Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
27 de Abril de 2010

A comitiva desceu ao vale esventrado pelos trabalhos que hão-de fazer erguer a barragem da EDP. Primeiro uma olhadela no projecto em papel, depois um passeio em terra batida, entre o vai-vem de máquinas e o frenesim dos operários. "Então, o senhor vem de onde?", perguntava o secretário de Estado, Paulo Campos, ao armador de ferro Constantino Amaral. "Sou de Cinfães do Douro", respondeu-lhe. Parco em palavras. Ele mal o ouvia, por causa das protecções nos ouvidos. Uma entre muitas preocupações com a segurança. "Tenho ainda capacete, luvas, cinto e outras. Andam sempre aí a ver se alguém se esquece", tornou.

Dormitórios climatizados

No estaleiro, Paulo Campos viu dormitórios com ar condicionado, refeitório, bar com TV e canais por cabo, Internet e uma sala de jogos. Ora, já que ali estavam, vai uma partida de matraquilhos? Claro que sim. O secretário de Estado e o autarca de Moncorvo contra o presidente do sindicato e o director da obra. Ganharam os primeiros. Ninguém sabe se seria diferente no campo de futsal no exterior. Certeza, apenas a do presidente do SCP, Albano Ribeiro: "O exemplo destas obras deve ser seguido. Há poucas com estas condições".

Manuel Cantigas, encarregado de obras, explicou a seguir que "a segurança implementada e permanentemente fiscalizada é suficiente, mas que por vezes alguns operários têm dificuldades em acatar normas novas…" "Mas têm de acatar", atalhou Paulo Campos. Para que cada vez morra menos gente nas obras e quando vão passar o fim-de-semana a casa.

A concessionária do IC5 e IP2 (Douro Interior) também apresentou, ontem, a Paulo Campos as medidas de segurança implementadas no estaleiro da Chã, em Alijó. Tal como no Sabor, o governante considerou que havia "excelentes condições".

 

Fonte: JN

 

10 de Abril de 2010

O centro de Arte Contemporâneo Graça Morais, em Bragança, mostra a partir hoje, trabalhos do artista plástico João Louro, que encontrou no espaço cultural transmontano inspiração para novas obras de arte.

O núcleo recentemente criado despertou o interesse do artista plástico, sobretudo a arquitectura do projecto assinado por Souto Moura que tem atraído a Bragança trabalhos de artistas de renome nacional e internacional.

"Não é um espaço que suporta obras de arte de forma regrada e disponível, mas antes participa na obra, transforma a obra", considerou, realçando a influência que o levou a pensar a exposição numa interacção com o cenário. O espaço, o director e a cidade, que conheceu pela primeira vez, resultou num "casamento feliz" que vai mostrar até 25 de Junho as obras deste artista conceptual, algumas das quais concebidas propositadamente para esta exposição.

"The Great Houdini" é o título da mostra em que o espectador não encontrará as peças figurativas mais conhecidas como quadros ou esculturas, mas elementos do quotidiano que apelam à criatividade de quem vê. O famoso mágico não está presente em nenhuma obra, mas os artista encontrou alguma correlação entre a suas criações e o "homem das fugas que desaparecia do sítios"., As mais evidentes são as chamadas "Blind Images" (imagens cegas) que não contém nada, apenas concedem o espaço para que o espectador possa intervir nelas e preencher a peça dando largas à imaginação.

"Eu, no fundo, dou o campo de manobra para que o espectador possa completar a obra", explicou à Lusa João Louro. Um desafio ao papel activo do espectador está nas placas de autoestrada que, em vez de direcções rodoviárias apontam para uma interacção entre a obra e o observador. Outra linha do trabalho de João Louro está patente num néon a piscar a palavra "Inferno", nome com que dificilmente algum estabelecimento comercial se apresentaria, mas que significa para o autor "o mundo voraz" das capitais da moda como Paris, Milão, Nova Iorque e Londres. Embora este seja o seu primeiro contacto com a cidade transmontana, João Louro acredita que o público de Bragança "é disponível, curioso e, ao contrário do que se imagina nas cidades do interior e mais longe dos centros, é um público que está preparado para desafios" "E portanto a minha expectativa é a melhor", afirmou. João Louro nasceu em Lisboa, em 1963, estudou arquitectura e artes plásticas e é considerado um dos artistas mais relevantes no contexto da

arte contemporânea portuguesa dos anos 90. Os seus trabalhos já estiveram expostos nos Estados Unidos da América, Itália, Espanha, e em espaços culturais de referência nacional como o Museu de Serralves, no Porto, ou o Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

