Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
24 de Novembro de 2008

Desânimo e tristeza - eram estes os sentimentos de meia dúzia de voluntários que, no passado Sábado, se preparavam para ajudar a Associação Brigantina de Protecção de Animais a finalizar as obras do novo canil. Situado em Vale das Ratas, perto da antiga lixeira, a uns quilómetros da cidade, o espaço seria inaugurado já neste fim-de-semana, se não tivesse sido completamente vandalizado e destruído.

A obra, comparticipada pela câmara em 50 por cento, estava já em fase adiantada e decorria a toda a velocidade. Segundo a responsável, Lurdes Gonçalves, a autarquia queria que a associação começasse a transferir os animais do canil provisório para o novo espaço, de modo a poderem acabar as obras da variante que ligará a Avenida do Sabor à Quinta da Braguinha. Com problemas de falta de financiamento, a Associação tinha recorrido a um empréstimo bancário para poder cumprir os prazos estabelecidos pela câmara.

“Agora voltamos praticamente à estaca zero”, desabafou a responsável. As contas do prejuízo ainda não estão feitas, mas certamente serão muito avultadas. Foram telhas e janelas partidas, portas arrombadas, vigas derrubadas e todo o sistema eléctrico destruído. Em pé ficou a estrutura e os canis interiores.

As suspeitas de Lurdes Gonçalves recaem sobre o primeiro empreiteiro que, segundo a responsável, após ter sido dispensado por não cumprir o projecto, terá ameaçado destruir toda a obra.

Até ao momento, a câmara e a associação terão investido no novo canil mais de 100 mil euros. A urgência em mudar de instalações era “mais que muita”, sobretudo agora, em pleno inverno, altura em que as más condições do canil provisório se acentuam.

Foi há oito anos que 11 pessoas decidiram então criar a Associação Brigantina de Protecção dos Animais e cuidar da meia dúzia de cães que estavam no canil municipal para serem abatidos.

publicado por Lacra às 12:05

 Jorge Nunes, engenheiro civil de profissão, é presidente da Câmara de Bragança, eleito pelo PSD. Na declaração entregue no Tribunal Constitucional, apresentou rendimentos de trabalho dependente no valor de 57 360 euros e rendimentos agrícolas de 2000 euros. Valores referentes a 2007.

Como património imobiliário, o autarca declarou dois prédios urbanos e três rústicos, todos no distrito de Bragança. Em relação a viaturas, António Jorge Nunes declarou um Citroën Xantia e um Polo Volkwagen. Possui, ainda, 1236 acções do BCP e 414 da Brisa.

22 de Novembro de 2008

 

Três homens completamente distintos uns dos outros, são intimados a comparecer numa clínica de reprodução assistida.
Desconhecendo por completo o motivo desta intimação, suspeitam tratar-se de um teste de paternidade.
Já na clínica, pensando que nada têm em comum, os três homens acabam por perceber, com a ajuda do funcionário, que mantiveram uma relação com a mesma mulher, Manuela, e que ela lhes preparou um grande “teste à paternidade”!
Manuela decidiu ser mãe solteira e elege-os como possivéis pais, pedindo-lhes que entre os três decidam qual o dador que irá realizar o seu sonho.
As diferentes personalidades, profissões e valores (amor, dinheiro e saúde) destas três personagens originam uma hilariante discussão sobre a paternidade, uma verdadeira e caricata luta de espermatozóides à conquista de um óvulo!
Todos se debatem para atingir o mesmo fim! Mas afinal porque querem os homens ser pais?

 

 

A peça de teatro está hoje no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros, às 21h45

21 de Novembro de 2008

Anabela Duarte actua, hoje à noite, no Teatro Municipal de Bragança. A cantora lírica traz a Bragança o novo trabalho discográfico - "La Luna".

O espectáculo começa às 21h30 e o preço do bilhete é de cinco euros.

Anabela Duarte começou com cantora em grupos rock e pop, nos anos 80, e mais tarde voltou-se para a música clássica e para as vertentes experimentais. Têm-se apresentado em várias salas de teatro com um reportório inédito, quer com clássico quer com contemporâneos do reportório lírico/vocal.

"La Luna" é a sua sétima obra discográfica.

 

 

 

20 de Novembro de 2008

 

A  câmara de Bragança vai ajudar o mais populoso município de São Tomé e Príncipe, Água Grande, a organizar sistemas e serviços públicos no âmbito de uma iniciativa europeia de apoio aos países menos desenvolvidos, anunciou hoje fonte da autarquia. O presidente do município africano, João Viegas Cravid, visitu o concelho transmontano nos dois últimos dias e disse ter observado alguns exemplos que gostaria de adaptar à sua região.

