Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
24 de Maio de 2010

Uma idosa de 77 anos está desaparecida, há três dias, na zona de Benlhevai, Vila Flor, no distrito de Bragança, sem que as buscas tenham dado até ao momento qualquer indício do seu paradeiro, disse hoje fonte da GNR.

 

De acordo com informações da GNR de Bragança, a mulher sofre de Alzheimer, doença que poderá estar na origem do seu desaparecimento.

A idosa perde com frequência a noção do local onde se encontra e essa desorientação poderá ter originado o desaparecimento sábado à tarde na aldeia de Benlhevai.


 

O Argozelo venceu, ontem, o Rebordelo, por 1-2, e conquistou o Campeonato AF Bragança, o que lhe permitirá jogar, daqui a um ano, nos Nacionais da III Divisão. Os argozelenses partiam como favoritos, mas o Rebordelo jogava em casa e tinha apenas que vencer por dois golos de diferença. Com as contas ainda em aberto, muitos foram os adeptos das duas equipas que quiseram estar presentes em Rebordelo para assistir ao grande jogo da temporada, mas no final a festa acabou por ser verde e branca.

Jorginho foi o primeiro a conseguir acertar na baliza adversária, corria o minuto 18, rematando de fora da área uma bola que descreveu um arco perfeito, para acabar nas redes dos vinhaenses.

Nesta altura, o jogo estava equilibrado, e Bispo, um quarto de hora depois, aproveitou um lançamento para a área para conseguir um golo, tal como o primeiro, vindo do nada… uma vez que os lances de perigo nas duas áreas não foram muitos.

A primeira etapa acabaria pouco depois, com muito equilíbrio dentro e fora das quatro linhas, mas com as contas bem melhores para os visitantes, que continuavam a manter o seu adversário à distância de dois golos.

Na etapa complementar, o jogo piorou bastante, já que os jogadores acabaram por se entregar a uma sucessão de quezílias e entradas um tanto duras, deixando o futebol um pouco de lado, para desespero das bancadas, onde os ânimos pareciam aquecer, no mau sentido…

Depois, Serginho entrou na partida, numa altura em que Jorginho já havia perdido os seus dois defesas laterais por lesão, e os argozelenses acabaram por decidir a partida a seu favor. O ala fugiu uma mão cheia de vezes pela direita e só por milagre o Argozelo não conseguiu mais dois ou três golos. Numa dessas descidas, a dez minutos do fim do jogo, o jogador conseguiu servir Kita no miolo da área e o golo fechou o marcador, com um 1-2 que acaba por ser um resultado justo. Os argozelenses mostraram mais solidez e capacidade ofensiva, ante um rival que se bateu bem, mas nunca conseguiu aproximar-se do objectivo: marcar muitos golos.

Teixeirinha ainda não pensa no futuro

“Em nenhum momento do jogo senti que estivesse em risco o jogo [do título]. Sabia, e está ali escrito na parede, que um golo bastava, porque dificilmente consentiríamos três neste jogo”, disse o técnico no final da partida.

Por outro lado, o treinador referiu ainda que o Rebordelo estava um pouco nervoso e, por isso, a reviravolta seria difícil. Quanto à próxima temporada, o treinador ainda não pensou em nada: nem na sua continuidade, nem no plantel, nem onde a equipa irá jogar (possivelmente me Vimioso), uma vez que, referiu a temporada ainda não terminou e a hora agora é de festa.

Jorginho, do Rebordelo, destacou a qualidade da equipa adversária e os nervos, que acabaram por atraiçoar um pouco o seu onze. “O que falhou foi um bocadinho de ansiedade da minha equipa. Por outro lado, nós sabíamos que o Argozelo era uma equipa muito difícil. Eles entraram melhor no jogo, marcaram um golo e complicaram-nos muito a nossa tarefa…”, referiu.

Ficha do Jogo

Rebordelo 1 – Argozelo 2

Campo do Rebordelo

Rebordelo: Nelo (amarelo aos 71’), Bruno (amarelo aos 32’), Miguel (amarelo aos 60’), Márcio (amarelo aos 37’), Nuno Peseta, Luby (amarelo aos 64’), João (amarelo aos 58’), Bispo (Cláudio aos 65’), Meca (Melão aos 46’; amarelo aos 77’) e João Batista (Ludovia aos 45’).