 

Fonte: Lusa/DN

06 de Abril de 2010

As gentes de Carção, em Bragança, saem à rua madrugada fora em cada Quaresma a encomendar as almas, num costume que ninguém sabe como começou nem se questiona porque de ano para ano se repete religiosamente. O ritual está associado à época sagrada da morte de Cristo, mas são as pessoas do povo que intercedem directamente a Deus pelos seus que já partiram e por todas as almas que ainda não encontraram o caminho do Céu. Um ritual à revelia da Igreja e dos sacerdotes que se vai perdendo nas aldeias transmontanas mas que em Carção se repete graças à persistência dos antigos e ao incentivo da jovem associação judia Almocreve que se dedica à recolha das tradições locais. Nesta aldeia do concelho de Vimioso, às quartas e sábado, durante a Quaresma, um grupo de homens e mulheres iniciam, à meia noite, um percurso de duas horas por doze encruzilhadas da aldeia. Em cada uma cantam pelas almas do Purgatório e por aqueles que já partiram e convidam a rezar pela mesma causa quem os ouve em casa. Ao contrário de antigamente, a luz já ilumina as ruas e fez esmorecer o ambiente tenebroso que envolvia esta tradição em que ao som dos cânticos se acendiam candeias de azeite por detrás das janelas. Hoje em dia, vai aparecendo uma ou outra vela, mas já nem os xailes negros sobre as cabeças das mulheres conseguem manter o “segredo” de quem outrora encomendava as almas. Os homens abandonaram as capas de pardo com que se cobriam e são eles que fazem temer a perda da tradição, como diz à Lusa Luísa Afonso.

 

Tradições ancestrais

 

“As mulheres ainda se juntam, o que vai faltando são homens, e são precisas as vozes deles”, lamenta aquela a quem cabe no ritual “deitar o cimo”. É a voz de Luísa que sobressai nos cânticos quando é preciso puxar, enquanto as outras, “as contras”, baixam o tom. Desde pequenina que Luísa ia com a mãe encomendar as almas e quando não iam acompanhavam religiosamente a passagem do grupo, fazendo parar o tear enquanto se ouvissem as preces. “Isto já é tão antigo que talvez já nem os nosso avós se lembrem da origem”, responde Teresa Quina que não sabe quando começou nem o porquê desta tradição, uma questão que não preocupa quem a pratica. O importante “é a devoção”, garante Alcina Borges, de 77 anos, que este ano decidiu ser ela a mandar encomendar as almas para cumprir uma vontade que o marido não alcançou antes de morrer. Antes do ritual, a casa de Alcina enche-se de gente numa ceia à base de iguarias da terra que prepara os encomendadores para a caminhada que se segue. “Começa sempre à meia noite, nunca procurei à minha mãe porque era isto” observa Luísa. Paulo Lopes da associação Almocreve só tem uma certeza da recolha que têm feito sobre esta tradição: “é realmente muito antiga, tem séculos”. São tradições como esta que ainda vão prendendo à terra alguns filhos emigrantes que fazem questão de passar férias nestas ocasiões na aldeia. E embora implique algum sacrifício para quem já tem alguma idade, Gualter Prada faz questão de participar no ritual para que não faltem homens, mas sobretudo para que “não se percam as tradições”.

 

Fonte: Mundo Português

publicado por Lacra às 15:19
25 de Março de 2010

O corpo de Leandro, o rapaz de 12 anos que se atirou ao rio Tua, em Mirandela, foi hoje encontrado, pela manhã, nas Azenhas do Sadanha - Cachão, Mirandela.

