Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
16 de Outubro de 2012

A companhia Vortice Dance Company vai apresentar, no próximo sábado, 20 de Outubro, às 21h30, no Teatro Municipal de Bragança, a criação "Drácula", uma inspiração do clássico de Bram Stroker onde aparecem novas personagens, lendas e mitos. 

A peça surgiu de uma co-produção com o Ballet e Ópera da Macedónia, onde os coreógrafos e bailarinos principais da Vortice Dance estiveram em residência artística.

Entre 2011 e 2012, a digressão desta peça passou por várias cidades, de entre as quais, Pamplona, Gijon, Cédiz e Cáceres (Espanha), Bolzano e Veneza (Itália). Em Portugal, foi apresentado no Auditório dos Oceanos do Casino de Lisboa e agora tens a oportunidade de  o ver no Teatro Municipal de Bragança.

14 de Outubro de 2012

Chamamos-lhe um novo jazz pela surpreendente reinvenção do repertório musical apresentado. Sensorial, pelas emoções e memórias que desperta a voz doce de candura jovial de Elisa Rodrigues acompanhada por um dos melhores pianistas portugueses - Júlio Resende. "Nunca é demais dizer o nome de Júlio Resende. Ele é um músico formidável e merece ver o seu nome repetido muitas vezes", confidenciou ao público num diálogo tímido mas envolvente, de mais um concerto no âmbito do Douro Jazz, ontem, no Teatro Municipal de Bragança.

Ela, que de Bragança guardava uma não muito distante memória de quando, com cinco aninhos, veio aqui também cantar, mas num grupo coral, numa formação que começaria por ser clássica e que, só mais tarde, na descoberta de si própria, haveria de enveredar pelo jazz, numa recriação íntima e pessoal. "Dormi aqui num hotel e na manhã seguinte, antes da viagem, bebi um sumo de laranja que me deixou indisposta durante toda a viagem de autocarro", confidenciou  arrancando sorrisos ao público. Um público que quis marcar presença e que, quase à última da hora, obrigou a alterar o concerto da Caixa de Palco para o Auditório Principal.

É que Elisa Rodrigues encarna, de uma forma simples mas não simplista, o sonho e a paixão pela arte que vai descobrindo num mundo cada vez mais formatado para a economia de consumo. 

Foi uma hora e qualquer coisa de grande música, com dois grandes artistas a partilhar uma mesma linguagem, num repertório que nos levou do pop ao rock, de Nirvana a Elis Regina, num tom equilibrado que marca o seu primeiro álbum - "Heart Mouth Dialogues". Elisa Rodrigues não esqueceu os "conselhos" do pai. "Recordo-me sempre de ele criticar cantores que tentavam imitar outros, quase cantando por cima deles, e de dizer que mais valia estarem calados". Não é o caso de Elisa que, ao reinventar está a criar e a descobrir-se a si própria num caminho que ansiamos que continue a dar-nos boa música.

 

 

13 de Novembro de 2009

 Depois de mais de um ano e meio de sucesso por todo o país, com muitas lotações esgotadas, chegou a vez de Bragança receber a comédia “Paranormal”. Interpretada por Joaquim Monchique, na pele de 16 personagens, “Paranormal” estará em cena no dia 14 de Novembro, no Teatro Municipal.

O texto é de Miguel Falabella que se inspirou num texto da Cruz Vermelha que referia que o número de pessoas que desapareciam era maior do que o de vítimas de catástrofes naturais. “Quem eram essas pessoas? Para onde tinham ido?”, foi a questão que Miguel Falabella levantou e na qual se inspirou para escrever “Louro, alto, solteiro, procura”, adaptado para português sob o título “Paranormal”. O espectáculo estreou no Brasil em 1995 e durante cinco anos foi exibida para cerca de um milhão de pessoas.

Em Portugal estreou em 2007 sob a batuta de Joaquim Monchique e, desde então, tem sido recebida com grande êxito.

“Paranormal” passa-se num tipo de sessão espírita colectiva em que as energias do público passam para o Professor Adamastor (Joaquim Monchique) e pessoas com quem não têm contacto e que há muito procuram, encarnam nele. Devido a uma explosão cósmica o Paranormal perde o controlo das ligações e várias personagens entram em contacto umas com as outras como se de linhas cruzadas se tratasse criando situações hilariantes.

O texto original é de Maria Cármen Barbosa e Miguel Falabella, adaptado para Portugal por Joaquim Monchique. “Paranormal” é considerado o monólogo mais visto da História do Teatro Português. Só num ano a peça teve mais de 60 mil espectadores.



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