Suplentes: Miguel, Gil, Pitofo e Mário.

Treinador: Jorginho

Argozelo: Pedro Vila, Adolfo, Zé Maleck, Nuno, Careca, Joel Jarrete (amarelo aos 15; Ricardo Diz aos 57’; amarelo aos 92’), Samuel, Pedro Martins (Paletas aos 74’), Luizinho, Kita e Jorginho (Serginho aos 65’).

Suplentes: Rui, Rocha, Rato e JP.

Treinador: Fernando Teixeira

Árbitro: Sílvio Gouveia

Assistentes: Carlos Meco e João Sá Vaz

 

 

Fonte: Mensageiro Notícias


Franklin Fernandes, atleta da Associação de Desportos de Combate de Macedo de Cavaleiros (ADCMC), venceu, no sábado, o Campeonato Nacional de Light-Kick, em Alenquer, depois de ter tido mais uma prestação de grande nível.

O atleta, que representa as cores macedenses, venceu dois adversários nos Nacionais, mas havia vencido anteriormente quatro adversários a nível regional, sendo que esta foi a sua primeira aparição em provas de Light-Kick.

A vitória foi o resultado de muito trabalho na academia de Macedo de Cavaleiros, e reflecte a filosofia do clube, que incute nos seus atletas a ideia de que com muito trabalho os resultados acabam sempre por aparecer.

Já este fim-de-semana, acontecerá a segunda etapa deste Nacional, com uma prova que terá lugar em Guimarães, onde vão estar, além de Franklin Fernandes, mais quatro atletas que representam as cores do clube nordestino. 

23 de Maio de 2010

O padre Calado Rodrigues deixou esta semana, ao fim de sete anos, a direção do Mensageiro de Bragança, um dos semanários regionais mais antigos da imprensa portuguesa.

 

Calado Rodrigues escusou-se a comentar a sua saída.

 

O bispo de Bragança-Miranda, D. António Moreira Montes, que até ao momento não foi possível contactar, terá agora de escolher um outro diretor para o semanário, de cariz católico, e controlada pela diocese.

 

Diário Digital / Lusa

 

 

 

publicado por Lacra às 18:43
21 de Maio de 2010

"Sábado é o grande dia! Vamos ter o desfile, que é o maior da Europa, este ano com cerca de 500 participantes com máscaras tradicionais de toda a Península Ibérica e um grupo da Irlanda", explica Hélder Ferreira, presidente da Progestur, associação sem fins lucrativos de gestão e desenvolvimento de turismo cultural, uma das entidades organizadoras. 

O desfile de sábado começa na Praça do Município e termina no Rossio, que reúne a maior parte dos eventos - concertos, provas produtos regionais e de vinho, artesanato e ateliês para crianças - das regiões de Portugal e de Espanha representadas no festival. 

De Portugal, desfilam sete grupos - "caretos", "velhos", "chocalheiros" e máscaros" de Mogadouro, Vinhais, Macedo de Cavaleiros, Lamego e Lagoa - e de Espanha chegam nove grupos - "boiteros", "vacas", "toros", "carnavales" e "sidros" de Ourense, Zamora, León, Cantábria e Astúrias -, além da presença, pela primeira vez no festival, de um grupo não ibérico: The Mummers, da Irlanda. 



O toque de fertilidade irlandesa

"Mummers" significa "lugar da fertilidade", explica Jim Ledwith, um dos membros do grupo, que começou a animar Lisboa com um concerto de música tradicional irlandesa no Rossio, mas sem máscaras porque estava um calor insuportável, no arranque do festival, na quinta feira, e que promete também conquistar os portugueses, sobretudo as portuguesas. 

"Somos a fertilidade, o florescer da Natureza, e representamos a colheita, a generosidade da terra", prossegue o irlandês, um dos 20 membros do grupo que no sábado vai percorrer a Baixa de Lisboa com máscaras de palha. 



"Temos também um cavalo branco que ataca portugueses - porque não?" Cada mulher tocada pelo cavalo, garante Jim Ledwith, terá uma criança em seis meses. "Chamamos a isso fazer novos amigos por muito tempo..."


Ao longo dos quatro dias do Festival da Máscara Ibérica, a organização espera pelo menos repetir os números da edição do ano passado, com 300 mil pessoas, segundo números da Polícia Municipal. O presidente da Progestur, diz que são aguardados cerca de 30 órgãos de comunicação social estrangeiros, entre os quais quatro televisões espanholas e uma francesa. 

