Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
27 de Abril de 2010

A Associação de Desportos de Combate de Macedo de Cavaleiros levou sete atletas à Taça de Portugal, disputada no dia 25 de Abril, em Alenquer, nas modalidades de Light-Contact e Low-Kick e, mais uma vez, primou pelos bons resultados: em onze combates, seis vitórias.

A atleta Clícia Queiroz venceu, mais uma vez, a categoria de +65 kg, mostrando o motivo pelo qual nunca foi derrotada em Light-Contact: em três combates, três vitórias. Já Tânia Afonso, (-55kg), venceu o primeiro combate com a atleta experiente e campeã nacional de Full Contact, Mencília Pereira. Apesar de ter feito uma das suas melhores prestações, Tânia Afonso acabaria por perder na final.

O atleta Franclim Fernandes, (-79 kg), jogou na categoria acima e venceu o primeiro comabate por unanimidade. Franclim foi derrotado pelo atleta da selecção nacional, Hugo Matos, dando excelente réplica e fazendo, provavelmente, o seu melhor combate até agora.

A estreia de Carolina Cadavez juniores, (-60 kg), pautou-se pela positiva. No primeiro combate a atleta venceu mostrando toda a qualidade e técnica e comprovando as expectativas que o mestre Luís Durão depositou nela para esta prova.

O Daniel Martins, (-84Kg), perdeu o seu combate mas deixou boas indicações. Já  Leandro Ferreira, (-63Kg), fez uma estreia muito boa tendo perdido com um atleta mais experiente, mas apenas por maioria de juízes.

Por fim, Hélder Ferreira, (-74 kg), fez uma boa exibição mas perdeu com o atleta açoriano.

O Hélder Ferreira (-74Kg) perdeu com um atleta açoriano mas teve mais uma boa exibição como tem sido hábito.

As provas contaram com a participação de mais de 300 atletas de todo o país, fazendo desta prova a mais concorrida de sempre.

Foram várias as equipas que inscreveram o número máximo de atletas, inclusive os seus mestres, para tentar levar a taça para casa, aumentando o nível de exigência e dificuldade da prova. A elevada afluência fez com que os combates de Light-Contact tivessem apenas dois assaltos em todas as classes etárias.

Apesar dos bons resultados conseguidos, Luís Durão, mestre e responsável da Associação de Desportos de Combate de Macedo de Cavaleiros, frisa as dificuldades associadas à deslocação, feita em viaturas próprias, no próprio dia do combate.

Ainda assim, o principal objectivo do mestre era a rodagem de atletas para a participação no Campeonato Nacional, agendado para Maio.

 

Foto retirada da Associação de Desportos de Combate de Macedo de Cavaleiros


Vários moradores da rua Alexandre Herculano, no centro da cidade de Bragança, queixam-se do ruído provocado pelos carros sempre que passam pelo local. É que há duas tampas cujo cimento rebentou e sempre que algum carro passa no local levantam ligeiramente, caindo com estrondo.

O barulho é tal que há mesmo moradores que afirmam ter de tomar comprimidos para conseguir dormir, à noite. Mas durante o dia a situação não é melhor, segundo alguns dos trabalhadores e proprietários do comércio local daquela zona.

“Eu já estive para me por aqui no meio da rua a ver se os carros não passam por cima da tampa”, contou Alice Miranda. Trabalhadora de uma lavandaria mesmo em frente ao local onde os carros pisam a dita tampa, Alice queixa de estar o dia inteiro a ouvir aquele barulho “ensurdecedor”.

“É insuportável, ao fim do dia fico com a cabeça maluca”, apontava.

Também Maria Odete, moradora naquela rua, queixa-se do mesmo, “dia e noite, sempre o mesmo barulho”, e nem com vidros duplos a situação melhorou. A moradora queria que a câmara cimentasse novamente aquela infra-estrutura que, segundo afirmou, se encontra naquele estado há pelo menos um mês.

Esta já não é a primeira intervenção que a câmara faz no local, segundo contou José Francisco Fernandes, também morador naquela rua. No local até chegou a estar uma chapa de ferro, antes de ter sido resolvida a situação. Depois, o cimento voltou a rebentar, talvez fruto das últimas chuvadas que se fizeram sentir.

Embora o único problema seja mesmo o barulho que os carros provocam ao passar no local, José Francisco Fernandes alerta para a “tortura” que é estar “constantemente”, há mais de um mês, dia e noite, a ouvir o constante bater do ferro nos paralelos. O morador faz até uma simples comparação com a “tortura da gota de água” que não mata, mas mói.

Os moradores já deram conta do caso à câmara e esperam uma rápida intervenção.

 

publicado por Lacra às 08:37

A comitiva desceu ao vale esventrado pelos trabalhos que hão-de fazer erguer a barragem da EDP. Primeiro uma olhadela no projecto em papel, depois um passeio em terra batida, entre o vai-vem de máquinas e o frenesim dos operários. "Então, o senhor vem de onde?", perguntava o secretário de Estado, Paulo Campos, ao armador de ferro Constantino Amaral. "Sou de Cinfães do Douro", respondeu-lhe. Parco em palavras. Ele mal o ouvia, por causa das protecções nos ouvidos. Uma entre muitas preocupações com a segurança. "Tenho ainda capacete, luvas, cinto e outras. Andam sempre aí a ver se alguém se esquece", tornou.

Dormitórios climatizados

No estaleiro, Paulo Campos viu dormitórios com ar condicionado, refeitório, bar com TV e canais por cabo, Internet e uma sala de jogos. Ora, já que ali estavam, vai uma partida de matraquilhos? Claro que sim. O secretário de Estado e o autarca de Moncorvo contra o presidente do sindicato e o director da obra. Ganharam os primeiros. Ninguém sabe se seria diferente no campo de futsal no exterior. Certeza, apenas a do presidente do SCP, Albano Ribeiro: "O exemplo destas obras deve ser seguido. Há poucas com estas condições".

Manuel Cantigas, encarregado de obras, explicou a seguir que "a segurança implementada e permanentemente fiscalizada é suficiente, mas que por vezes alguns operários têm dificuldades em acatar normas novas…" "Mas têm de acatar", atalhou Paulo Campos. Para que cada vez morra menos gente nas obras e quando vão passar o fim-de-semana a casa.

A concessionária do IC5 e IP2 (Douro Interior) também apresentou, ontem, a Paulo Campos as medidas de segurança implementadas no estaleiro da Chã, em Alijó. Tal como no Sabor, o governante considerou que havia "excelentes condições".

 

Fonte: JN

 



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