Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
16 de Abril de 2010

A freguesia de Salselas, no concelho transmontano de Macedo de Cavaleiros, vai novamente a votos este domingo porque os eleitos, que até chegaram a pensar numa lista conjunta para as Autárquicas, desentenderam-se com os resultados das eleições.

A contagem dos votos dos 561 eleitores ditou, em outubro, uma vitória minoritária para a coligação PSD/CDS-PP numas eleições que tiveram como protagonistas três jovens que prometem "sangue novo" no modelo autárquico da freguesia, mas esbarraram em velhas contendas políticas.

Marco Ferreira, 28 anos, Filipe Escaleira, 31, e Joaquim Gonçalves, 38, ainda conversaram sobre a formação de uma lista conjunta, mas o projeto não foi avante e o primeiro concorreu pela coligação PSD/CDS-PP, o segundo pelo PS e o terceiro pelo Bloco de Esquerda (BE).

 

Fonte: Lusa

publicado por Lacra às 10:00
17 de Janeiro de 2010

José Silvano, actual presidente da câmara de Mirandela, venceu as eleições para a direcção da distrital do PSD de Bragança. A lista liderada pelo autarca, acompanhado de Jorge Nunes como candidato à Assembleia Distrital, e pelo advogado Júlio Carvalho ao Conselho de Jurisdição, teve uma larga vantagem sobre a lista apresentada pelo concorrente Telmo Moreno.

 

José Silvano afirmou já contar com todos os militantes para tornar o partido mais forte e coeso quer a nível distrital, quer a nível nacional. O presidente laranja não quis revelar nomes sobre possíveis candidatos à direcção nacional do PSD, nem tão pouco "favoritos", uma vez que oficialmente ainda não há candidatos e as eleições são directas.

 

Quanto às acusações que a sua candidatura à distrital seriam, a par com o Jorge Nunes, uma forma de os dois se virem a apresentar como candidatos à Assembleia da República, José Silvano respondeu com ironia: "sempre preferia ver-me lá a mim ou ao Jorge Nunes do que a uma pessoa do Porto ou de Penafiel".

 

publicado por Lacra às 00:56
12 de Outubro de 2009

 Um “rombo” para o PSD, uma “vitória” para o PS - foi desta forma que os dirigentes das estruturas distritais analisaram os resultados eleitorais das autárquicas. O PS conseguiu “conquistar” duas câmaras ao PSD, a de Miranda do Douro e Alfândega da Fé, e manter as quatro que já tinha – Freixo de Espada à Cinta, Torre de Moncorvo, Vila Flor e Vinhais.

Por seu lado, o PSD reconquistou a câmara de Mogadouro, Bragança, Vimioso e Mirandela, esta última com a melhor votação de sempre. Os sociais-democratas ganharam ainda a câmara de Macedo de Cavaleiros e Carrazeda de Ansiães em coligação com o CDS-PP.

Em termos distritais, o PS sai das autárquicas com mais de seis mil votos de diferença para o PSD e o PSD com cerca de 20 mil votos a menos que nas eleições de 2005. Resultados considerados “excelentes” pelo presidente da federação socialista, Mota Andrade que atribuiu aos candidatos e ao trabalho de campanha esta “grande vitória”.

As duas surpresas da noite – a conquista de Miranda do Douro e de Alfândega da Fé – não causaram qualquer “espanto” ao dirigente rosa que contava já com uma vitória socialista. Em Miranda do Douro, o candidato Artur Nunes conseguiu ser eleito com 52,62 por cento dos votos contra 44,05 por cento dos votos do candidato do PSD, Américo Tomé. Neste concelho, o PSD decidiu apostar em Américo Tomé, vereador do anterior executivo, depois do ex presidente Manuel Rodrigo ter anunciado que não se recandidatava ao cargo.

A aposta em Artur Nunes, candidato independente apoiado pelo PS, causou alguma consternação na concelhia local mas revelou-se uma “boa aposta” de Mota Andrade, como o próprio frisou na noite eleitoral.