Hoje é o dia de Cáceres, com provas de queijos e azeites, o concerto do grupo Cerandeo no Rossio e gastronomia desta região no restaurante Casa do Leão, no Castelo de São Jorge. Sábado é o dia de Zamora, também com provas de produtos regionais e o espetáculo do grupo Xera, das Astúrias, no Rossio e gastronomia no restaurante Terraço, no Hotel Tivoli. 


O festival encerra no domingo, com as atuações da Banda de Gaitas de Viana do Bolo, dos Saca Sons, de Zebreira, e ainda dos Tanira e Roncos do Diabo, de Portugal. 



 

Fonte: Lusa


A câmara de Bragança quer encontrar uma nova forma de efectuar o transporte público urbano tendo em conta o despovoamento e a baixa densidade populacional que já afecta esta zona. Actualmente o serviço, que assinala 25 anos de existência, dá resposta às necessidades da população da área urbana e da área rural. No entanto, teme-se que, no futuro, o actual sistema de funcionamento esteja desajustado da realidade, tornando-se dispendioso.

“Actualmente estamos bem servidos, mas temos de encontrar uma solução que, no futuro, se ajuste ao concelho e que possa garantir a qualidade e o conforto, com um menor preço, optimizando recursos”, explicou o vice-presidente da autarquia, Rui Caseiro.

A situação tem estado a ser analisada e os técnicos da câmara têm tomado contacto com outras realidades de territórios semelhantes, em outros países, como seja a vizinha Espanha. Uma das modalidades que é aplicada lá fora é o transporte a pedido, ou seja, mediante a solicitação antecipada das pessoas é disponibilizada uma rota e um determinado meio de transporte (táxi, pequenos autocarros). Mas há outras estratégias, como apontou Rui Caseiro.

“Há territórios semelhantes, como Valladolid ou as Astúrias, em Espanha, em que usam métodos que têm em conta a baixa densidade populacional e o despovoamento. Pensamos que podem ser usados no concelho mas com os devidos ajustamentos”.

A câmara está a “avaliar todas essas situações” com o objectivo de definir um modelo adequado ao concelho de Bragança. A realização do estudo foi alvo de uma candidatura ao Instituto de Mobilidade Terrestre e Transportes (IMTT) que, informalmente, já deu uma resposta positiva.

“Aguardamos apenas uma resposta oficial para podermos iniciar o estudo”, garantiu Rui Caseiro.

A autarquia pretende que o estudo esteja concluído até Setembro, altura em que se vai realizar na cidade um seminário dedicado à temática – “transportes públicos em zonas rurais, que futuro?”

Outra das iniciativas a implementar, até Setembro, é o “STUB Mobile” – um programa que vai permitir aos utilizadores dos transportes urbanos descarregar os horários do STUB para o telemóvel.

Bragança é uma das oito cidades, no país, com transporte público urbano há mais tempo, a par com Lisboa, Porto, Braga, Aveiro, Coimbra, Barreiro e Portalegre. O serviço foi iniciado em 1985, no mandato do então autarca José Luís Pinheiro, com quatro linhas urbanas, e rapidamente se tornou um sucesso, com grande adesão por parte da população.

Em 1987 o serviço expandiu-se às zonas rurais, nomeadamente às aldeias envolventes, e, desde então, tem vindo a ser adaptado e ajustado às necessidades dos cidadãos.

Em 2005 foi criada a Linha Azul, uma linha exclusiva do centro da cidade e percorrida unicamente por autocarros eléctricos. Actualmente existem 12 linhas rurais e quatro linhas urbanas asseguradas por uma frota de 18 viaturas e 24 motoristas.

Só nas linhas urbanas, em 2009, registou-se um total de 154 971 passageiros. A Linha Azul é a mais utilizada com um total de 44 177 passageiros.

 

20 de Maio de 2010

Um operário de 52 anos morreu, ontem manhã, depois de ser colhido por um bulldozer, nas obras do IP2, em Assares, Vila Flor, distrito de Bragança.

O acidente deu-se pelas 11h30, quando um bulldozer recuou para facilitar a manobra de descarga de pedras a um camião. Não se tendo apercebido logo da marcha-atrás, o homem caiu quando tentou fugir e foi colhido pela máquina que quase o cortou ao meio. Quando os bombieros chegaram ao local já não havia nada a fazer.

