Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
17 de Junho de 2010

Criar uma carta desportiva municipal e um plano de acção para o desenvolvimento desportivo, são os objectivos a médio prazo, do pelouro do desporto do município de Mirandela.

 

O processo já está em andamento com a realização de uma série de fóruns muito participados pelos atletas e dirigentes, que já deram para traçar um primeiro diagnóstico.

Os mirandelenses ainda desconhecem a riqueza da actividade desportiva existente no concelho, pelo que não a partilham nem usufruem dela. É uma das conclusões dos fóruns já realizados pelo pelouro do Desporto  na Câmara Municipal de Mirandela que assume neste momento um processo de reestruturação e reorganização que pretende, a médio prazo, criar um Serviço Municipal que, de forma estruturada, assuma a gestão de todo o fenómeno desportivo municipal.

“Não podemos ter um evento realizado num fim-de-semana sobre o qual o Mirandelense não tem conhecimento para participar. Se calhar muitos dos mirandelenses não sabem como participar no CTM” ou nos outros clubes. “E depois tem de haver racionalidade.”

Perante este diagnóstico, António Branco, vice-presidente da autarquia e agora o titular da pasta do desporto, não tem dúvidas da necessidade de criar uma carta desportiva municipal para regular o sector e para que a população se reveja nas modalidades existentes.

“O que pretendemos é criar uma carta desportiva e implementar modalidades que não precisam de diagnóstico. Temos um rio e não temos quase uma modalidade. Só temos o jet ski e este ano vamos ter um piloto da cidade no campeonato da Europa.”

A autarquia gasta anualmente mais de um milhão de euros em subsídios directos às associações desportivas e com esta reorganização pretende-se analisar qual o retorno e criar um sistema de avaliação.

 

Fonte: Rádio Brigantia

publicado por Lacra às 10:06
15 de Junho de 2010

“O Direito e as Autarquias Locais” será a temática em debate na terceira edição do Curso de Direito e Interioridade a realizar de 1 a 3 de Julho de 2010, no Auditório do Teatro Municipal de Bragança.

Organizado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e pela Câmara Municipal de Bragança, este III Curso conta com a presença e participação de alguns dos mais ilustres estudiosos e investigadores da área, como o Professor Doutor Adriano Moreira, Professor Doutor Vera – Cruz Pinto, Professor Doutor António Menezes Cordeiro e Professor Doutor Costa Andrade, entre muitos outros.

O III Curso de Direito e Interioridade, e à semelhança das edições anteriores, pretende levar a uma reflexão e análise, profundas e sustentadas, sobre a especificidade do Interior e a sua relação com o resto do País, com vista à transformação de visões e práticas centralistas, à correcção de assimetrias e desigualdades, bem como ao reforço de medidas, particularmente na área do Direito, de competitividade e coesão territorial.

“O Direito privado e a participação da sociedade civil nas Autarquias Locais”, pelo Professor Doutor Pedro Romano Martinez, “As Finanças Locais face à Crise”, pelo Professor Doutor Eduardo Paz Ferreira, “Direito Comum na Europa e a Europa das Regiões”, pelo Professor Doutor António Menezes Cordeiro, “Responsabilidade Penal e Contra-ordenacional dos titulares de cargos públicos”, pelo Professor Doutor Costa Andrade, “O passado e o Futuro Jurídico das Autarquias Locais”, pelo Professor Doutor José Duarte Nogueira, e “O Direito popular e o Direito erudito: a função do poder autárquico”, pelo Professor Doutor Vera – Cruz Pinto, serão, assim, os temas abordados durante a iniciativa que, ao longo de três dias, estará no primeiro plano de análise de responsáveis políticos e institucionais, juristas, advogados, estudantes, professores, estudiosos da área do Direito, e todas as pessoas que quiserem participar.

Para o efeito, os interessados deverão preencher a ficha de inscrição disponível nos endereços www.cm-braganca.pt e www.fd.ul.pt e remetê-la para jorge.novo@cm-braganca.pt, gap1@cm-braganca.pt ou miguelmartins@fd.ul.pt.

publicado por Lacra às 10:29
14 de Junho de 2010

 

 

A noite cai trazendo consigo a escuridão. O som das folhas e das pedras pisadas amplificam-se e sente-se o eco dos animais que povoam o Parque Biológico de Vinhais. Tudo parece maior aqui com a natureza a marcar o justo compasso.