Já em Alfândega da Fé, Berta Nunes conseguiu, à segunda tentativa, obter a maioria dos votos pelo PS, contra o candidato do PSD/CDS-PP. Este foi mais um dos concelhos em que o anterior autarca, João Carlos Figueiredo, decidiu não se recandidatar abrindo caminho a um elemento do seu executivo, no caso Arsénio Pereira. Apesar da coligação PSD/CDS-PP, os votos caíram maioritariamente nos socialistas que ganharam com uma margem de 402 votos. Recorde-se que, nas anteriores eleições autárquicas, o PSD conseguiu reeleger-se à câmara contra a candidata Berta Nunes por uns escassos 57 votos.

O PS consegue ainda o “feito histórico” de ganhar em todas as seis freguesias do concelho de Freixo de Espada à Cinta e do concelho de Vinhais, neste último conseguindo chegar quase aos 70 por cento de votação.

Vila Flor manteve-se também rosa reelegendo Artur Pimentel para mais um mandato, o último depois de 16 anos à frente do executivo camarário. Também em Torre de Moncorvo, Aires Ferreira, autarca há 20 anos, conseguiu a sua reeleição pelo PS, mas “à tangente”, com uma perigosa margem de 163 votos a mais que a coligação PSD/CDS-PP.

 

Efeito “contaminação”

 

A explicação para estes resultados eleitorais está no “efeito contaminação”, como lhe chamou o presidente da distrital laranja. No entender de Adão Silva, se o PSD tivesse ganho as eleições legislativas, talvez os resultados das autárquicas fossem melhores para os sociais-democratas. Exemplo disso, afirma, é o caso de Miranda do Douro, Alfândega da Fé e Torre de Moncorvo, concelhos onde o PSD esteve “taco a taco” com o PS e perdeu.

Mas Adão Silva dá ainda outro exemplo deste “efeito contaminação”: o concelho de Mirandela. Neste concelho, o candidato laranja, José Silvano, conseguiu o seu melhor resultado de sempre, sendo reeleito com 52,87 por cento dos votos. Para além da “excelência do candidato”, Adão Silva considera que também que, no dia da decisão, pesou muito a política que o Governo socialista adoptou e que levou ao encerramento da maternidade.

“Nas eleições autárquicas as pessoas vivem intensamente e fazem ajustes de contas, tanto pela personalidade dos candidatos, como pelo trabalho que estes fizeram, no caso de recandidaturas, como pelo que foi feito pela família política que representam”, apontou.

O dirigente laranja encontra a mesma razão para a subida do PS em Mirandela que, apesar de derrotado, conseguiu ultrapassar o CDS-PP, que era neste concelho a segunda força política. É que, conforme relembrou Adão Silva, a candidata socialista por Mirandela, Júlia Rodrigues, sempre se destacou pela crítica contra as políticas adoptadas pelo Governo naquele concelho, reagindo contra o encerramento de serviços. Uma posição de relativo afastamento que, no entender de Adão Silva, a “beneficiou” com dois mandatos quando em 2005 não tinham conseguido nenhum.

No entanto, o “efeito contaminação” poderá não explicar tudo. Em Bragança, por exemplo, o PSD ganhou com maioria mas perdendo três mil votos e um mandato a favor da candidatura independente de Humberto Rocha.

Também em Macedo de Cavaleiros, apesar da “estrondosa” vitória da coligação PSD/CDS-PP, com 53,96 por cento, a junta de freguesia urbana passou para as mãos do PS, que ganhou com uma escassa margem de 94 votos.

Já em Carrazeda de Ansiães, a candidata independente saída da fileira social-democrata, Olímpia Candeias, ia “estragando” a festa aos companheiros de partido. O PSD coligado com o CDS/PP conseguiu ganhar com uma margem inferior a 1,5 pontos percentuais, igualando com a candidata independente em número de mandatos, (dois para cada um).

Contas feitas, o PS ganha seis câmaras e o PSD outras seis, um cenário politico que certamente se alterará daqui a quatro anos, já que dos nove presidentes que se recandidataram, apenas dois poderão voltar a concorrer -  José Santos, de Freixo de Espada à Cinta, e Américo Pereira, de Vinhais -, devido à lei da limitação de mandatos.

