Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
20 de Outubro de 2009

“Pare, escute e olhe” é um documentário de Jorge Pelicano, com produção de Rosa Silva, que retrata todo o Vale do Tua e as questões relacionadas com a linha do comboio e a possibilidade de construção de uma barragem naquele local.

Segundo o autor, “Pare, Escute e Olhe” é um retrato do despovoamento de Trás-os-Montes, através da linha ferroviária do Tua, actualmente “ameaçada de morte” pela construção da barragem de Foz Tua.

O documentário analisa a decisão política de encerrar metade da linha, entre Bragança e Mirandela, em Dezembro de 1991, uma “sentença” que 15 anos depois “amputou o rumo do desenvolvimento, acentuou as assimetrias entre o litoral e interior de Portugal”.

O realizador diz ainda que “Pare, Escute e Olhe” é também “uma viagem através de um Portugal esquecido, vítima de promessas políticas oportunistas”.

A estreia do documentário foi no domingo, 18 de Outubro, no Cinema Londres, e, dia 19 no Culturgest, ambos em Lisboa. No dia 22 de Outubro o documentário foi também exibido em Seia.

O Movimento Cívico pela Linha do Tua já congratulou o autor do filme e veio afirmar que o documentário vem reforçar a “convicção” numa Linha do Tua renovada e “numa região revigorada a partir desta, onde a barragem é uma ofensa total à própria identidade do país”.

Jorge Pelicano é também o autor do documentário “Ainda há pastores?”, realizado há três anos atrás. 

19 de Outubro de 2009

Há cada vez mais pessoas a solicitar ajuda alimentar e pedidos de revisão de mensalidades junto das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Bragança. Ainda que não haja dados, o núcleo brigantino da Rede Europeia Anti-Pobreza (REAPN) avança que a pobreza está a aumentar, por um lado, devido ao envelhecimento da população e, por outro lado, devido ao momento de crise internacional.

No dia que antecedeu o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, assinalado a 17 de Outubro, a REAPN organizou uma marcha para sensibilizar a sociedade civil para o fenómeno. Segundo Pedro Guerra, responsável da REAPN, há cada vez mais a chamada “pobreza envergonhada”, como explicou.

São pessoas que à partida não apresentam sinais de dificuldade mas que, por um ou outro motivo, passam sérias dificuldades.

“São pessoas que estavam bem na vida e que se viram desempregadas, outras são pessoas com baixos salários ou que passaram por alguma situação de doença ou desemprego do cônjuge”, apontou Pedro Guerra.

Embora sem números, a REAPN afirma que há um aumento de procura do refeitório social, de ajuda alimentar e de revisão de mensalidades para Apoio Domiciliário ou para os Ateliers de Tempo Livre.

Segundo Pedro Guerra há mesmo famílias com dificuldades em pagar mensalidades ou mesmo material escolar e didáctico para os filhos.

“Nunca como este ano tivemos tantos pedidos de revisão de mensalidade, isso, só por si, já é um fenómeno que antes não existia e que nos leva a concluir que há mais dificuldades”, contou.

A REAPN quer agora estudar o fenómeno em parceria com o Instituto Politecnico de Bragança. O estudo está a dar os primeiros passos para que, no próximo ano, Ano Internacional para a Erradicação da Pobreza, haja números que permitam elaborar um plano com objectivos prioritários.

“Para nós é muito importante ter dados concretos, números, para saber onde devemos actuar e intervir prioritariamente. Sem dados fazemos aquilo que achamos que é o mais correcto e que nem sempre poderá corresponder à realidade”.

É por isso também que o núcleo brigantino da REAPN quer avançar para a criação de um Observatório da Pobreza, um objectivo já delineado no ano passado e que já existe no Porto e em Lisboa. No entanto, tem havido muitas dificuldades já que esta seria uma estrutura “muito pesada” e que envolveria uma série de investimentos.

Enquanto não é possível criar o Observatório da Pobreza, Pedro Guerra apela às pessoas com sérias dificuldades para que procurem ajuda e que “não tenham vergonha”.

“As pessoas não se devem envergonhar e devem pedir ajuda, seja na câmara, nas juntas de freguesia, na Segurança Social, nas IPSS’s ou na própria REAPN que tem as portas abertas e pode encaminhar os casos para as instituições devidas”.