 

 A caminhada continua com passos firmes até à charca da Vidoeira, um lago artificial construído para servir de reservatório de água de rega do Viveiro Florestal e para abastecimento dos bombeiros, em caso de incêndio.

 

Ali, encontra-se um abrigo-observatório pronto a receber os visitantes. A porta encerra-se e resta agora esperar que a fauna se aproxime à vontade. A charca está iluminada e há um sistema de células que avisa automaticamente da presença de animais.

 

Basta aos visitantes aguardar pacientemente nas cadeiras de descanso para que alguns mamíferos selvagens se aproximem para beber água . Corços, gamos e javalis, assim como as aves de rapina nocturnas, animais autóctones da região. Esta é uma das muitas propostas apresentadas pelo Parque Biológico de Vinhais aos visitantes. A três quilómetros da vila, o espaço assume-se como uma verdadeira porta de entrada para o imenso Parque Natural de Montesinho. Ali é possível conhecer a fauna e flora característica da região em três pólos diferentes.

 

A visita inicia-se com um percurso devidamente assinalado com os chamados “biospots” que explicam ao visitante a colecção de animais e plantas que ali pode observar. Junto às massas de água proliferam as rãs, libélulas, libelinhas e borboletas. Também podem ver-se de perto algumas espécies de aves, como a coruja, a águia de asa redonda ou a perdiz cinzenta, uma ave já extinta em Portugal no estado selvagem. Os burros mirandeses, o boi mirandês, o porco bísaro, galináceos, o cão de gado transmontano, são outras das espécies observáveis.

 

O Parque Biológico de Vinhais tem assumido um papel de elevada importância ao ajudar na recuperação de espécies autóctones que se encontravam praticamente extintas, como é o caso da cabra preta. Este exemplar foi recuperado pelo Parque que tem estado a trabalhar na criação desta raça, entregando reprodutores a criadores que assim o pretendam.

 

À Volta do Parque

 

Deste primeiro percurso à charca da Vidoeira há um outro caminho que pode ser percorrido a pé ou de bicicleta. As margens foram renaturalizadas e é possível observar algumas das espécies do Parque, em estado selvagem.

 

Outro dos pontos visitáveis é a Barragem de Prada, uma zona de observação de aves aquáticas típicas de lagoas de altitude, como o mergulhão de crista. Também é possível observar a nidificação de aves e a beberagem de outros animais, como a lontra.

 

Continuando passeio até ao Alto da Cidadelha, um miradouro apoiado por uma pequena construção em madeira, é possível observar ao longe a vila de Vinhais e toda uma paisagem mantida intacta praticamente desde a Idade Média. Aqui o visitante pode descobrir toda a paisagem e a história local, tendo como inspiração o antigo castro romano que ali existiu. Em todos os percursos estão disponíveis os biospots que alertam para as espécies existentes.

 

Texto e Fotos: Carla A. Gonçalves   

12 de Junho de 2010

 

A época balnear na albufeira do Azibo, só abre oficialmente dia 15 de Junho.
No entanto, as praias do Azibo já têm sido muito procuradas por pelos habitantes do nordeste, nas últimas semanas, mas ainda não há vigilância.
No total , vão ser sete os banhistas que vão assegurar a vigilância das três praias do Azibo, bem como da piscina municipal.
Sílvia Garcia, vereadora da cultura da câmara municipal de Macedo de Cavaleiros, refere que as praias já estão preparadas, os equipamentos já foram revistos, falta apenas a componente informativa, que só vai estar disponível, a partir da abertura oficial.

