o trabalho das concelhias do PSD, aos quais atribuiu, sobretudo, os méritos da vitória, e traçou um prognóstico positivo para as eleições autárquicas. Isto porque o PSD ganhou em todos os concelhos onde é Câmara, com excepção de Alfandega da Fé. No entanto, nesse caso a margem de votos de diferença relativamente ao PS foi muito curta e, nesse concelho, tal como em outros, o PSD concorre às autárquicas coligado com o CDS-PP. O PSD venceu ainda em concelhos onde o PS detém o poder municipal, como é o caso de Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo. Apenas Vinhais e Vila For se mantiveram “féis” ao PS nestas eleições.

 

Votos à direita e à esquerda

Quem ganhou mais votos no distrito, em relação a 2005, foi o CDS-PP, o BE e a CDU.

Nuno Sousa, cabeça de lista pelo CDS no distrito de Bragança, considera que foram assim atingidos os objectivos “realistas e concretos da campanha”. O reforço da votação é encarado como o “resultado do trabalho partidário de implementação do CDS”  em concelhos em que os populares eram já dados como “extintos”.

Para Nuno Sousa “começa agora a surgir uma nova chama” que poderá traduzir-se em bons resultados autárquicos já que o CDS apresenta-se, em vários concelhos, coligado com o PSD.

Tal como a nível nacional, a quarta força mais votada no distrito foi o Bloco de Esquerda. O candidato pelo distrito, Luís Vale, admite que o crescimento do BE possa ter sido feito à custa de alguns “votos de protestos” de “classes humilhadas pelo anterior Governo”. No entanto, o dirigente bloquista aponta que o mesmo é válido para outros partidos, como o CDS.

A duplicação do número de votos vem dar ao BE “um novo ânimo” para as autárquicas em que se espera, pelo menos, “uma repetição da votação eleitoral”.

Já para a CDU, mais importante do que os votos foi a “perda de maioria absoluta do PS”, sobretudo no distrito. “Aqui o PS perdeu muitos votos, o que demonstrou o descontentamento dos eleitores da região com as políticas nacionais”.

A candidata pela CDU, Manuela Cunha, admitiu estar consciente que o partido que representa não elegeria nenhum deputado pelo distrito de Bragança, mas salienta que isso não será impedimento para continuar a “dar mais voz ao distrito” na Assembleia da República.

“A CDU foi a força que deu mais voz ao distrito na Assembleia da República e há o nosso compromisso de, mesmo com estes resultados, não deixaremos de defender o distrito de Bragança”, assumiu.

 

Fonte: Mensageiro Notícias

publicado por Lacra às 15:51
26 de Setembro de 2009

Comício de apresentação da lista à câmara e às juntas de freguesia encheu o cine-teatro Torralta

Devolver vida à cidade, nomeadamente ao centro histórico, fixar os jovens, potenciar as empresas e o investimento, criar mais proximidade com os cidadãos, dar mais atenção às juntas de freguesia rurais, foram algumas das prioridades avançadas pelo candidato socialista Jorge Gomes

Mota Andrade, candidato pelo círculo de Bragança e candidato à Assembleia Municipal, destacou o trabalho feito pelo Governo socialista nestes quatro anos, no distrito de Bragança

PS Bragança pediu "onda" rosa já no próximo domingo para dar mais força à candidatura de Jorge Gomes

publicado por Lacra às 00:31
23 de Setembro de 2009

O secretário-geral do PS esteve, esta quarta-feira, em Bragança, para apelar aos votos dos transmontanos para as eleições de Sábado. O candidato a primeiro-ministro contou com o apoio da pintora transmontana Graça Morais que subiu ao palco para abrir o comício e falar do “Governo que mais investiu na região e no país”.

Com Sócrates esteve também a transmontana Edite Estrela que pediu “frutos” para a “sementeira” feita pelo Governo.

“Sócrates semeou no Nordeste. Quando o PSD dizia que já havia estradas suficientes, o Governo lançou as estradas retirando a região do esquecimento a que tinha sido votado. É tempo agora de colher os frutos dessa sementeira e dessa determinação”.

Para os socialistas, em causa está a escolha entre José Sócrates e Manuela Ferreira Leite, a candidata do PSD, e por isso a tentativa é de concentrar todos os votos, evitando a dispersão à esquerda ou à direita.