O núcleo brigantino da REAPN participou ainda no Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza assinalado na Foz do Arelho onde um conjunto de pessoas deu o seu testemunho sobre a pobreza e exclusão social. Os relatos ficaram registados num documento que será enviado à Assembleia da República para que sejam criadas estratégias que combatam estes novos fenómenos de pobreza e de exclusão social.

 

 

publicado por Lacra às 11:11

 O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria e Turismo do Norte acusam o Hospital de Bragança de não querer reintegrar seis trabalhadores que ali prestam serviço há cerca de dez anos.

Os trabalhadores estavam contratados pela empresa Such (Serviços de Utilização Comum dos Hospitais) há cerca de dez anos. No entanto, segundo o sindicato, agora o Hospital de Bragança quer ficar com este serviço e “obrigar” os trabalhadores a concorrem ao seu posto de trabalho.

Alguns dos trabalhadores em causa contaram à imprensa que no Hospital lhes terão dito apenas que a Such deixaria de prestar serviços e que teriam de concorrer novamente e assinar um novo contrato de trabalho.

“O que nos disseram é que quem não assinou ou é despedido ou vai para Mirandela”, contaram.

Francisco Figueiredo, do sindicato, considera que o Hospital de Bragança está a cometer uma ilegalidade. “O direito à segurança no emprego é um direito constitucional. De acordo com a Constituição da República e com a directiva comunitária do direito à segurança no trabalho, a administração não pode fazer isso”, explicou.

No entender do sindicalista, o Hospital “ao tomar conta do serviço, tem de tomar conta dos trabalhadores, prevalecendo os direitos adquiridos, inclusive a antiguidade”.

Segundo o sindicato, grande parte dos trabalhadores terá sido “pressionado” a assinar um novo contrato, de termo incerto,  que permite agora o “fácil despedimento”. Sem assinar ficaram apenas seis trabalhadores que reclamam que esta não é a única situação problemática.

Segundo afirmaram, já por várias vezes houve a tentativa de dialogar com a empresa Such devido a uma classificação incorrecta de categoria. Os trabalhadores estão classificados como empregados de limpeza mas alegam que prestam serviços de auxiliares de acção médica.

Esta situação chegou a ser denunciada pelo Sindicato à Autoridade para as Condições do Trabalho, mas, segundo Francisco Figueiredo, “nunca houve interesse em fazer cumprir a lei, reclassificar os trabalhadores e remunerá-los de acordo com as funções que exercem”.

O Sindicato vai agora tentar reunir com a administração do Hospital e com a administração da empresa Such para tentar resolver o problema.

Em declarações à imprensa, a administração do Hospital declarou que não há qualquer ilegalidade na forma como está a decorrer o processo. A administração garante que os trabalhadores estão a ser admitidos no quadro e dentro da lei, refutando as acusações de precariedade ou de ameaça de despedimentos.

A administração disse ainda que foi aberta uma bolsa de recrutamento, devidamente publicitada, e que apenas seis trabalhadores não concorreram. Não obstante, a administração garante que os postos de trabalho não estão em causa. 

publicado por Lacra às 09:46
15 de Outubro de 2009

 A contratação de docentes para as Actividades de Enriquecimento Curricular na área de Actividade Física e Desportiva está a levantar polémica em Bragança. Cinco docentes da área reclamam ter sido excluídos do processo de candidatura por critérios que desconhecem já que desde 2006 têm sido seleccionados para leccionar Actividades de Enriquecimento Curriculares na área da Actividade Física e Desportiva. A câmara adjudicou o processo de candidaturas à empresa ZonaMeeting, empresa que, segundo os signatários, já trabalhou com a autarquia em anos anteriores. Os signatários desconhecem, por isso, quais os motivos da sua exclusão do concurso até porque afirmam que foram seleccionadas pessoas “sem qualquer formação docente ou pedagógica”, sendo que entre os seleccionados alguns têm médias de curso mais baixas, “alguns até quatro valores inferiores”.

