Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
07 de Dezembro de 2010

 

 

 

 

Desde Setembro passado, o Centro de Emprego de Bragança passou a dispor de uma conselheira “Eures”, ou seja, uma profissional que ajuda os candidatos a emprego, ou empregadores, a encontrarem soluções no âmbito de uma rede europeia que promove a empregabilidade, em diversos em países da União Europeia, mas também em outros estados, como a Suíça, Noruega, Liechtenstein e Islândia.

Para divulgar o serviço, a nível transfronteiriço, a Fundação Rei Afonso Henriques promoveu, em Bragança, no passado dia três, uma sessão de apresentação desta Rede Europeia da Mobilidade Profissional, que contou com os responsáveis dos Centros de Emprego de Bragança e os Serviços Públicos de Emprego de Zamora.

Até agora quem pretendia obter alguns aconselhamento, tinha que o fazer à distância. A presença de um conselheiro, em Bragança, permite aos que pretendem encontrar um emprego em outro país uma maior facilidade de obter respostas e esclarecer dúvidas. Mesmo quem já tem perspectivas de emprego em outro país, pode obter, através deste aconselhamento, esclarecimentos diversos, sobre legislação, procedimentos burocráticos, nível de vida no país onde pretende trabalhar, entre outros.

Segundo Sandra Falcão, a conselheira Eures em Bragança, a inscrição na rede pode ser feita no Centro de Emprego, ou através da Internet, no Portal da Rede.

Os profissionais com maior possibilidade de encontrar emprego nesta rede são os enfermeiros, fisioterapeutas, profissionais de análise clínicas e outros profissionais de áreas ligadas à saúde, mas também profissionais de áreas específicas com alguma qualificação.

“Neste momento trabalhar na Europa exige alguma preparação, ter alguma credencial que permita uma integração para um emprego de qualidade. Não só na área académica, mas também profissionais com especialização em soldadura, serralharia, carpintaria, ou seja, profissionais habilitados para determinadas áreas. Existem também ofertas de emprego para trabalhos sazonais, nomeadamente na agricultura, serventes agrícolas, profissionais de hotelaria, que apesar de tudo exigem sempre qualificação linguística. É preciso ter sempre alguma preparação para trabalhar lá fora”, sublinhou a conselheira.

Criada em 1993, esta é uma rede de cooperação entre a Comissão Europeia e os Serviços Públicos de Emprego dos Estados-Membros da UE que fornece ao cidadão e às empresas informação e aconselhamento em matéria de recrutamento, promovendo, deste modo a mobilidade de trabalhadores e o encontro entre a oferta e a procura de trabalho no espaço comunitário.

Face à actual conjuntura económica que afecta os dois países e às debilidades do mercado de trabalho sentidas nos territórios transfronteiriços, Jorge Nunes, presidente do município de Bragança, classificou este projecto, como sendo extremanete positivo para os cidadãos. “A Articulação que a Fundação está a fazer é uma boa iniciativa, que coloca os interlocutores dos dois lados da fronteira a falar, é uma boa oportunidade para os cidadãos, particularmente para os mais jovens”, disse.

Alcídio Castanheira, responsável do Centro de Emprego de Bragança, explicou, que além do portal europeu, existe a plataforma nacional do Instituto de Emprego e Formação Profissional na qual são filtrados os empregos mais adequados aos jovens portugueses.

Para obter informações colocar o currículo on-line, entre outros serviços, os interessados podem faze-lo através da plataforma da Comissão Europeia, em http://ec.europa.eu, ou através da Plataforma do IEFP, em http://www.iefp.pt, ou http://www.netemprego.gov.pt.

 

 

Fonte: Mensageiro de Bragança

publicado por Lacra às 12:41

 

 

 

O Teatro de Bragança recebe, no dia 8 e 9 de Dezembro, a peça “O Trono saiu à rua”, uma produção da Limite Zero, Associação Cultural com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. Esta é uma peça que se debruça sobre um período muito significativo, e ainda gerador de paixões, do passado recente da História de Portugal – a implantação da República que, este ano, assinala o seu centenário.

A história dos antecedentes e da implantação da República  é contada através do desenrolar de  cenas da vida de um casal de comediantes, marido e mulher, ele adepto da monarquia, ela republicana.

A acção desenvolve-se à volta dos locais onde os principais acontecimentos da época tiveram lugar. Usa-se o exterior - ruas e praças -, o palácio do Rei - e os interiores modestos - residência do casal de actores, espaços de conspiração dos republicanos. 

A peça vai ser exibida em três sessões, uma no dia 8 de Dezembro, às 15h00, e outra no dia 9 de Dezembro, às 10h30 e às 15h00. O espectáculo é direccionado a alunos do 2º ciclo e aberto a todo o público.

O texto é de Jorge Constante Pereira, com encenação e cenografia de Raul Pereira.

 


Um trabalhador de 21 anos morreu esta manhã quando procedia a trabalhos numa linha de média tensão junta a Argozelo, no concelho de Vimioso.

Segundo Noel Afonso, comandante dos bombeiros voluntários de Vimioso, o trabalhador sofreu uma descarga eléctrica e caiu de uma altura de oito metros.

“Procedia a trabalhos de média tensão mas alguma coisa correu mal, foi vítima de uma descarga eléctrica e caiu ao chão, de cerca de oito metro de altura. À nossa chegada ao local já não apresentava sinais de vida e, infelizmente, já nada mais houve a fazer”, relatou.

 No local esteve ainda a GNR e a equipa helitransportada do INEM sediada em Macedo de Cavaleiros.

O homem era natural da Figueira da Foz e trabalhava para uma empresa de Braga.

De acordo com o comandante dos bombeiros de Vimioso, o operário teria todos os equipamentos de segurança consigo.

“O homem estava no chão e tinha com ele as botas, as luva, capacete, os cintos com os arnês, estava tudo com ele”, explicou Noel Afonso.

 Este é o quarto acidente semelhante no espaço de um mês no distrito de Bragança, o segundo em apenas três dias.

Recorde-se que no sábado passado um outro trabalhador ficou ferido em Bemposta, Mogadouro, depois de uma descarga eléctrica e queda em altura quando trabalhava também num poste de média tensão.

 Noel Afonso não encontra uma explicação para esta sucessão de acidentes.“Infelizmente é o quarto, mas não sei se poderá ter alguma relação com os outros ou não”, referiu, adiantando que a linha “deveria estar desactivada”.

A Autoridade para as Condições de Trabalho já esteve no local. Nesta altura ainda decorrem os processos relativos aos outros três acidentes, que fizeram dois feridos e um morto, para além da vítima mortal desta manhã.

 

Fonte: Brigantia

 



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