“O ano passado houve a possibilidade de se iniciar mais cedo, neste momento, ainda não temos as condições reunidas”. A garantia dada pelo município é de que estarão reunidas a partir do dia 15 de Junho. Sílvia Garcia, explica que “tudo está a ser preparado para que o início da época decorra dentro da normalidade”. A responsável diz ainda, que tudo está a ser devidamente precavido. “Neste momento, estão a ser colocadas alguns painéis de sinalização para que todos os utilizadores, possam ter toda a informação disponível”, explica.
Nos últimos anos têm sido promovidas acções de sensibilização e prevenção nas praias do Azibo, para informar as pessoas dos efeitos de uma exposição solar excessiva.
Sílvia Garcia considera que este tipo de prevenção vai continuar a ser feito este ano. “É nossa intenção continuar com este tipo de acções. Muitas delas vão ser organizadas pelo município, através da Ecoteca, que cai incidir mais na sensibilização para a sensibilização das praias”. Vão passar vários jovens pelas praias, numa tentativa de sensibilizar todos os banhistas. Além da sensibilização em termos de limpeza e do lixo, vai também ser feito, em parceria com as farmácias locais, acções de sensibilização direccionadas para a questão dos perigos da exposição solar demasiado elevadas”.
O início de mais uma época balnear do Azibo.
A praia da Fraga da Pegada do Azibo que recebeu há poucos dias mais uma distinção. Um prémio da Quercus intitulado “praia com água de qualidade de ouro”.

 

Fonte: RBA

publicado por Lacra às 08:00
11 de Junho de 2010

Jovens do Lar de S. Francisco, da Casa de Trabalho, de algumas escolas de futebol de Bragança e outros participantes a nível individual mostraram o que sabem fazer com uma bola de futebol, através de uma actividade de “Football Junggling” realizada no âmbito do projecto Pontes de Inclusão, na Praça Camões, em Bragança.

Segundo Iveta Vilares coordenadora do projecto pontes de inclusão, do Programa escolhas, cuja entidade promotora é a Casa de Trabalho, através de uma candidatura respectivo programa, o objectivo desta iniciativa foi “pegar em jovens de todas as faixas etárias, uns com algumas condicionantes na sua vida, algumas problemáticas na área social, e jovens sem qualquer tipo de problemática, e fazer o convívio e a socialização entre eles através do futebol, que é uma actividade que eles gostam bastante”, explicou.

Esta foi apenas uma actividade experimental, desenvolvida em parceria com a Junta de Freguesia da Sé. Um pouco antes do início da próxima época futebolística, pretende-se realizar um torneio que seja uma verdadeira competição de artistas da bola. O projecto escolhas teve início em Janeiro, na Casa de Trabalho, após a aprovação da candidatura. É aí que funciona na sede e são desenvolvidas ac

tividades diversas, num espaço próprio.

“Pretende-se trabalhar todos os jovens em situação de maior fragilidade ou em situação de maior carência na área social, da cidade de Bragança e algumas aldeias anexas”. As actividades desenvolvidas passam pela realização de cursos, ateliers, acções para “inclusão digital”, realizada num espaço de informática, entre outras. Através do programa são também realizadas acções de carácter educativo e pedagógico nas escolas.

 

Fonte: Mensageiro Notícias

publicado por Lacra às 08:00
10 de Junho de 2010

 

Na década de 60, graças ao projecto visionário do engenheiro Camilo de Mendonça, a cereja começou a assumir um lugar de destaque na economia de Alfândega da Fé, de tal forma que, o concelho chegou a ser dono de um dos maiores cerejais da Península Ibérica e a vender cerejas para a Ferrero Rocher, para a conhecida marca de chocolates “Mon Cheri”.

Hoje em dia, o município quer, no entanto, ir mais longe e fazer deste fruto um dos principais motores da economia através da sua múltipla utilização, quer seja na gastronomia, quer através do uso dos subprodutos, como os pés da cereja e os caroços.

Usando como lema a famosa frase de Lavoiser, “nada se perde, tudo se transforma”, a empresa municipal de desenvolvimento local (EDEAF), através de uma das unidades sedeadas, a Alfadoce, está a

aproveitar os caroços das cerejas para o fabrico de almofadas terapêuticas e os pés de cereja para o fabrico de chá. Estas “novas utilizações” assentam no conhecimento do uso tradicional que já era dado aos subprodutos da cereja e que se foi perdendo.

