Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
06 de Maio de 2009

O responsável pelo partido “Movimento, Mérito e Sociedade” (MMS), Eduardo Correia, esteve na região a apresentar aquilo que considera como “novas soluções para o país”. Contra o actual modelo governativo e contra quem o tem vindo a ocupar, Eduardo Correia defendeu a responsabilização dos políticos e a definição de estratégias nas várias áreas como forma de ajudar a desenvolver o país.

Apostados, para já, nas eleições europeias, tendo como cabeça de lista o empresário Carlos Gomes, actual presidente do grupo Fiat para o mercado francês, espanhol e português, o MMS pondera ainda apresentar candidatos às autárquicas no distrito de Bragança e no de Vila Real.

À passagem por Vila Real, Eduardo Correia afirmou mesmo que o MMS é “o novo partido do século XXI” e que “os rostos do MMS também irão aparecer nos boletins autárquicos com candidatos para o distrito de Bragança e para o distrito de Vila Real”.

Enquanto as eleições autárquicas ainda estão a ser trabalhadas, o MMS tem vindo apresentar-se pelo país, numa acção que teve como objectivo, sobretudo, conhecer as “realidades locais”. Depois de três dias de périplo pela região, à qual já veio três vezes como representante do MMS, Eduardo Correia considerou como graves entraves ao desenvolvimento do país a excessiva concentração de população no litoral, a forma de distribuição de riqueza e a falta de literacia.

“O interior está mais próxima de Madrid do que de Lisboa e precisa de encontrar formas de reter e atrair população. Mas também é necessário garantir que os nossos jovens recebem um modelo de formação idêntico aos melhores do mundo”.

Já no que diz respeito à forma de distribuição de riqueza, Eduardo Correia considera que Portugal continua a ser um país que “admite a escravatura moderna” ao instituir como salário mínimo o valor de 450 euros/mês, um terço do salário mínimo médio europeu.

O MMS tem um ano de existência mas, segundo Eduardo Correia, tem sido “ignorado” pela comunicação social nacional que, nas sondagens, dá um empate técnico entre o PS e o PSD, mas “não diz que a abstenção poderá ser a grande vencedora”. É contra a abstenção, e porque se consideram como “alternativa” e “solução”, que o MMS quer apresentar também listas às eleições legislativas em todos os distritos. No distrito de Bragança, é Sérgio Deusdado, docente do IPB e natural de Miranda do Douro, o rosto da campanha do MMS.

O MMS conta ainda com uma pequena rede de militantes que tem vindo a crescer, embora o responsável frise que a militância não é um objectivo do novo partido até porque “os partidos estão tão obcecados por militantes que se tornaram em centros de emprego”.

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