Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
08 de Outubro de 2012

A assembleia municipal de Bragança aprovou hoje a redução de dez freguesias no concelho, que resultará da agregação de 18 das actuais 49 freguesias. 

A reorganização foi aprovada com os votos da maioria social-democrata, autora também da proposta para dar cumprimento à lei da reforma administrativa, que mereceu os votos contra de toda a oposição e de alguns presidentes de junta. 

A proposta que seguirá agora para a unidade técnica nacional que conduz o processo, aponta uma redução das atuais 49 para 39 freguesias, com a agregação de quase duas dezenas, a maior parte das quais no meio rural. 
As duas maiores freguesias do concelho, as da cidade - Santa Maria e Sé - serão também agregadas numa união de freguesias que abarca ainda a rural de Meixedo, na preferia da cidade. 

Uma mudança que não é meramente administrativa e que terá consequências no dia-a-dia dos habitantes locais que, ao passarem a pertencer à zona urbana, verão agravado o Imposto Municipal sobre Imóveis, a taxa da água, entre outras.

Com a proposta aprovada, com 58 votos a favor, 33 contra e oito abstenções, surgirão ainda mais sete uniões de freguesias no meio rural, resultado do agrupamento das que têm menos ou pouco mais de 150 eleitores com outras de maior dimensão. A saber, a freguesia de Rebordaínhos e Pombares; Aveleda e Rio de Onor; Izeda, Calvelhe e Paradinha Nova; Castrelos e Carrazedo; Parada e Faílde; Rio Frio e Milhão; e, por fim, S. Julião de Palácios e Deilão.


12 de Maio de 2010

Um grupo de agricultores das freguesias do Parâmio e de Espinhosela, concelho de Bragança, vai reunir, hoje, com o Governador Civil para lhe dar conta dos prejuízos agrícolas sofridos na consequência das últimas geadas que se fizeram sentir. Manuel João, um dos proprietários, da freguesia do Parâmio, contou que as perdas são significativas sobretudo no que diz respeito à cultura das nogueiras e castanheiros, as mais representativas daquela zona do concelho. Também as vinhas, a fruticultura e os cerais foram afectados. “Muitas pessoas vivem da agricultura, é a nossa principal fonte de rendimento. Não colhemos nada. Os cereais estavam na fase de floração, queimaram-se. Os castanheiros de qualidade temperã e as nozes, também se perderam, e na fruticultura, ficamos sem nada”, lamentou o agricultor. Grande parte dos agricultores continua a não ter seguro de colheitas, conforme apontou Manuel João. “Os seguros de colheita são muito caros e há muita falta de informação sobre isso”. Os prejuízos são avultados e os agricultores pedem que seja feita uma avaliação das perdas e que o Governo Civil de Bragança peça ao Ministério da Agricultura algum apoio para os produtores transmontanos. “Trabalhamos o ano inteiro e perdemos toda a produção. Precisamos de ajudas, o Estado tem de olhar para nós”, reivindicou o proprietário. O governador civil já admitiu que a situação é preocupante e que o crescimento da vegetação pode vir a trazer alguns transtornos, durante o Verão, na época de incêndios.



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