Os caroços de cereja são retirados do fruto que vai para as compotas e doces ali fabricados. Depois de lavados, são colocados a secar ao sol durante dois ou três meses e seguem, então, para o enchimento de almofadas que, aquecidas no microondas, ou colocadas no congelador, servem para aliviar as dores de tensões musculares, inflamações ou dores nas articulações.

Os pés de cereja são também lavados e colocados ao sol para utilização em chá cujas propriedades diuréticas e drenantes são conhecidas há décadas na medicina popular.

Tudo é feito manualmente por Ivanete Escobares, uma das trabalhadoras da Alfadoce. Ivanete diz que cada almofada demora cerca de uma manhã a fazer e leva centenas e centenas de caroços.

Cada peça está a ser fabricada manualmente e de forma personalizada para serem depois colocadas à venda, pela primeira vez, na Festa da Cereja de Alfândega da Fé, de 10 a 13 de Junho. As expectativas do sucesso que este produto possa vir a ter são muitas e Ivanete aponta até que estão preparados para vir a receber encomendas.

Na Alfadoce são ainda produzidos os típicos doces alfandeguenses – os rochedos e os barquinhos; e as compotas e doces de frutos locais, como seja, a cereja, mas também o morango, o figo, a abóbora, ou a castanha.

Segundo Libânia Rosa, gerente da Alfadoce, a maioria destes produtos é vendido para lojas gourmet, mas também é possível encontrar os doces à venda na região. 

Sobre a compota e o doce de cereja, a gerente confessou que a receita tem “um segredo” que as diferenciam do que é vendido no mercado.

“As compotas de cereja levam a nossa cereja local, açúcar e têm um segredo. Depois usamos ainda outros produtos naturais que fazem o mesmo efeito que os emulsionantes e estabilizantes”, contou, frisando que os doces não têm corantes nem conservantes.

 

 

 

Cereja na gastronomia

A utilização da cereja na gastronomia é outra das vertentes em que o município quer apostar. Actualmente, grande parte da cereja é vendida e consumida em fresco, no entanto, o fruto pode ter uma variada utilização em pratos, doces e bebidas inovadoras.

Isso mesmo tem vindo a ser mostrado pelo Chefe Marco Gomes, um alfandeguense, e por  Luís Américo Teixeira, dois grandes nomes da cozinha nacional que, durante a Festa da Cereja, vão demonstrar ao público as diversas aplicações gastronómicas do fruto. Um dos pratos já apresentados, antecipadamente, é o bife de vitela gratinado com queijo e doce de cereja, uma fusão agridoce surpreendente e deliciosa. Já para os mais gulosos, a proposta é gelado de cereja, uma receita que tem como principal ingrediente a cereja local. A utilização em doces, salgados ou bebidas é quase uma questão de imaginação e gosto. Exemplo disso é a bebida apresentada pelo Hotel SPA de Alfândega da Fé, o “cerejão”. António Luís explicou que se trata de uma bebida inspirada na famosa caipirinha brasileira mas que leva doce de cereja, lima, amêndoa amarga e gelo picado. Depois há também as versões sem álcool mas cujas receitas são “segredo”, ou não fosse o segredo a alma do negócio.

 

Aumentar a produção

Mas o que tem faltado à cereja de Alfândega da Fé para se assumir como um dos principais produtos impulsionadores da economia? O concelho conta com uma área de cerca de 100 hectares de plantação concentrados, maioritariamente, nas mãos da Cooperativa Agrícola local e em cerca de 15 pequenos e médios produtores.

Na década de 80/90, o concelho tinha um dos maiores pomares da Península Ibérica, com cerca de 300 hectares de cerejal em regime extensivo de sequeiro. Houve uma reconversão que diminuiu essa área para uns 60 hectares mas que, segundo Eduardo Tavares, presidente da Cooperativa, foi efectuada de uma forma muito “abrupta”.

“A reconversão foi feita de uma forma abrupta, ou seja, ao mesmo tempo e com uns 20 anos de atraso. Perdemos, durante dez anos, face a outras regiões, como o Fundão ou Resende, que ganharam dimensão e nome”.