“Mantendo-se, desde 2006/07, os critérios para a selecção dos candidatos não se alcança como podem os signatários terem sido excluídos”, escrevem numa exposição enviada à imprensa e a outras entidades. Os professores signatários afirmam ainda que, entre os processos de selecção da empresa, estão critérios como área de residência do candidato, profissionalização em ensino, média final de curso e anos de experiência nas Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC). Resta saber qual a ponderação atribuída pelo júri a cada candidato relativamente a cada item de selecção bem como as respectivas classificações finais. Os signatários dizem ter solicitado à empresa, por escrito, essa informação mas até ao momento não receberam qualquer resposta. Da mesma forma, os professores requereram à autarquia a listagem do corpo docente seleccionado, tal como a avaliação curricular, mas não obtiveram qualquer resposta. No entender dos professores, estas faltas de respostas, quer por parte da empresa, quer por parte da autarquia, demonstram “falta de respeito, falta de interesse e falta de transparência”. Os signatários acreditam até que está em causa uma “utilização ilegal de dinheiros públicos”: “é preocupante quando a câmara insiste em vender as AEC a empresas privadas e utilize dinheiro do ministério da Educação para a contratação de qualquer pessoa que não possui habilitação para o ensino e sem profissionalização, em detrimento de profissionais qualificados, habilitados e profissionalizados”. À imprensa, a câmara rejeitou qualquer responsabilidades enquanto que a empresa ZonaMeeting garantiu apenas cumprir com todos os requisitos legais.

publicado por Lacra às 09:50
13 de Outubro de 2009

 Argozelo decide vencedor em Tribunal

Em eleições todos os votos contam e se dúvidas há o Tribunal decide. Foi o que aconteceu em Argozelo, concelho de Vimioso. Havia dúvidas relativamente a dois boletins de voto e um possível empate entre os dois candidatos do PS e do PSD. Os ânimos ainda se exaltaram e a situação só foi resolvida depois de chamada a GNR ao local para levar os votos a serem contados pelo Tribunal. Já de madrugada surgiu a decisão que ditou a vitória do PSD por apenas três votos. Os dois boletins de voto que suscitavam dúvidas acabariam por ser considerados nulos.

 

PSD prossegue com queixa à CNE

Mas problemas houve também no concelho de Vinhais. Durante a manhã, duas secções de voto que funcionavam no espaço da câmara municipal foram encerradas devido a uma queixa do PSD. É que no local existiam câmaras de vigilância e, segundo os delegados do PSD, tal poderia condicionar o sentido de voto dos eleitores.

A queixa prosseguiu para a Comissão Nacional de Eleições mas, ao que consta, as câmaras de vigilância estariam desligadas e foram depois cobertas para assegurar uma completa confidencialidade.

A GNR não tomou conta da ocorrência por não ter legitimidade para entrar numa assembleia de voto sem solicitação do presidente da mesa.

 

França repete eleições para a freguesia

Na freguesia de França, concelho de Bragança, as eleições para a Junta de Freguesia vão voltar a repetir-se neste próximo domingo, 18 de Outubro. É que a população votou igualmente para o PSD e para o PS, dando 141 votos a cada uma das forçar partidárias.

Também na freguesia da Lavandeira, em Carrazeda de Ansiães, os votos ficaram divididos entre a coligação PSD/CDS-PP e o PS, com 88 votos cada. No entanto, dado que estes votos foram para a câmara municipal e não para a Assembleia de Freguesia, não é necessário realizar novo sufrágio. 

12 de Outubro de 2009

 Um “rombo” para o PSD, uma “vitória” para o PS - foi desta forma que os dirigentes das estruturas distritais analisaram os resultados eleitorais das autárquicas. O PS conseguiu “conquistar” duas câmaras ao PSD, a de Miranda do Douro e Alfândega da Fé, e manter as quatro que já tinha – Freixo de Espada à Cinta, Torre de Moncorvo, Vila Flor e Vinhais.

Por seu lado, o PSD reconquistou a câmara de Mogadouro, Bragança, Vimioso e Mirandela, esta última com a melhor votação de sempre. Os sociais-democratas ganharam ainda a câmara de Macedo de Cavaleiros e Carrazeda de Ansiães em coligação com o CDS-PP.

Em termos distritais, o PS sai das autárquicas com mais de seis mil votos de diferença para o PSD e o PSD com cerca de 20 mil votos a menos que nas eleições de 2005. Resultados considerados “excelentes” pelo presidente da federação socialista, Mota Andrade que atribuiu aos candidatos e ao trabalho de campanha esta “grande vitória”.

