Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
16 de Abril de 2010

 

 

A premiada actriz Beatriz Batarda vai estrear em Bragança, no dia 22 de Abril, o seu primeiro trabalho enquanto encenadora. “Olá e Adeusinho” é o nome da peça inspirada no texto de Athol Fugard e que conta com a interpretação de Catarina Lacerda e Dinarte Branco.

Esta é uma obra destacada pela directora do Teatro Municipal de Bragança, no âmbito do Festival Internacional de Teatro – 27. Helena Genésio tem grandes expectativas sobre esta co-produção do Teatro Cornucópia que vem primeiro a Bragança e só depois será apresentada em Lisboa.

“Olá e Adeusinho” fala de dois irmãos que adiaram a responsabilidade de serem adultos e que, quando confrontados com a morte do pai, descobrem que não sabem viver com o outro nem construir um futuro. Ao longo de quase duas horas o público ouvirá as histórias de um passado familiar sofrido, de um país massacrado pela guerra, pela desigualdade e pela miséria, num jogo emocional psicológico e complexo.

Beatriz Batarda é considerada uma das melhores actrizes da sua geração. Premiada por diversas vezes, este seu trabalho como encenadora é, provavelmente, um dos maiores desafios da sua carreira.

A estreia em Bragança está marcada para o dia 22 de Abril, às 21h30.

 

“Wonderland” para adultos, “Pinóquio” para crianças

Antes disso, o Teatro Municipal de Bragança recebe, no dia 17 de Abril, a peça “Wonderland”, do Teatro de Marionetas do Porto, numa inspiração do livro de Lewis Carroll – “Alice no País das Maravilhas”.

Helena Genésio confessa ter alguma expectativa em relação a esta peça apontando que é uma representação para adultos, inspirada também no filme de Tim Burton.

Mais voltada para o público infantil está a peça “Pinóquio”, que sobe aos palcos brigantinos no dia 24 de Abril, sob a direcção da Companhia Paulo Ribeiro e com o apoio do Ministério da Cultura e da Direcção Geral das Artes.

Estas são algumas das peças que virão a Bragança no âmbito do Festival Internacional de Teatro – 27.

Helena Genésio diz que este foi um festival no qual o Teatro Municipal de Bragança, assim como o Teatro de Vila Real, apostaram “muitíssimo” e que, até ao momento, se tem revelado uma “aposta ganha”.

“Apostamos muitíssimo na qualidade, na inovação, na vinda de novas companhias e, ainda nem o festival vai a meio e estamos contentes com o resultado que já obtivemos”, apontou.

O Festival Internacional de Teatro encerra a 27 de Abril com a “Noite Antiquíssima” e “Por detrás das máscaras”, duas obras de André Gago, actor e encenador bem conhecido do grande público. 

 

Foto: Beatriz Batarda/Direitos Reservados

 



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