 

Informação em actualização

publicado por Lacra às 09:07
21 de Março de 2010

O candidato à liderança do PSD Pedro Passos Coelho disse hoje que Portugal tem "o primeiro ministro mais descredibilizado desde o 25 de abril" e que "já ninguém acredita que este seja um Governo de legislatura".

Para Passos Coelho, o executivo socialista de José Sócrates "está a governar navegando à costa e está com medo de eleições".

Essa é a razão, defende "porque a maior parte das pessoas está com os olhos no PSD" e porque a última semana de campanha para as eleições internas deve centrar-se no país e não em questões internas do partido.

 

Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

publicado por Lacra às 13:42
20 de Março de 2010

O candidato a Presidente da República Manuel Alegre considerou sexta-feira «um escândalo para a saúde da República» os prémios dos gestores públicos, enquanto o PEC impõe o congelamento dos salários na Função Pública

 

 

«Não me parece que haja neste PEC um suficiente esforço de partilha», disse, em Bragança, num jantar com apoiantes em que comentou o PEC apresentado pelo Governo.

Para o socialista, «o esforço de contenção que é pedido pelo PEC é desigualmente distribuído».

Manuel Alegre criticou também a prevista privatização de serviços públicos, «ainda por cima rentáveis», com a qual entende «não se está a pretender uma melhoria da sua gestão e uma resposta ao interesse público, mas apenas querer obter rapidamente uma receita extraordinária».

«Também me parece que um país como o nosso não pode prescindir de uma transportadora aérea nacional que garanta a ligação com o Brasil, Estados Unidos da América e os países lusófonos de África», disse.

O candidato a Presidente da República defende que o que Portugal precisa «não é do código de conduta das medidas orçamentais impostas pelo Banco Central Europeu, mas de uma austeridade republicana exemplar, a partir de cima».

«Desde os titulares dos órgãos de soberania aos administradores de empresas públicas», concretizou.

Manuel Alegre considerou ainda ser necessário «repensar os critérios monetaristas que estão a contaminar a Europa» e criticou a falta de controlo do dinheiro que a União Europeia incentivou os Estados-membros a introduzirem nos bancos.

«Nenhum constrangimento vindo de fora pode pôr em causa serviços públicos essenciais ao povo português como a Segurança Social, a escola pública e o Serviço Nacional de Saúde», afirmou.

Alegre frisou ainda que não renegará os seus valores para condicionar apoios à sua candidatura.

O candidato referiu-se também ao atual Presidente da República, nomeadamente à última entrevista televisiva de Cavaco Silva, comentando: «Não faz parte da minha maneira de ser dar entrevistas para não dizer nada».

«O papel de um Presidente da República não é de gerir silêncios nem de dizer apenas o que lhe convém quando lhe convém. A magistratura de influência do Presidente da República implica a utilização da pedagogia da palavra como um instrumento ao serviço do país», declarou.

«Falar mas nada dizendo, pronunciar-se mas nada propondo ou intervir mas nada acrescentando é um exercício vazio ou nulo de propósito», acrescentou.

Para Manuel Alegre, «Portugal precisa de uma inspiração mobilizadora e não de exercícios de cálculo».

«Cabe ao Presidente da República indicar o caminho e não os atalhos. A defesa da estabilidade não é um jogo de sombras, é uma prática de clarificação», afirmou.

O presidente da federação distrital de Bragança do PS, Mota Andrade, foi um dos promotores do jantar de apoio a Manuel Alegre, afirmando que a sua candidatura é a «da esperança».

Lusa / SOL

publicado por Lacra às 01:31
13 de Março de 2010

A Câmara Municipal de Bragança e o Ajuntamento de Zamora (Espanha) vão apresentar uma candidatura conjunta à UNESCO com vista à classificação dos respectivos centros históricos como Património Mundial da Humanidade.

A informação foi avançada, ontem, por Silva Peneda, presidente da Fundação Rei Afonso Henriques (FRAH), no final de uma reunião na cidade transmontana.