O IP2 irá ligar Macedo de Cavaleiros a Celorico da Beira e faz parte da Concessão Douro Interior.

publicado por Lacra às 08:50

O presidente da Associação Comercial de Bragança (ACISB) considera que o Shopping de Bragança foi um “mau projecto”. Seis anos após a sua abertura, são muitas as lojas comerciais que começam, agora, a regressar ao centro da cidade, deixando cada vez mais espaços vagos no centro comercial.

António Carvalho, que inicialmente apoiou a construção daquele espaço e até a deslocalização de algumas lojas de comércio tradicional para o seu interior, conclui agora que “foi uma má aposta”.

“Nós chegamos a entusiasmar alguns associados a deslocarem-se para o centro comercial porque é um espaço fechado, aprazível e teriam possibilidades de praticar outro horário, que é uma questão pela qual me tenho batido”, apontou António Carvalho.

No entanto, os custos com os condomínios, rendas, obrigatoriedades e exigências têm levado vários comerciantes a queixarem-se da situação e outros a sair. A par dos custos “elevados”, o presidente da ACISB critica ainda a estrutura arquitectónica daquele espaço.

“Nunca me lembro de entrar num centro comercial em que percorresse um corredor e  tivesse de voltar para trás. Não é a melhor estrutura”, considerou.

O regresso ao centro da cidade é visto com bons olhos pelo presidente da Associação Comercial. No entanto, este regresso pode acarretar o esvaziar gradual do Shopping, uma situação que, no entender de António Carvalho, só irá depender “de quem o gere”.

“Se me perguntarem o custo da renda naquele espaço, eu digo que baixaria para metade, mas eu não sei qual é o orçamento daquele centro”, apontou.

António Carvalho lamenta que as esperanças de muitos associados que investiram naquele espaço comercial tenham saído goradas mas considera que este regressar ao centro da cidade até pode ser positivo, desde que os horários se alterem de forma a dar resposta ao ritmo de vida da cidade.

“É um apelo que tenho feito, embora não seja ouvido, mas não desisto dessa ideia”, afirmou, apontando que, numa cidade de serviços, como é a cidade de Bragança, o comércio tem de adoptar horários semelhantes aos da vizinha Espanha.

 

 


O Centro Social e Paroquial de Rebordãos está a levar a cabo um projecto de implementação de teleassistência que permite aos idosos terem acompanhamento 24 horas por dia, todos os dias do ano.

O sistema consiste, basicamente, na instalação de um aparelho intercomunicador ligado à linha telefónica e na atribuição de uma pulseira a cada idoso. Sempre que o idoso se sinta sozinho ou com algum problema, basta que carregue no botão da pulseira ou do intercomunicador para, do lado de lá, alguém responder.

Previamente, cada idoso que adira ao projecto fornece todos os seus dados pessoais e de saúde para que a central tenha a ficha de cada um deles.

Caso o idoso carregue no botão e não consiga falar com os assistentes, estes ligam de imediato para o telefone de casa ou para as pessoas indicadas pelos idosos a contactar em caso de emergência. Se nenhum deles atender a chamada, os assistentes telefonam então para a PSP, para os Bombeiros ou para o médico de família, consoante o caso e a necessidade.

A teleassistência pode funcionar, ainda, para relembrar os utentes da hora a que têm de tomar a medicação, desde que tal seja solicitado.

O custo para os utentes do Centro Social é de 10 euros mensais, mas o sistema pode ser instalado nas casas de pessoas que não sejam utentes sendo o custo de 20 euros por mês. A garantia é de acompanhamento 24 horas por dia, todos os dias do ano e, mesmo os casos em que a luz falhe, estão salvaguardados – os aparelhos funcionam autonomamente durante seis horas.

Actualmente, o Centro Social implementou já 15 aparelhos de teleassistência e prepara-se para instalar outros tantos, não só em Rebordãos mas também nas aldeias de Mós, Sarzeda, Carrazedo e Nogueira.

A maioria das pessoas que requisitaram estes aparelhos vivem sozinhas e não têm familiares nas proximidades. Foi tendo em conta esta realidade que o Centro Social e Paroquial de Rebordão decidiu implementar este projecto, pioneiro em todo o concelho de Bragança, conforme explicou a directora técnica, Jacinta Lemos.

