Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
26 de Dezembro de 2010

 

 

 

Está de regresso a terceira edição do “Geada” – Festival Tradicional das Terras de Miranda. De 28 a 30 de Dezembro, a proposta é para uma visita às tradições de Inverno do Planalto Mirandês, ao som de alguns dos melhores grupos de música tradicional portuguesa, com destaque, desde logo, para os Galandum Galundaina, Sebastião Antunes, Karrosel, Ogham, Uxukalhus e Roncos do Diabo.

A festa inicia  no dia 28 de Dezembro com a “volta às adegas” para provar o vinho, seguida de uma típica arruada. À tarde o convite é para visitar a exposição artística da Juventude Mirandesa, intitulada “Mirarte”.

A dose da “volta às adegas” repete-se à noite, ao som das “gaitas à solta”. No dia seguinte, o dia abre com mais uma arruada, a que se seguem três oficinas originais onde os participantes poderão aprender Língua Mirandesa, com Alfredo Cameirão, Danças Mirandesas, com Susana Ruano, e Danças Europeias, com Diana Azevedo.

O dia 29 fecha com o Baile Tradicional e com a actuação de Las Çarandas, Sebastião Antunes, Karrossel, Galandum Galundaina e LSD.

Por fim, no terceiro dia, depois de mais uma arruada, é a vez de reflectir sobre a cultura mirandesa com Mário Correia, que dissertará sobre as “perspectivas actuais e futuras da música mirandesa”, e com Domingos Raposo, que mostrará aspectos interessantes da língua à música tradicional mirandesa.

No final do dia, haverá tempo para uma Oficina de Pauliteiros, terminando o dia com muita música e festa, nomeadamente com os Ogham, Uxu Kalhus e Roncos do Diabo.

Ao longo dos três dias está garantida a animação permanente com o IPUM, com os Pauliteiros da cidade de Miranda do Douro e com os Mirandanças.

A organização deste evento é da responsabilidade dos Pauliteiros da cidade de Miranda do Douro e da Associação Recreativa da Juventude Mirandesa.

 

 

25 de Dezembro de 2010

Cuidados a ter no momento da compra:

  •      Fazer sempre uma lista de compras com as quantidades necessárias – limite-se a comprar apenas o necessário
  •      Planeie e estruture a ceia
  •       Prefira os produtos a granel para não comprar grandes quantidades

Cuidados a ter nos dias 24 e 25

  • ·       Cozinhe apenas as quantidades necessárias para cada refeição, exactamente como faz nos restantes 363 dias do ano
  • ·       Caso existam, aproveite os restos do jantar de dia 24 para confeccionar as refeições de dia 25
  • ·       Aproveite os talos das couves ou grelos para o enriquecimento da sopa ou congele-os para futuras utilizações
  • ·       Utilize as sobras das frutas para compotas ou sumos
  • ·       A água das cozeduras pode ser aproveitada para sopas, estufados, ou outros cozinhados, uma vez que é rica em nutrientes
  • ·       Aproveite os frutos secos para enriquecer os bolos
  • ·       Reutilize as cascas das maçãs e peras na confecção dos bolos. Não só incrementa a fibra como reduz a adição de açúcar

Transformação de alguns alimentos

  • ·       Transforme as batatas e o bacalhau em roupa velha
  • ·       Das carnes e enchidos faça bôla de carne ou empadão
  • ·       Reutilize o bacalhau para pataniscas

 

 

 

BOAS FESTAS!

 

 

Associação Portuguesa de Nutricionistas

Alexandra Bento

publicado por Lacra às 10:00
24 de Dezembro de 2010

Tradições ancestrais que assinalam solstício de Inverno e rituais de passagem repetem-se um pouco por todo o distrito, com singularidades de terra para terra

 

A tradição da Festa dos Rapazes cumpre-se ano após ano, com as tropelias dos caretos (rapazes solteiros mascarados), que espalham pelas ruas o espírito festivo. É nesta festa que os rapazes se fazem homens, um ritual pagão que foi assumido pela Igreja Católica com a consagração de Santo Estêvão, o patrono da festa. Um pouco por todo o distrito, são várias as localidades que continuam a manter este ritual. Em Bragança, por exemplo, esta é uma Festa que se assinala sempre com muita expressão nas localidades de Aveleda, Varge e Babe, nos dias 25 e 26 de Dezembro.

Mas os preparativos começam antes, com a nomeação dos mordomos e a recolha de lenha e bens. No dia 24 são feitos os ritos preparatórios e, no dia de Natal, 25 de Dezembro, as rondas iniciam-se logo pela madrugada.

Este é um ritual de passagem exclusivo do sexo masculino. Os rapazes vestem-se com fatos de serapilheira às cores, máscaras de latão ou madeira e chocalhos à cintura, realizando os tradicionais desfiles dos "caretos", "chocalheiros" ou "carochos".

Outra das características destas festas é a crítica social e a expurgação, o "ridendo castigat nores". Os mascarados apresentam perante o povo os actos de reprovação e ficando assim a comunidade preparada para dar início a um novo ciclo agrário.

Ao mesmo tempo, os mascarados criam o caos e impõem as suas regras, só e apenas até ao momento para-litúrgico.

As visitas às casas e as saudações são outros dos aspectos destas festas que se voltam a celebrar no Carnaval, com outros rituais, mas que simbolizam o início de um outro ciclo e a entrada na Primavera.