Num discurso marcado pelas críticas, Edite Estrela questionou se os portugueses “terão memória curta” ou se ainda se recordam do tempo em que Manuela Ferreira Leite foi ministra da Educação.

“Tratou mal os alunos e tratou mal os professores. Nesse tempo, sim, é que não era dada liberdade aos professores para se manifestarem publicamente, para dizerem o que é que pensavam, para darem as suas opiniões. Ela proibiu os professores de falar com a comunicação social. Aí, sim, é que havia asfixia democrática”, apontou.

Depois da Educação, a dirigente socialista, em tom de ironia e tocando nas gafes de linguagem de Ferreira Leite, falou dos tempos em que a social-democrata foi ministra das Finanças.

“Vendeu ao Citibank os títulos da dívida da Segurança Social, que nós estamos a pagar agora. Ela, sim, é que hipotecou o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos. E nós não queremos uma pessoa dessas à frente do país”, apontou.

Mas as críticas não se ficaram por aqui. O dirigente da distrital socialista, Mota Andrade, quis também apelar aos transmontanos para que “não se deixem enganar pela verdade” do PSD e falou do “medo” de ter Ferreira Leite como primeira-ministra.

“Todos nós nos lembramos do abandono a que este distrito foi votado quando ela esteve no Governo”, apontou Mota Andrade.

A determinação ou teimosia com que muitos qualificam José Sócrates foi também invocada, mas pela positiva.

“As estradas, a A4, o IP2 e o IC5, são um sonho de todos nós que só se vai concretizar porque tivemos um primeiro-ministro que avançou, contra tudo e contra todos”, concluiu.

A fechar o comício José Sócrates falou mais uma vez das estradas e de escolhas. Para o secretário-geral do PS, o que o Governo fez, em termos de acessibilidades, “não foi outra coisa que fazer justiça aos transmontanos”. 

22 de Setembro de 2009

Depois de uma visita, hoje, aos serviços municipais, o candidato socialista, Jorge Gomes, reiterou a necessidade de transferir serviços para o centro da cidade de Bragança, nomeadamente para a Praça da Sé. A transferência da Câmara não está colocada de lado, até porque o candidato considera que o actual espaço onde a autarquia está instalada é exíguo.

“Não há nenhum caso gritante de alguém que esteja muito mal instalado, nota-se que há constrangimentos de falta de espaço”, apontou.

A localização de serviços no centro da cidade faz parte da estratégia do PS para revitalizar toda a cidade. O candidato, natural de Bragança, entende que actualmente há muita “dispersão”.

“As pessoas não têm um centro de encontro, um centro onde se revejam culturalmente. A Praça da Sé continua a ser o ex-libris da nossa terra e é necessário é humanizar esse espaço”, apontou.

A colocação da Loja do Cidadão, que já integra serviços municipais, a par com a Câmara, poderia criar um movimento de centenas de pessoas na cidade, na opinião do candidato.

Já relativamente à questão do abastecimento de água, Jorge Gomes continua a defender a construção de uma barragem com nove metros de altura no lugar de Veiguinhas. O candidato do PSD, o actual autarca Jorge Nunes, afirmou que tal solução corresponde a uma “charca”, acusação a que Jorge Gomes responde dizendo que ambos têm “visões do mundo completamente diferentes”.

Para o candidato socialista seria preferível “ter a barragem de Veiguinhas com nove metros de altura, já feita” e puder apresentar propostas para o seu aumento, bem como recuperar as represas que estão destruídas, do que não ter nada.

“Com a recuperação das represas, os agricultores poderiam fazer o abastecimento de rega. São pequenas coisas mas em termos de capacidade de água retida é muito. Não podemos é continuar a deixar que uma terra rica em água, como Bragança, veja esta desabar na foz do Porto”, concluiu.

Na visita à autarquia e aos serviços dependentes, o candidato quis apenas “dar-se a conhecer”, tendo entregue a cada trabalhador uma carta pessoal. Apesar de, na semana passada, ter falado da existência de receio de represálias, por parte de alguns trabalhadores da câmara, o candidato não pode confirmar esses “medos”.

