Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
13 de Agosto de 2009

 São figuras brancas, à escala humana, aquelas que, por estes dias, vão dando vida ao jardim do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais. As esculturas, feitas a partir do barro e papel, são o resultado da primeira oficina de prática artística promovida por aquele espaço cultural, entre Abril e Maio deste ano.

Vocacionada para três públicos distintos, a oficina artística possibilitou a jovens e crianças, a um público em geral e a cidadãos portadores de deficiência, um contacto literalmente próximo com a arte e as técnicas associadas à elaboração de esculturas de formas tridimensionais.

O resultado está agora em exposição para todo o público e não deixa margem para dúvidas: foi um verdadeiro sucesso.

“O público têm-se deliciado a tirar fotografias junto das esculturas. Tem sido muito positivo”, assumiu Jorge Costa, director do Centro.

Sob orientação do artista plástico Miguel Silva, a primeira oficina artística funcionou em três dias diferentes, em seis sessões, cada uma de três horas. Nas sextas-feiras à tarde dirigida para um público infanto-juvenil; nas tardes de Sábado para os adultos e público em geral; e à quarta-feira para os utentes da Associação de Pais e Amigos do Diminuído Intelectual (APADI).

A adesão a esta iniciativa foi de tal ordem que muitas pessoas não tiveram possibilidade de participar.

Ao longo de cerca de dois meses, os vários grupos participantes exploraram o papel e o barro ao nível da modelação, bem como da estruturação de formas tridimensionais ou construção de estruturas. No final, as figuras foram revestidas a gesso.

A mostra vai ficar em exposição no jardim do Centro de Arte Contemporânea até ao final do mês de Setembro.

Ainda este ano, o Centro irá promover mais oficinas de prática artística que permitam abordar as várias componentes da arte contemporânea, desde a serigrafia, à pintura ou desenho. Com estas iniciativas, pretende-se não só cativar público a apreciar a arte, mas sobretudo envolver o público na arte, levando-o a usufruir de todo aquele espaço cultural.

 

À descoberta da arte

Mais vocacionada para as crianças é a visita-jogo, uma iniciativa que é realizada sempre que há solicitações nesse sentido. A proposta é para descobrir a arte através de jogos que permitam maior envolvência e interactividade.

A partir das exposições são criados jogos temáticos no exterior e mesmo no interior do Centro de Arte. Estas visita-jogo já estão pré-preparadas e estão integradas no serviço educativo do Centro de Arte Contemporânea. Tal como as visitas guiadas, basta que sejam solicitadas com alguma antecedência. 

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obrigado Cris:)
Bem vinda :))
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