 

Alfândega da Fé

PS: 52,56 por cento

PSD 43,72 por cento

CDU 0,97 por cento

 

Bragança

PSD 48,19 por cento

PS 27,56 por cento

XIII 16,14 por cento

CDS-PP 2,37 por cento

CDU 1,62 por cento

BE 1,25 por cento

 

Carrazeda de Ansiães

PSD/CDS-PP 35,41

III 34,07 por cento

PS 23,44 por cento

BE 2,29 por cento

CDU 0,52 por cento

PPM 0,46 por cento

 

Freixo de Espada à Cinta

PS 55,44 por cento

PSD/CDS-PP 40,72 por cento

CDU 0,79 por cento

 

Macedo de Cavaleiros

PSD/CDS-PP 53,96 por cento

PS 38,73 por cento

CDU 2,98 por cento

 

Miranda do Douro

PS 52,62 por cento

PSD 44,05 por cento

CDU 0,78 por cento

 

Mirandela

PSD 52,87 por cento

PS 25,25 por cento

CDS-PP 16,6 por cento

CDU 1,82 por cento

BE 0,91 por cento

 

Mogadouro

PSD 54,25 por cento

PS 25,24 por cento

CDS-PP 15,74 por cento

CDU 1,14 por cento

 

Torre de Moncorvo

PS 48,71 por cento

PSD/CDS-PP 46,27 por cento

CDU 1,69 por cento

 

Vila Flor

PS 57%

PSD 28,15 por cento

CDU 6,16 por cento

CDS-PP 4,01 por cento

 

Vimioso

PSD 55,75 por cento

PS 38,06 por cento

CDU 0,65 por cento

 

Vinhais

PS 68,4 por cento

PSD 20,33 por cento

CDS-PP 6,24 por cento

CDU 1,26 por cento

 


PS
57%
2.926 votos
Mandatos
4
PPD/PSD
28,15%
1.445 votos
Mandatos
1
PCP-PEV
6,16%
316 votos
CDS-PP
4,01%
206 votos
 
EM BRANCO
2.77%
142 votos
NULOS
1.91%
98

publicado por Lacra às 01:13
28 de Setembro de 2009

As distritais do PSD começaram já esta manhã a questionar a liderança de Ferreira Leite.

Um dos mais incisivos foi o presidente da distrital de Bragança, Adão Silva, que atribuiu a derrota à «falta de perfil» da líder. Já esta tarde, o presidente da Câmara de Mirandela, o social-democrata José Silvano, adiantou que não pretende chamar Ferreira Leite para a campanha porque já antes das legislativas «achava que a mais-valia do partido não era Manuela Ferreira Leite» e por isso vai chamar Marques Mendes.

A participação de Ferreira Leite na campanha para as autárquicas ainda não é certa. A direcção do partido informou esta segunda-feira quea líder não tem nenhuma deslocação prevista para esta semana.
 

Fonte: Diário IOL

publicado por Lacra às 21:29
26 de Setembro de 2009

Comício de apresentação da lista à câmara e às juntas de freguesia encheu o cine-teatro Torralta

Devolver vida à cidade, nomeadamente ao centro histórico, fixar os jovens, potenciar as empresas e o investimento, criar mais proximidade com os cidadãos, dar mais atenção às juntas de freguesia rurais, foram algumas das prioridades avançadas pelo candidato socialista Jorge Gomes

Mota Andrade, candidato pelo círculo de Bragança e candidato à Assembleia Municipal, destacou o trabalho feito pelo Governo socialista nestes quatro anos, no distrito de Bragança

PS Bragança pediu "onda" rosa já no próximo domingo para dar mais força à candidatura de Jorge Gomes

publicado por Lacra às 00:31
23 de Setembro de 2009

O secretário-geral do PS esteve, esta quarta-feira, em Bragança, para apelar aos votos dos transmontanos para as eleições de Sábado. O candidato a primeiro-ministro contou com o apoio da pintora transmontana Graça Morais que subiu ao palco para abrir o comício e falar do “Governo que mais investiu na região e no país”.

Com Sócrates esteve também a transmontana Edite Estrela que pediu “frutos” para a “sementeira” feita pelo Governo.