“Não posso confirmar se há ou não um clima de medo porque não fui em campanha eleitoral, fui apenas apresentar-me como candidato e, nas conversas que tive com os trabalhadores, nunca foi feito nenhum comentário em relação ao funcionamento interno da câmara”, referiu.

 

20 de Setembro de 2009

Carlos Costa, candidato do PSD por Vinhais, apresentou-se ontem, na escola secundária, perante a população. Não se pode dizer que estivesse casa cheia nem público animado, embora o cantor Daniel ainda tivesse entrado em palco para "puxar pela malta". Foi mesmo ao cantor que couberam as honras de abrir o comício, com cinco músicas, pese embora o "espectáculo" não estivesse programado.

Apesar de agendado para as 19 horas, o candidato social-democrata só começaria a falar à população duas horas depois. O discurso, esse, centrou-se no "medo". Carlos Costa acusou o actual executivo, presidido por Américo Pereira, candidato socialista, de pressionar as pessoas, incutindo-lhes medo. 

Carlos Costa apresentou ainda algumas das iniciativas que pretende desenvolver caso venha a ser candidato, entre as quais, a criar melhores acessos e cuidados de saúde.

Com Carlos Costa concorre ainda Sobrinho Alves, para a Assembleia Municipal.

 

18 de Setembro de 2009

 O ex-elemento da lista do PSD à freguesia de Rebordelo, em Vinhais, nega ter desistido por qualquer pressão do PS.

Manuel Santos desistiu, sim, mas porque se arrependeu de ter assumido o compromisso. Em declarações à Rádio Brigantia, o ex-candidato assume que ao aceitar a candidatura terá tomado uma decisão precipitada, reiterando que não houve qualquer tipo de pressões.

“Reconheci que realmente não tenho tempo para estas coisas porque tenho uma pastelaria e padaria e tenho de trabalhar de dia e de noite, é difícil arranjar empregados. Na altura em que aceitei o convite também não tinha consultado a minha esposa, ela é que me chamou a atenção para isso e desisti. Não houve pressões nenhumas, isso é falso, é tudo mentira”. 

Recorde-se que o presidente da concelhia do PSD de Vinhais, Carlos Costa, tinha acusado tanto o presidente da câmara de Vinhais como o presidente da junta e recandidato a novo mandato, de terem pressionado Manuel Santos a desistir do lugar na lista laranja, sob pena de perder contratos de fornecimento de pão.

Por isso, Manuel Santos pondera agora agir judicialmente contra Carlos Costa. “Vou falar com o meu advogado e depois vamos ver o que é que vamos fazer” adianta.

No entanto, o líder da concelhia laranja diz que mantém as declarações prestadas na semana passada à Brigantia e confirma que já seguiu uma queixa para a Comissão Nacional de Eleições.

18 de Agosto de 2009

Havia algumas vozes que se levantavam contra esta candidatura e levantavam todo o tipo de problemas, no sentido que a mesma não chegasse a ter lugar, mas desta vez perderam”, afirmou Humberto Rocha, o candidato independente à Câmara Municipal de Bragança, ao fim da tarde de ontem, após entregar as listas de candidatos que compõem a sua equipa, no Tribunal de Bragança.

Humberto Rocha criticou a legislação que dificulta as candidaturas de cidadãos independentes e, além dificuldades próprias desse processo, falou de outras, relacionadas com boatos cuja origem prometeu indicar, na campanha eleitoral.

“Para já estamos a ganhar porque conseguimos apresentar uma candidatura, com as assinaturas mais do que necessárias, contrariando todo o tipo de boatos que eram postos a correr. Estamos aqui, estamos para disputar as eleições e o eleitorado, que é soberano, decidirá”, disse.

Ontem, ao início da tarde, apresentaram também as listas e formalizaram as respectivas candidaturas Guedes de Almeida, candidato pelo CDS-PP, Liliana Fernandes, pelo Bloco de Esquerda, Jorge Gomes, pelo PS e Jorge Nunes, pelo PSD. A CDU já havia apresentado as suas listas na passada sexta-feira.

 

Fonte: Mensageiro Notícias

publicado por Lacra às 09:35
últ. comentários
obrigado Cris:)
Bem vinda :))
Helder Fráguas sofreu a perda da sua companheira, ...
Para mim e para muita gente a volta às adegas para...
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