As duas surpresas da noite – a conquista de Miranda do Douro e de Alfândega da Fé – não causaram qualquer “espanto” ao dirigente rosa que contava já com uma vitória socialista. Em Miranda do Douro, o candidato Artur Nunes conseguiu ser eleito com 52,62 por cento dos votos contra 44,05 por cento dos votos do candidato do PSD, Américo Tomé. Neste concelho, o PSD decidiu apostar em Américo Tomé, vereador do anterior executivo, depois do ex presidente Manuel Rodrigo ter anunciado que não se recandidatava ao cargo.

A aposta em Artur Nunes, candidato independente apoiado pelo PS, causou alguma consternação na concelhia local mas revelou-se uma “boa aposta” de Mota Andrade, como o próprio frisou na noite eleitoral.

Já em Alfândega da Fé, Berta Nunes conseguiu, à segunda tentativa, obter a maioria dos votos pelo PS, contra o candidato do PSD/CDS-PP. Este foi mais um dos concelhos em que o anterior autarca, João Carlos Figueiredo, decidiu não se recandidatar abrindo caminho a um elemento do seu executivo, no caso Arsénio Pereira. Apesar da coligação PSD/CDS-PP, os votos caíram maioritariamente nos socialistas que ganharam com uma margem de 402 votos. Recorde-se que, nas anteriores eleições autárquicas, o PSD conseguiu reeleger-se à câmara contra a candidata Berta Nunes por uns escassos 57 votos.

O PS consegue ainda o “feito histórico” de ganhar em todas as seis freguesias do concelho de Freixo de Espada à Cinta e do concelho de Vinhais, neste último conseguindo chegar quase aos 70 por cento de votação.

Vila Flor manteve-se também rosa reelegendo Artur Pimentel para mais um mandato, o último depois de 16 anos à frente do executivo camarário. Também em Torre de Moncorvo, Aires Ferreira, autarca há 20 anos, conseguiu a sua reeleição pelo PS, mas “à tangente”, com uma perigosa margem de 163 votos a mais que a coligação PSD/CDS-PP.

 

Efeito “contaminação”

 

A explicação para estes resultados eleitorais está no “efeito contaminação”, como lhe chamou o presidente da distrital laranja. No entender de Adão Silva, se o PSD tivesse ganho as eleições legislativas, talvez os resultados das autárquicas fossem melhores para os sociais-democratas. Exemplo disso, afirma, é o caso de Miranda do Douro, Alfândega da Fé e Torre de Moncorvo, concelhos onde o PSD esteve “taco a taco” com o PS e perdeu.

Mas Adão Silva dá ainda outro exemplo deste “efeito contaminação”: o concelho de Mirandela. Neste concelho, o candidato laranja, José Silvano, conseguiu o seu melhor resultado de sempre, sendo reeleito com 52,87 por cento dos votos. Para além da “excelência do candidato”, Adão Silva considera que também que, no dia da decisão, pesou muito a política que o Governo socialista adoptou e que levou ao encerramento da maternidade.

“Nas eleições autárquicas as pessoas vivem intensamente e fazem ajustes de contas, tanto pela personalidade dos candidatos, como pelo trabalho que estes fizeram, no caso de recandidaturas, como pelo que foi feito pela família política que representam”, apontou.

O dirigente laranja encontra a mesma razão para a subida do PS em Mirandela que, apesar de derrotado, conseguiu ultrapassar o CDS-PP, que era neste concelho a segunda força política. É que, conforme relembrou Adão Silva, a candidata socialista por Mirandela, Júlia Rodrigues, sempre se destacou pela crítica contra as políticas adoptadas pelo Governo naquele concelho, reagindo contra o encerramento de serviços. Uma posição de relativo afastamento que, no entender de Adão Silva, a “beneficiou” com dois mandatos quando em 2005 não tinham conseguido nenhum.

No entanto, o “efeito contaminação” poderá não explicar tudo. Em Bragança, por exemplo, o PSD ganhou com maioria mas perdendo três mil votos e um mandato a favor da candidatura independente de Humberto Rocha.

Também em Macedo de Cavaleiros, apesar da “estrondosa” vitória da coligação PSD/CDS-PP, com 53,96 por cento, a junta de freguesia urbana passou para as mãos do PS, que ganhou com uma escassa margem de 94 votos.