A expectativa é que, dentro de dois ou três anos, os cerejais estejam em plena produção e que possam dar umas 150 toneladas de fruto, um número “muito bom” que permitirá afirmar melhor a cereja de Alfândega da Fé no mercado.

Apesar de não ter a denominação de biológica, a cereja de Alfândega é cultivada em modo de produção integrada, ou seja, é uma cultura sujeita a algum controlo, nomeadamente no que diz respeito à utilização de alguns pesticidas e tratamentos fitossanitários.

Durante a campanha da apanha, que dura até ao final do mês de Junho, são 25 os trabalhadores que correm os hectares de pomares, apanhando o fruto para a comercialização.

Este ano a produção também não atingirá o desejável devido às más condições climatéricas que se fizeram sentir.

“Temos uma quebra de 50 por cento da produção esperada num ano normal. O vingamento do fruto decorreu com condições climatéricas desfavoráveis e as geadas tardias, assim como a chuva, prejudicaram a polinização”, apontou Eduardo Tavares.

Ainda assim, a qualidade da primeira colheita é “muito boa” e não se fica nada atrás da cereja de outras regiões. Falta, sobretudo, valorizar o produto, algo que, no entender do presidente da Cooperativa, se “descurou” durante muito tempo.

Agora, o município pretende a qualificação do produto e está a tratar desse processo em parceria com a “Qualifica”. O que se pretende é criar a marca “cereja de Alfândega da Fé” e vendê-la no mercado sob a marca chapéu “Terras de Alfândega”

 

Confraria da Cereja e Painel de Provadores

Outra das estratégias de valorização da cereja passa pela criação de uma Confraria da Cereja e de uma rede de produtores que possibilite a aprendizagem de melhores práticas de produção e de comercialização.

Segundo Berta Nunes, presidente da câmara, para o desenvolvimento desta rede estão a ser efectuados contactos com Resende e com o Fundão e, futuramente, poderão vir a contactar grandes explorações de outros países, como seja a vizinha Espanha onde há grandes produções de cereja.

Perceber o que é comum e o que é diferente também é fundamental para a criação da marca “cereja de Alfândega da Fé”. A criação de um painel de provadores, à semelhança do que já é feito com o azeite, vai possibilitar isso mesmo, como apontou  Berta Nunes.

“Podemos melhorar os aspectos da produção, da comercialização e afirmar as diferenças que cada um tem e as características das diferentes cerejas”.

A grande prova da cereja de Alfândega será a festa em seu nome que se realiza já de 10 a 13 de Junho.

 

 
09 de Junho de 2010

A vila de Alfândega da Fé acolhe, pela primeira vez, no dia 10 de Junho, às 18h00, uma prova nocturna de downhill urbano a contar para o campeonato regional. A prova está inserida na programação da Festa da Cereja e é uma organização conjunta da câmara municipal local e da Casa do Futebol Clube do Porto, licenciada pela Associação Regional de Ciclismo e Ciclo-turismo de Bragança. A prova de velocidade em descida será disputada em diversos tipos de terreno, com piso asfaltado ou empedrado, e em sistema de contra-relógio individual. O percurso não terá menos de 90 por cento de descidas e inclui partes de escada, estrada, trilhos em parques ou jardins, podendo existir obstáculos ou estruturas na trajectória. Serão disputadas duas mangas cronometradas, uma descida que determina a ordem de partida da descida oficial, seguida da descida oficial, em que é vencedor o corredor mais rápido. A zona de largada será junto ao largo do Castelo, em frente ao miradouro, e a meta perto do Mercado Municipal. O vencedor, segundo o regulamento, será aquele que, na segunda manga e na sua classe, realize o percurso no menor tempo. Os treinos livres estão marcados para o dia 10, entre as 10 da manhã e o meio-dia e entre as duas e as quatro da tarde. O “prize money” é “aliciante”, no valor de mil euros para o primeiro classificado. As inscrições podem ser realizadas no sítio da Internet: www.ccalfandega.com ou através do 279 460 020.
08 de Junho de 2010

Bragança é  um dos melhores municípios portugueses para viver. Esta é a conclusão de um estudo levado a cabo pelo Instituto de Tecnologia Comportamental e pelo Semanário Sol, onde foram publicados os resultados.