Esta cooperação resulta do desafio lançado pelo Comissário Europeu responsável pelo Desenvolvimento e Ajuda Humanitária, Louis Michel, às autoridades locais e regionais com vista ao reforço das relações Norte-Sul.

 


Os professores da cidade de Bragança resolveram suspender o processo de avaliação, tendo assumido o compromisso de não entregar os objectivos indididuais, nos dois Agrupamentos (Paulo Quintela e Augusto Moreno) e em duas das três Escolas Secundárias (Abade de Baçal e Miguel Torga).


 

 O Instituto de Meteorologia (IM) decretou esta quinta-feira o aviso amarelo, o segundo de um escala de quatro, para o distrito de Bragança, onde são aguardadas temperaturas baixas.

 

19 de Novembro de 2008

A Unión Fenosa já obteve a adjudicação por parte da Direcção-Geral de Energia (DGEG) para a construção de 50 MegaWatts (MW) eólicos em dois parques na zona da Torre de Moncorvo, em Portugal. Um passo que significa a entrada da eléctrica espanhola na produção deste lado da fronteira.

O anúncio foi feito pelo administrador para Portugal, Luís Lopez, na conferência de imprensa para apresentação do índice de eficiência energética de 2008. Quando questionado sobre se teria projectos de produção a desenvolver no país, o responsável respondeu afirmativamente e adiantou que esta adjudicação faz parte da III fase do concurso eólico lançado pelo Governo português. «É um investimento de 70 milhões», afirmou.

Dentro de cerca de dois anos, a Fenosa garante que estes parques estarão em operação, num projecto que não conta com sócios. «Mas não nos importaríamos. Estamos abertos a alianças», acrescentou.

Quanto a outras áreas de produção, como das centrais de ciclo combinado, avançou que para já não há projectos «até porque de momento não há concurso». No entanto, sublinhou que «vão estar sempre muito activos no mercado ibérico, em concreto em Portugal, e que querem estar em todas os campos».

 

18 de Novembro de 2008

 Moncorvo não é só o positivismo transmontano da "txouriça", da posta, da farinheira, dos lagares e da pinga de estalo. Também há por lá uma equipa de futebol com fé na Taça e que reza pela pele do Setúbal. O Vitória que se cuide!

Em Moncorvo, já jogaram o F. C. Porto, num desafio particular, nos anos 1950, e também o Boavista, em 1971, num amigável acordado na transferência de Amândio Barreiros, um defesa central que saiu do clube de Trás-os-Montes para fazer carreira no Boavistão da década de 1970. Na quinta-feira da próxima semana, a cidade acolhe, finalmente, o primeiro desafio oficial com uma equipa de elite do futebol português. E o Grupo Desportivo de Moncorvo, da 3.ª Divisão, faz peito ao Vitória de Setúbal, com a ambição de fazer história e de chegar aos oitavos-de-final da Taça, o que seria um feito extraordinário para um clube que sobrevive na desertificação humana de Trás-os-Montes.

Oitocentos sócios não chegam para encher o estádio, baptizado com o nome do presidente do clube, José Manuel Aires. Para lotar os dois mil lugares sentados é preciso que dois terços da população da cidade (3000, em 2004) vão à bola. Ou que mais de um quinto da população total do município - 9408 almas, em 2004 (18741, em 1960) - decidam ir torcer pelo clube da Terra do Ferro. Para o jogo com o Setúbal, é certo, contudo, que o campo vai rebentar pelas costuras.

Os dois mil bilhetes (cinco euros para sócios) serão vendidos como pãezinhos, em Moncorvo e nas imediações. E já se pensa na visita de outro Vitória, o de Guimarães, que é o adversário sorteado para a equipa transmontana, caso arrede os sadinos. Nesse caso, o Vitória minhoto, outro emblema de tradição, será bem acolhido na hospitalidade transmontana. Mas o que o Moncorvo queria mesmo era um "grande, grande". Quem sabe se não o terá nos quartos-de-final?...

Portista ferrenho, José Manuel Aires gostava de ser anfitrião do F. C. Porto, mas sempre diz que "se viesse cá o Benfica, seria uma loucura". "Tinha de montar bancadas por dentro e por fora do estádio", diz o presidente.