Já em Carrazeda de Ansiães, a candidata independente saída da fileira social-democrata, Olímpia Candeias, ia “estragando” a festa aos companheiros de partido. O PSD coligado com o CDS/PP conseguiu ganhar com uma margem inferior a 1,5 pontos percentuais, igualando com a candidata independente em número de mandatos, (dois para cada um).

Contas feitas, o PS ganha seis câmaras e o PSD outras seis, um cenário politico que certamente se alterará daqui a quatro anos, já que dos nove presidentes que se recandidataram, apenas dois poderão voltar a concorrer -  José Santos, de Freixo de Espada à Cinta, e Américo Pereira, de Vinhais -, devido à lei da limitação de mandatos.

 

Alfândega da Fé

PS: 52,56 por cento

PSD 43,72 por cento

CDU 0,97 por cento

 

Bragança

PSD 48,19 por cento

PS 27,56 por cento

XIII 16,14 por cento

CDS-PP 2,37 por cento

CDU 1,62 por cento

BE 1,25 por cento

 

Carrazeda de Ansiães

PSD/CDS-PP 35,41

III 34,07 por cento

PS 23,44 por cento

BE 2,29 por cento

CDU 0,52 por cento

PPM 0,46 por cento

 

Freixo de Espada à Cinta

PS 55,44 por cento

PSD/CDS-PP 40,72 por cento

CDU 0,79 por cento

 

Macedo de Cavaleiros

PSD/CDS-PP 53,96 por cento

PS 38,73 por cento

CDU 2,98 por cento

 

Miranda do Douro

PS 52,62 por cento

PSD 44,05 por cento

CDU 0,78 por cento

 

Mirandela

PSD 52,87 por cento

PS 25,25 por cento

CDS-PP 16,6 por cento

CDU 1,82 por cento

BE 0,91 por cento

 

Mogadouro

PSD 54,25 por cento

PS 25,24 por cento

CDS-PP 15,74 por cento

CDU 1,14 por cento

 

Torre de Moncorvo

PS 48,71 por cento

PSD/CDS-PP 46,27 por cento

CDU 1,69 por cento

 

Vila Flor

PS 57%

PSD 28,15 por cento

CDU 6,16 por cento

CDS-PP 4,01 por cento

 

Vimioso

PSD 55,75 por cento

PS 38,06 por cento

CDU 0,65 por cento

 

Vinhais

PS 68,4 por cento

PSD 20,33 por cento

CDS-PP 6,24 por cento

CDU 1,26 por cento

 


PPD/PSD.CDS-PP
35,41%
1.766 votos
Mandatos
2
III
34,07%
1.699 votos
Mandatos
2
PS
23,44%
1.169 votos
Mandatos
1
B.E.
2,29%
114 votos
PCP-PEV
0,52%
26 votos
PPM
0,46%
23 votos
 
EM BRANCO
0.82%
41 votos
NULOS
2.99%
149


 

PS
48,71%
3.258 votos
Mandatos
4
PPD/PSD.CDS-PP
46,27%
3.095 votos
Mandatos
3
PCP-PEV
1,69%
113 votos
 
EM BRANCO
1.49%
100 votos
NULOS
1.84%
123

 

publicado por Lacra às 01:15
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PS
55,44%
1.747 votos
Mandatos
3
PPD/PSD.CDS-PP
40,72%
1.283 votos
Mandatos
2
PCP-PEV
0,79%
25 votos
 
EM BRANCO
1.21%
38 votos
NULOS
1.84%
58

publicado por Lacra às 01:14

PS
57%
2.926 votos
Mandatos
4
PPD/PSD
28,15%
1.445 votos
Mandatos
1
PCP-PEV
6,16%
316 votos
CDS-PP
4,01%
206 votos
 
EM BRANCO
2.77%
142 votos
NULOS
1.91%
98

publicado por Lacra às 01:13
últ. comentários
obrigado Cris:)
Bem vinda :))
Helder Fráguas sofreu a perda da sua companheira, ...
Para mim e para muita gente a volta às adegas para...
Estou habituado na leitura de blogs on line, adoro...
me llamo fedra soy de santa fe argentina tengo 9 ...
Carissimos,Eu não sei quem inseriu o comentário em...
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deixo aqui o meu comentário; por acaso pude apreci...
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