“Sócrates semeou no Nordeste. Quando o PSD dizia que já havia estradas suficientes, o Governo lançou as estradas retirando a região do esquecimento a que tinha sido votado. É tempo agora de colher os frutos dessa sementeira e dessa determinação”.

Para os socialistas, em causa está a escolha entre José Sócrates e Manuela Ferreira Leite, a candidata do PSD, e por isso a tentativa é de concentrar todos os votos, evitando a dispersão à esquerda ou à direita.

Num discurso marcado pelas críticas, Edite Estrela questionou se os portugueses “terão memória curta” ou se ainda se recordam do tempo em que Manuela Ferreira Leite foi ministra da Educação.

“Tratou mal os alunos e tratou mal os professores. Nesse tempo, sim, é que não era dada liberdade aos professores para se manifestarem publicamente, para dizerem o que é que pensavam, para darem as suas opiniões. Ela proibiu os professores de falar com a comunicação social. Aí, sim, é que havia asfixia democrática”, apontou.

Depois da Educação, a dirigente socialista, em tom de ironia e tocando nas gafes de linguagem de Ferreira Leite, falou dos tempos em que a social-democrata foi ministra das Finanças.

“Vendeu ao Citibank os títulos da dívida da Segurança Social, que nós estamos a pagar agora. Ela, sim, é que hipotecou o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos. E nós não queremos uma pessoa dessas à frente do país”, apontou.

Mas as críticas não se ficaram por aqui. O dirigente da distrital socialista, Mota Andrade, quis também apelar aos transmontanos para que “não se deixem enganar pela verdade” do PSD e falou do “medo” de ter Ferreira Leite como primeira-ministra.

“Todos nós nos lembramos do abandono a que este distrito foi votado quando ela esteve no Governo”, apontou Mota Andrade.

A determinação ou teimosia com que muitos qualificam José Sócrates foi também invocada, mas pela positiva.

“As estradas, a A4, o IP2 e o IC5, são um sonho de todos nós que só se vai concretizar porque tivemos um primeiro-ministro que avançou, contra tudo e contra todos”, concluiu.

A fechar o comício José Sócrates falou mais uma vez das estradas e de escolhas. Para o secretário-geral do PS, o que o Governo fez, em termos de acessibilidades, “não foi outra coisa que fazer justiça aos transmontanos”. 


 Num documento enviado à comunicação social, o deputado social-democrata pelo distrito de Bragança e candidato em segundo lugar na lista do PSD, critica a dirigente do partido pela “desastrosa omissão”, aquando da visita a Bragança, sobre a construção do IC5 e do IP2.

As duas vias são consideradas por vários autarcas, do PS e do PSD, como “estruturantes” para o desenvolvimento de todo o distrito. Mas, desde que o PSD apresentou o programa que subsiste a dúvida se estas estradas, a par com a auto-estrada transmontana, são para avançar ou não.

Manuela Ferreira Leite foi questionada sobre o assunto aquando da visita a Bragança, na segunda-feira, mas não deu qualquer resposta aos jornalistas.

Agora, o presidente da distrital PSD e candidato a deputado em segundo lugar na lista, quer saber qual a posição de Manuela Ferreira Leite.

No documento, também enviado à dirigente do partido, Adão Silva refere a “necessidade de assumir publicamente o compromisso”, até porque as obras do IP2 já estão no terreno.

Adão Silva pede a Manuela Ferreira Leite que, até dia 25 de Setembro, encontre uma “formula” para comunicar às populações do distrito “o seu inequívoco propósito de prosseguir a construção do IP2  e do IC5”.

 

Autarcas reagem

Também os autarcas do sul do distrito já reagiram à omissão da candidata social-democrata sobre o IP2 e IC5. O autarca de Freixo de Espada à Cinta, o de Torre de Moncorvo, o de Vila Nova de Foz Côa e o de Vila Flor, assinaram um documento em que manifestam “estranheza” pelo conceito de coesão nacional de Manuela Ferreira Leite deixar de lado acessibilidades consagradas, desde há 30 anos, no Plano Rodoviário Nacional.