A cidadela de Bragança e o centro românico de Zamora são, respectivamente, as zonas a classificar. A fundação vai apoiar e coordenar os trabalhos da candidatura, mas Silva Peneda ressalvou que se trata de um projecto da responsabilidade das câmaras. "Estes processos são complexos, são precisas equipas técnicas muito bem apetrechadas. Já temos os meios financeiros para tudo isso, as câmaras entenderam que era importante ter uma instituição como a fundação para um papel de coordenação e de acompanhamento em termos de critérios e formato, para acompanhar as candidaturas", justificou.

 

Aproximação de interesses

As autarquias consideram que a fundação pode ter um papel acrescido na candidatura. "Entendemos que é uma forma de contribuir para a aproximação dos interesses da fronteira e reforçar a cooperação dos dois lados da fronteira. Se a iniciativa for coroada de êxito, ficaremos muito felizes", acrescentou Silva Peneda.

A apresentação de uma candidatura conjunta à UNESCO é uma proposta original, "que faz todo o sentido", salientou aquele responsável. "É uma forma nova de analisar as questões não na nossa perspectiva bairrista. Como horizontes mais amplos, faz todo o sentido, mesmo em termos de turismo, porque se calhar os turistas não vêm só para ir a um sítio, mas para ir a dois vêm", frisou.

A classificação poderia ser a forma de chegar a outro tipo de interesses ao nível do desenvolvimento económico, dinamização do turismo na região transfronteiriça. "É uma forma de promover as regiões do ponto de vista cultural e económico", afirmou Silva Peneda.

Em Bragança, o processo está mais adiantado. A cidadela que ladeia o castelo será a zona candidatada. A Câmara vai arrancar com um estudo de viabilidade, adiantou o autarca local, Jorge Nunes. A equipa técnica já está constituída e um orçamento definido para dar andamento aos trabalhos. "Vamos iniciar pela viabilidade. Feito o estudo temos condições para perceber se podemos dar os próximos passos", referiu o edil, que considera que o projecto conjunto teria mais viabilidade do que iniciativas isoladas.

 

 

Fonte: JN

publicado por Lacra às 18:22

Os distritos de Bragança, Viseu, Coimbra e Viana do Castelo lideram, destacados, a produção de energias renováveis em Portugal e foram responsáveis, em 2009, por quase metade da geração nacional de energia limpa.

Os dados da Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG) atestam o crescimento das renováveis nestas regiões. Em 2009, o distrito de Bragança, mais exposto à produção hídrica, aumentou em 27% a produção de renováveis, para 2,67 terawatt-hora (TWh). Os empreendimentos na região de Viseu produziram 2,2 TWh, mais 27% que em 2008. Viana do Castelo e Coimbra ultrapassaram 1,9 TWh de energia verde, com crescimentos anuais de 35,3% e 40,2%, respectivamente.
 

Fonte: Jornal de Negócios

publicado por Lacra às 08:09
07 de Março de 2010

Jovens apedrejam, constantemente, residência de três idosas, mesmo quando estas estão no quintal. Apesar das queixas às autoridades, a situação arrasta-se e as senhoras temem que o desfecho da "brincadeira" tenha consequências graves.

Três idosas de Bragança vivem assustadas, pois são diariamente vítimas de apedrejamento por parte de grupos de jovens estudantes que se concentram na zona da estação de camionagem. Elas garantem ter informado a PSP e a Escola EB 2/3 Abade Baçal, onde dois dos jovens envolvidos nos desacatos estudam, visto que conseguiram identificar alguns, mas os responsáveis pelas instituições negam ter conhecimento do caso.

É sobretudo ao final da tarde, entre as 17 e as 18 horas, e às sextas-feiras à hora de almoço, no final do período escolar, que os jovens, que se residem no bairro de Vale d'Álvaro, passam pela estação de camionagem e arremeçam as pedras que servem de decoração a uma fonte para os telhados das casas das idosas, que estão situados numa cota inferior. Mesmo quando as mulheres estão no quintal, não se esquivam a atirar as pedras, mesmo que atinjam alguém. Em algumas ocasiões já acertaram em Rita Adélia, quando esta se encontrava no quintal. "Isto já acontece há cerca de um mês, nós vivemos aqui as três sozinhas, cada uma em sua casa, às vezes sinto-me mesmo desesperada. Tenho medo", contou a idosa muito chorosa. Luísa Fernandes, outra das moradoras, diz que os rapazes "se divertem a apedrejar os telhados, e não se importam se nos atingirem, mas um dia destes alguém se vai magoar a sério e depois não sei como será", afirmou.

