Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
07 de Fevereiro de 2009

 

“Noites frias, vozes quentes” é o mote do Teatro Municipal de Bragança (TMB), para o mês de Fevereiro. Depois da actuação da Companhia da Ópera do Castelo, que apresentou, no passado dia 5, o recital cénico de Catarina Molder, sobe ao palco a Companhia de Dança Paulo Ribeiro, com o “Feminine”.

Esta Companhia de Dança já tinha estado em Bragança com o espectáculo “Masculine”, explorando o imaginário de Fernando Pessoa através de um quarteto de intérpretes masculinos. No dia 7 de Fevereiro o regresso é com “Feminine”, uma abordagem do mesmo tema, mas sob um olhar feminino.

A partir de fragmentos do “Livro do Desassossego”, da “Ode Marítima” e de outras obras de Pessoa, cinco mulheres confrontam o imaginário do poeta com o universo feminino.

Já no dia 12 de Fevereiro, com 17 temas escolhidos do reportório de Jacques Brel, os músicos belgas, Francis Seleck (voz) e Paul Timmermans (piano), apresentam «Canções de Brel», em mais uma “noite fria”.

Francis Seleck, que a par da carreira de cantor e compositor de canções é também actor, interpreta cada tema como se fosse uma pequena peça de teatro e dá corpo e voz à personagem das canções de Jacques Brel.

A apresentação de «Canções de Brel», no Teatro Municipal de Bragança, marca o início de uma digressão nacional e que nos meses de Fevereiro e Março se apresentará em Santarém, Mértola e Vila Real.

A dança regressa no dia 14 de Fevereiro com o espectáculo “Entre Vistas”, uma concepção e interpretação de Mário Afonso. O projecto foi financiado pelo Ministério da Cultura e co-produzido pelo Festival Temps d’Images, Bains Connective e Fundação EDP.

Jazz no feminino

No dia 19 de Fevereiro, Joana Machado interpreta as músicas do compositor e poeta brasileiro Tom Jobim, acompanhada na guitarra por Bruno Santos, no piano por Filipe Melo, no contrabaixo por Bernardo Moreira e na bateria por Bruno Pedroso. O espectáculo de jazz, intitulado “A Casa do Óscar”, por analogia ao texto de Chico Buarque com o mesmo nome, irá abordar o legado menos conhecido de Tom Jobim.

Outra voz do jazz que visita o TMB é a de Cármen Sousa, no dia 26 de Fevereiro. A cantora cabo-verdiana vai apresentar em Bragança o seu mais recente disco – “Verdade”, uma mistura de ritmos de Cabo-Verde com a sonoridade contemporânea do jazz/fusão.

A fechar o mês, o TMB apresenta mais um espectáculo de dança – Cinderela, da Companhia Tok`Art, no dia 28 de Fevereiro.

publicado por Lacra às 12:35
últ. comentários
obrigado Cris:)
Bem vinda :))
Helder Fráguas sofreu a perda da sua companheira, ...
Para mim e para muita gente a volta às adegas para...
Estou habituado na leitura de blogs on line, adoro...
me llamo fedra soy de santa fe argentina tengo 9 ...
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