Os autarcas afirmam que em causa estão “simples eixos viários que, finalmente, trarão modernidade a todo o território entre Celorico da Beira e Macedo de Cavaleiros, e entre Murça e Miranda do Douro”.

A preocupação é maior tendo em conta as últimas declarações do eurodeputado social-democrata Paulo Rangel que, a 7 de Setembro, declarou que à “obra faraónica de estradas” prefere o investimento nos Metros de Lisboa e do Porto. 

22 de Setembro de 2009

Com uma campanha “barata”- o orçamento do MMS para o distrito de Bragança é de 500 euros – e com recurso a materiais recicláveis, o novo partido quer chegar junto das populações e debater temas “do interesse de todos os transmontanos”.

A regionalização, por exemplo, é uma das grandes bandeiras que o MMS defende que tem de ser implementada já na próxima legislatura.

“Penso que é do interesse de todos os transmontanos que se avance para uma regionalização administrativa e política e é preciso que todos os partidos dêem os seu contributo”, defendeu Sérgio Deusdado, cabeça de lista do MMS por Bragança.

Numa acção de campanha associada ao Dia sem Carros, os elementos da lista do MMS percorreram a cidade de Bragança de bicicleta, apostando no que classificam de “mentalidade diferente”.

“Quisemos apostar numa campanha de proximidade e não na mentalidade dos autocarros e camiões com grandes propagandas e grandes circos”, frisou.

No entender do candidato, ao longo dos últimos dias os portugueses puderam assistir a uma campanha em que “os principais candidatos se atacaram mutuamente” ao invés de apresentar propostas, usando um “exagero” de meios de campanha.

Deusdado criticou o “despesismo”, “feito à custa dos impostos de todos”, e que tem resultado apenas em votos para as máquinas partidárias.

“O MMS desde a primeira hora que é contra o financiamento público dos partidos. Não nos parece adequado que o dinheiro do erário publico, conseguido através dos impostos, seja depois canalizado para campanhas eleitorais, para partidos que estão no sistema ”, considerou.

O candidato entende que a situação é mais grave tendo em linha de conta que a região vai eleger apenas três deputados.

“Se as pessoas entenderem que esses deputados sejam apenas de dois partidos, vamos ter uma voz mínima, como se viu em anos anteriores. Esse tipo de deputados não faz nada pela região, não acrescenta nada, acrescentará ao partido, mas a nós, enquanto cidadãos não nos tem acrescentado nada”, apontou.

Sérgio Deusdado apontou ainda que, caso o MMS elege algum deputado, a proximidade com os cidadão continuará a ser mantida com a criação de uma linha gratuita que permita aos cidadãos contactar directamente os deputados eleitos pelo MMS.

 

publicado por Lacra às 17:48

 Francisco Lopes candidata-se pelo PSD à Junta de Freguesia de Argozelo para colocar a vila no caminho do “progresso”. O candidato apresentou-se à população no passado domingo com promessas de trabalho e dedicação.

O facto de ter assumido o mandato depois da saída de Luís Rodrigues, candidato do PSD que em 2005 ganhou a Junta com 50,7 por cento dos votos, não é visto como prejudicial. Na altura, ventilou-se que as razões da demissão estariam relacionadas com a falta de apoio camarário à vila de Argozelo, motivos que são refutados pelo actual autarca e candidato Francisco Lopes.

“O ex-presidente está connosco de alma e coração. Saiu, ao fim de três anos, por motivos familiares. O facto de ter deixado o mandato não nos vai prejudicar porque fizemos obra”, justificou Francisco Lopes.

O candidato aposta tudo no desenvolvimento da “Cortinha”, zona onde quer construir uma nova sede da Junta de Freguesia, um Centro Cívico e a Associação dos Bombeiros Voluntários.

Reforçar os serviços de saúde na localidade e dar melhores condições à terceira idada são outras das prioridades da candidatura social-democrata para Argozelo.

Francisco Lopes reforça que é importante é “estar com a câmara e com o progresso” e não tem dúvidas de uma vitória, pese embora adiante que em eleições “tudo é possível”.

A equipa do candidato do PSD é composta por 30 elementos, na sua maioria jovens. 

publicado por Lacra às 15:08



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