Na quinta-feira, uma das idosas contactou a vizinha Lucinda Dias, porque se encontrava muito assustada pois os rapazes não paravam de atitar pedras. "Ela ligou-me muito desesperada e a chorar, porque vive sozinha, já lhe partiram as telhas e por causa disso chove nos quartos, se elas ralham aos miúdos eles ainda são mal-educados", contou. Lucinda Dias chamou a PSP e foi enviado ao local um agente para verificar a situação. "O agente da PSP diz que vai passar por aqui mais vezes, mas isso não resolve nada, quando os polícias andam por aqui eles (jovens) não fazem nada ", acrescentou. Esta já não foi a primeira vez que avisaram a Polícia, na primeira vez que o fizeram, há cerca de uma semana, deslocaram-se à esquadra e levaram um saco cheio com as pedras que estavam espalhadas pelo quintal.

O responsável pelo comando de Bragança, Amândio Correia, garantiu, ao JN, que não tinha sido apresentada nenhuma queixa nem reportado nenhum incidente. A directora da Escola Abade Baçal, Teresa Sá Pires, também assegurou que desconhecia o problema, mas frisou que iria tentar obter esclarecimentos junto dos agentes da Escola Segura para saber o que se passa e falar com os encarregados de educação e estudantes, se for confirmado que estudam naquela instituição de ensino.

 

 

Fonte: JN

publicado por Lacra às 12:22
23 de Setembro de 2009

 Num documento enviado à comunicação social, o deputado social-democrata pelo distrito de Bragança e candidato em segundo lugar na lista do PSD, critica a dirigente do partido pela “desastrosa omissão”, aquando da visita a Bragança, sobre a construção do IC5 e do IP2.

As duas vias são consideradas por vários autarcas, do PS e do PSD, como “estruturantes” para o desenvolvimento de todo o distrito. Mas, desde que o PSD apresentou o programa que subsiste a dúvida se estas estradas, a par com a auto-estrada transmontana, são para avançar ou não.

Manuela Ferreira Leite foi questionada sobre o assunto aquando da visita a Bragança, na segunda-feira, mas não deu qualquer resposta aos jornalistas.

Agora, o presidente da distrital PSD e candidato a deputado em segundo lugar na lista, quer saber qual a posição de Manuela Ferreira Leite.

No documento, também enviado à dirigente do partido, Adão Silva refere a “necessidade de assumir publicamente o compromisso”, até porque as obras do IP2 já estão no terreno.

Adão Silva pede a Manuela Ferreira Leite que, até dia 25 de Setembro, encontre uma “formula” para comunicar às populações do distrito “o seu inequívoco propósito de prosseguir a construção do IP2  e do IC5”.

 

Autarcas reagem

Também os autarcas do sul do distrito já reagiram à omissão da candidata social-democrata sobre o IP2 e IC5. O autarca de Freixo de Espada à Cinta, o de Torre de Moncorvo, o de Vila Nova de Foz Côa e o de Vila Flor, assinaram um documento em que manifestam “estranheza” pelo conceito de coesão nacional de Manuela Ferreira Leite deixar de lado acessibilidades consagradas, desde há 30 anos, no Plano Rodoviário Nacional.

Os autarcas afirmam que em causa estão “simples eixos viários que, finalmente, trarão modernidade a todo o território entre Celorico da Beira e Macedo de Cavaleiros, e entre Murça e Miranda do Douro”.

A preocupação é maior tendo em conta as últimas declarações do eurodeputado social-democrata Paulo Rangel que, a 7 de Setembro, declarou que à “obra faraónica de estradas” prefere o investimento nos Metros de Lisboa e do Porto. 

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