Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
05 de Maio de 2009

Porque a arte deve ser partilhada o Millenium BCP decidiu trazer parte da sua colecção de pintura  a Bragança, numa exposição que irá percorrer todas as capitais de distrito do país e que é um percurso histórico pela arte portuguesa, do século XIX ao século XX.

Começando com o naturalista António Silva Porto e José Malhoa, até aos contemporâneos Eduardo Luiz, António Palolo ou Eduardo Batarda, “Arte Partilhada” traz a Bragança pintores que dificilmente se podem revisitar na capital ou mesmo no Porto. Ao todo são 41 autores portugueses, uma obra por cada autor, do movimento naturalista, modernista e da arte contemporânea.

A exposição vai estar patente no Centro de Arte Contemporânea até ao dia 25 de Junho e, para a anfitriã do espaço, Graça Morais, trazer a Bragança tais nomes da pintura portuguesa foi “o concretizar de um sonho de adolescente”.

“Estudei em Bragança e visitava muito o Museu Abade Baçal mas tinha poucas obras de pintura e eu sentia essa fome de ver pintura”, confessou a artista.

A mostra presente em Bragança é “mínima” face ao espólio detido pelo Millenium BCP e que contempla um total de mais de mil obras. Coube ao presidente do conselho de administração, Santos Ferreira, fazer a selecção das obras a expor pelo país, uma selecção que foi, sobretudo, didáctica e que assenta sob os nomes mais representativos da pintura portuguesa, estabelecendo uma linha condutora do caminho para a modernidade.

“Arte Partilhada” é um convite à reflexão sobre a pintura em que cada quadro, cada autor, merece um ser visto, revisto e apreciado.

António Silva Porto, José Malhoa, Sousa Pinto, Columbano Bordalo Pinheiro, Eduardo Viana, Amadeo de Souza-Cardoso, Carlos Botelho, Dordio Gomes, Almada Negreiros, Maria Helena Vieira da Silva, Joaquim Rodrigo, João Hogan, António Dacosta, Júlio Resende, Nadir Afonso, Mário Cesariny, António Charrua, Menez, Manuel Cargaleiro, Júlio Pomar, Carlos Calvet, Jorge Pinheiro, Nikias Skapinakis, Eduardo Luiz, António Costa Pinheiro, João Vieira, José Escada, René Bertholo, Paula Rego, Ângelo de Sousa, Manuel Amado, Eduardo Nery, Álvaro Lapa, José de Guimarães, Jorge Martins, Noronha da Costa, Eduardo Batarda, Armanda Passos, Pedro Chorão, António Palolo e Graça Morais, são os pintores com obras representadas na colectiva.

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