Pelo que José Manuel Aires suspira mesmo é que algum canal de televisão se interesse pela transmissão do jogo e deixe nos cofres do clube receitas extraordinárias, que seriam uma botija de oxigénio para quem está habituado a contar todos os tostões e a gerir, com toda a parcimónia, um orçamento anual de cerca de 250 mil euros, suportado em patrocínios e subsídios da Câmara. "Não são bem subsídios, são contratos-programa", atalha Sílvio Carvalho, cioso da semântica. "É que esses contratos obrigam-nos, entre outras coisas, a assumir o pagamento dos salários dos funcionários e a zelar pela manutenção do estádio e do relvado", acrescenta o treinador, que, mais do que técnico, é um "manager" à inglesa.

Seja qual for o destino que lhe esteja reservado, o que o clube já fez este ano é um percurso excepcional. Deixou para trás três equipas do mesmo escalão - Farense (1-3), Serzedelo (3-1) e Peniche (1-3) - e prepara-se para desafiar o histórico Setúbal. E o nome e o tamanho do adversário não metem medo.

"Tenho consciência de que o Vitória tem outros argumentos, mas acredito sempre que posso ganhar", diz Sílvio Carvalho, contemporâneo de Gabriel e de Edgar Borges na equipa de juvenis do F. C. Porto, em 1969, e treinador do Moncorvo desde que arrumou as botas de futebolista, aos 28 anos. Hoje, aos 54, leva 26 épocas à frente da equipa da terra e ameaça obter um registo singular. "Só eu posso bater o recorde do Augusto Mata", diz Sílvio Carvalho, referindo-se ao treinador que esteve 29 anos a eito no Infesta.

O treinador também se entusiasma com a carreira na Taça, mas observa que a vida do Moncorvo é a terceira divisão. Uma realidade que diz ser a adequada ao clube, apesar do disparate geográfico que é jogar na Série B.

"Se, por um lado, jogar na Série B é bom, porque é a mais competitiva, por outro, é mau. Estamos a 30 quilómetros de Espanha e jogamos com o litoral e com os clubes do Porto. Preferíamos jogar na Série A, onde estão todas as equipas transmontanas. Para nós, seria o ideal, desde logo porque pouparíamos muito dinheiro em deslocações e que seria mais útil a investir no clube. E se os clubes da Madeira e dos Açores têm subsídios pela insularidade, por que razão nós não os temos, vista a nossa interioridade?", afirma e pergunta Sílvio Carvalho.

O clube calcula que gasta, por época, cerca de 25 mil euros em deslocações para os jogos no Grande Porto, quantia que dava para três meses de salários aos 21 jogadores do plantel. Os ordenados variam entre 400 e 1500 euros. E também aqui reside uma grande diferença para uma equipa de primeira, com o Setúbal. Outra diferença: em Moncorvo, ninguém se queixa de salários em atraso...

 

Fonte: JN


Suspenso e ao ar livre, são características que tornam o SPA de Alfândega da Fé único na região e no país também porque é única a paisagem envolvente que dali se consegue apreciar. Esses ingredientes, a par com a aposta no uso dos produtos da terra para o tratamento do corpo e mente, poderão ser a receita de sucesso desta nova infra-estrutura.

A título de exemplo, os responsáveis apontam tratamentos que se iniciam, por exemplo, com uma esfoliação com cereja, fruto que é imagem de marca do concelho, seguido de um banho de hidromassagem com óleos essenciais, finalizando com a aplicação de um leite corporal à base de cereja.


Outra das novidades é a possibilidade do Hotel oferecer menus de refeição “Cuisine SPA”, um novo conceito de cozinha desenvolvido por três especialistas em nutrição, que em conjunto com a cozinha do hotel, criaram menus dietéticos.

Valorizando a cozinha tradicional do concelho, os especialistas apresentaram menus baixos em calorias com produtos tradicionais, como bife de vitela com molho de cereja, bacalhau em cama de espargos, com cobertura de azeitona e crosta crocante, ou uma bebida hipocalórica à base de cereja.

Atractivos que são únicos e que foram apresentados no passado sábado, aquando da inauguração oficial. 

Os actores da novela rodada no local foram convidados a experimentar e garantiram que “vale a pena”. Luísa Ortigoso referiu mesmo que a distância do local aos grandes centros urbanos não será, certamente, um factor prejudicial.

“Nós viemos de Lisboa e chegamos em quatro horas, não me parece assim tão terrível. E depois, chegar a um sítio destes, com esta envolvência e com esta qualidade, recuperamos as forças num instante”.

A autarquia espera agora que este investimento se traduza num retorno financeiro a médio prazo.

últ. comentários
obrigado Cris:)
Bem vinda :))
Helder Fráguas sofreu a perda da sua companheira, ...
Para mim e para muita gente a volta às adegas para...
Estou habituado na leitura de blogs on line, adoro...
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