“Decidimos aderir a este projecto porque só fazemos o acompanhamento dos utentes durante o dia, com o serviço de apoio domiciliário. Não há outras respostas e os idosos transmitiam essa necessidade de acompanhamento durante 24 horas”, apontou.

E se durante o dia os idosos ainda vão convivendo uns com os outros na aldeia, já durante a noite a maioria sente o peso da solidão e do isolamento. Até ao momento, os 15 que aderiram a este sistema ainda não apresentaram nenhuma situação de emergência em que se tivessem de socorrer do equipamento. No entanto, já quase todos eles carregaram no botão por “necessidade de falar com alguém”, como constatou Jacinta Lemos.

“Ainda não houve nenhuma situação de emergência, só houve mesmo situações de solidão e necessidade de desabafar

Isso mesmo relataram alguns dos utentes, como José Augusto dos Santos, de 83 anos, a viver na Sarzeda, que encontrou na teleassistência um “amigo”: “tenho os meus filhos que me ajudam mas não estão aqui comigo. Assim, com a teleassistência é como um amigo que ali está para me ajudar numa hora difícil”.

Ao mesmo tempo, José Santos garante que se sente mais seguro e “protegido”. Embora ainda nunca tenha passado por nenhuma situação urgente, já carregou no botão e, em cerca de 20 segundos, alguém do outro lado lhe dizia: “boa tarde senhor José, precisa de alguma coisa”.

“Como estou sozinho, às vezes, apetece-me falar com alguém. Carrego no botão e elas dão-me uma palavra amifa ”, contou.

Como José Santos, também Baptista Ferreira, de Nogueira, com 76 anos, já usou a teleassistência umas “duas ou três vezes” e “só para conversar”.

Outras situações mais “caricatas” também ocorrem. Aurora Piedade, de Rebordãos, levantou-se, num Sábado, às seis da manhã e, sem querer, carregou no botão da pulseira. “Depois ligaram-me a ver se estava tudo bem, tinha carregado sem querer”, contou.

Já Carmo Gomes, também de Rebordãos, ainda não utilizou a teleassistência mas sabe que pode ser “útil a qualquer momento”.

“Pode ser útil a qualquer momento. Se acontece alguma coisa de noite, carrega-se no botão e já está. É muito bom porque, infelizmente, há muitas pessoas que estão sós”.

O Centro Social e Paroquial de Rebordãos foi criado em 2004 e tem capacidade para 30 utentes na valência de serviço de apoio domiciliário. Para além da confecção e entrega de refeições, higiene pessoal, higiene habitacional, serviço de lavandaria, acompanhamento exterior, ajudas técnicas, entre outras, o Centro desenvolve, também, todas as quintas-feiras, um projecto inter-geracional com as escolas do primeiro ciclo e jardim-de-infância de Rebordãos.

 

Novas Tecnologias no combate à exclusão

O Centro Social e Paroquial de Rebordãos está ainda a desenvolver um projecto que visa envolver os utentes no mundo das novas tecnologias e, ao mesmo tempo, combater a exclusão. Para tal, a instituição vai disponibilizar computadores com acesso à internet e vai fornecer formação básica para que eles possam comunicar com os familiares.

19 de Maio de 2010

A Câmara Municipal de Alfândega da Fé organiza, hoje, a apresentação da Feira da Cereja no restaurante Foz Velha, no Porto, propriedade do prestigiado Chefe Marco Gomes, natural de Alfândega da Fé. Esta divulgação, que pretende atingir possíveis visitantes provenientes de outras regiões, vai consistir na realização de um almoço, no qual a cereja de Alfândega da Fé será o ingrediente principal, servindo de mote para a apresentação da edição deste ano da Festa. A degustação visa dar a conhecer as características e potencialidades do fruto, que já se tornou a imagem de marca deste concelho do Nordeste Transmontano. A Festa da Cereja de Alfândega da Fé irá decorrer entre os dias 10 e 13 de Junho, este ano sob a designação Festa da Cereja, em vez de à Feira da Cereja. Segundo a organização, esta mudança de nome traduz-se também em novas linhas orientadoras para o evento. A Festa será apresentada novamente antes do final deste mês, na própria localidade onde se irá realizar.

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obrigado Cris:)
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