Os habitantes do concelho de Bragança são os segundos mais felizes do País, ocupando essa posição na tabela, depois de terem sido questionados sobre a satisfação e felicidade com a vida.

Também na área do Ensino e Formação, em que se avaliou a taxa de escolaridade, a qualidade e infra-estruturas escolares, Bragança surge entre os dez melhores.

O terceiro lugar no domínio do Ambiente não é surpresa nenhuma, já que, recentemente, o Município foi galardoado com a Bandeira Verde – ECOXXI. Estes resultados só confirmam a política de boas práticas de sustentabilidade e ambientais que têm sido implementadas e seguidas na região.

No que toca à Segurança, os habitantes de Bragança mostram-se satisfeitos com o desempenho das forças de segurança e com as reduzidas taxas de criminalidade, surgindo na terceira posição da tabela.

O Urbanismo e Habitação do concelho são outros factores que contribuem para a felicidade e bem-estar dos bragançanos, que voltam a estar entre os dez primeiros lugares.

Ainda segundo o mesmo estudo, os habitantes de Bragança são, no domínio do Turismo, Cultura e Lazer, os que se sentem mais identificados e próximos da sua comunidade.

Nas áreas das Acessibilidades e Transportes, as infra-estruturas criadas no Município impõem-se, superando as de concelhos predominantemente urbanos, cujas redes de transportes foram implementadas há muitos anos e têm sido alvo de avultados investimentos.

Realizado entre Dezembro de 2009 e Março de 2010, pelo Instituto de Tecnologia Comportamental e o Semanário Sol, o estudo avaliou, no total, dez domínios, tendo em conta as infra-estruturas existentes em cada Município e a respectiva satisfação das populações.

publicado por Lacra às 11:25
tags:
07 de Junho de 2010

A aldeia de Constantim foi o local escolhido pela televisão  do Principado de Astúrias para a gravação de dois documentários sobre as tradições musicais e a língua mirandesa.

Estes documentários tem como protagonistas Aureliano Ribeiro na sua condição de tamborileiro e gaiteiro e Cármen Pires para interpretar cantos tradicionais.

Esta é mais uma forma para a divulgação da terra e das gentes de Miranda do Douro além-fronteiras.

De referir, ainda que a cadeia de televisão vai ter o apoio do Centro de Música Tradicional Sons da Terra.

As gravações decorrem o dia de amanhã, terça-feira. 
 

publicado por Lacra às 16:35
tags:
05 de Junho de 2010

Uma Idosa de 89 anos, foi morta na quarta-feira a, na própria habitação, em Freixiel, no concelho de Vila Flor.

Isolina Ramos, professora primária reformada, foi encontrada pelo seu empregado, por volta da 17h00. Segundo o jornal de Noticias, a mulher estava deitada no chão de uma cozinha da sua residência, com uma corda à volta do pescoço, a cara tapada por um grande saco plástico grosso.
O empregado de 60 anos refere que não terá havido portas forçadas. Segundo as autoridades ninguém mexeu em nada dentro de casa.
O JN avança ainda que há indícios de violação, que poderão ser confirmados após a autopsia.
O caso está agora entrega à Policia judiciária e ainda não há suspeitos do crime.

publicado por Lacra às 10:21
últ. comentários
obrigado Cris:)
Bem vinda :))
Helder Fráguas sofreu a perda da sua companheira, ...
Para mim e para muita gente a volta às adegas para...
Estou habituado na leitura de blogs on line, adoro...
me llamo fedra soy de santa fe argentina tengo 9 ...
Carissimos,Eu não sei quem inseriu o comentário em...
todos os comentários estão disponíveis e vísiveis.
Como faço para ler os outros comentários ? Ou esse...
deixo aqui o meu comentário; por acaso pude apreci...
subscrever feeds
pesquisar neste blog
 
Junho 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
13
16
19
20
26
30
blogs SAPO