Abade Baçal, no tomo XI (p.40) descreve muitas das Festas dos Rapazes que acontecem no Nordeste Transmontano e que, durante muito tempo, se realizaram à sombra da Igreja, embora anunciadas em honra de um santo, normalmente aquele que melhor se enquadrasse com a data escolhida para a celebração da festa.

Hoje em dia, estão autorizados a participar nestas Festas, rapazes cada vez mais jovens, não estando estabelecida nenhuma idade em especifico para poder participar. Esse é um factor que se fica a dever não só a um início cada vez mais precoce da puberdade, mas sobretudo à desertificação humana do Interior e, sobretudo, das aldeias onde estas tradições ainda resistem.

 

Culto ao Fogo

Outros cultos que permanecem estão relacionados com o fogo. Em várias povoações rurais fazem-se enormes fogueiras, chamadas "Fogueira do Galo", para celebrar o Natal ou o Ano Novo.

Também é tradição preparar um ramo de árvore composto por doces, frutas, fumeiro e cigarros, bens recolhidos porta-a-porta pela povoação. Esse ramo é depois arrematado e comido pela população como forma de celebrar a chegada do novo ano. Por norma, o arremate é feito entre grupos de solteiros e casados, cabendo, depois, ao grupo vencedor, organizar a festa e determinar se o outro grupo, de solteiros ou casados, pode participar ou não.

Mas mais polémica é a tradição de Vale Salgueiro, em Mirandela, onde a passagem da idade infantil para a idade adulta é assinalada com a distribuição de cigarros a crianças. Nesse dia, as crianças podem fumar e, pese embora as campanhas anti-tabaco, esta é uma tradição que continua a realizar-se ano após ano no Dia de Reis.

 

Tradições gastronómicas

No que diz respeito à alimentação, é tradição, no dia de Natal, comer o polvo e o bacalhau cozido, com batatas, grelos e rabas cozidas, tudo bem regado com azeite da região.

À mesa não faltam as tradicionais filhoses de abóbora, as rabanadas, a aletria doce, e o bolo-rei.

Nestes últimos anos, as pastelarias locais começaram a inovar a receita do bolo-rei sendo já tradição o bolo-rei de castanha ou de chila.

No dia de Ano Novo, a tradição manda comer o cabrito assado no forno, mas em muitas casas é, também, neste dia que se prova o fumeiro.

 

 

 

23 de Dezembro de 2010

O doentes com problemas reumáticos já podem consultar um especialista da área no hospital de Bragança. O conselho de administração do Centro Hospitalar contratou um especialista em Reumatologia, em regime de contratualização de serviços, que, duas vezes por semana, realiza consultas no serviço de Consulta Externa de Bragança.

Para já, com pouco mais de um mês de trabalho, têm sido poucos os casos atendidos pelo especialista Rui Melo, mas a perspectiva é que, num ano, sejam realizadas 1200 consultas, sobretudo tendo em conta que as doenças reumáticas são a terceira maior causa de procura dos serviços de saúde, em todo o mundo.

Até ao momento, Rui Melo diz que os casos que lhe têm chegado são, maioritariamente, relacionados com patologias  inflamatórias e artrites reumatóides, não só em pessoas com idade acima dos 60 anos, mas também em pessoas jovens.

“Quando cheguei, pensei que iria ter mais doentes com doença degenerativa osteoartrose e osteoporose, mas não”, contou.

Estas doenças quando não são bem diagnosticadas, podem levar à dor crónica e à perda de qualidade de vida, com repercussões a nível laboral, social e até familiar. O que acontecia até ao momento, no distrito de Bragança, é que estes doentes não estavam a ser bem diagnosticados ou, muitas vezes, tinham de recorrer a tratamentos em hospitais distantes, nomeadamente no Grande Porto e no Alto Minho.

“A Medicina Geral e Familiar está apta a fazer este tipo de diagnóstico, muitas vezes fazem o diagnóstico, mas os doentes tinham de recorrer a hospitais muito distantes”, explicou.

O objectivo destas consultas é, sobretudo, “apoiar a população idosa, nomeadamente na osteoporose não diagnosticada”, apostando no tratamento que permita evitar a evolução da doença.

“Há tratamentos que são caros, embora comparticipados pelo Sistema Nacional de Saúde, por isso, o objectivo é diagnosticar o mais rapidamente possível”.

Os doentes podem chegar ao especialista de Reumatologia referenciados pelo médico de família ou marcando a consulta directamente no hospital, nas Consultas Externas.

Esta nova contratação vai permitir que o Centro Hospitalar do Nordeste cumpra o Plano de Referenciação Nacional para a implementação de unidades de reumatologia. Recorde-se que, em todo o país existem apenas 130 médicos especialistas em Reumatologia, quando a Organização Mundial de Saúde recomenda um rácio de um reumatologista para 40 mil habitantes.

Ao longo das consultas está prevista a aplicação de um questionário relativo à qualidade de vida que permitirá quantificar a evolução dos doentes reumáticos após iniciarem um tratamento, conforme explicou Rui Melo.

“Estes questionários vão avaliar a redução do consumo de fármacos e custos associados, os índices de absentismo laboral ligados a patologias do foro da reumatologia e os custos/benefícios associados ao acompanhamento em consulta diferenciada. Ou seja, o próprio Centro Hospitalar vai poder verificar se valeu, ou não, a pena investir nesta especialidade”.

O médico, ainda assim, considera que, em Bragança, não se justifica ter um médico desta especialidade a tempo inteiro, uma vez que são realizadas apenas consultas.

“Teria que ter um número imenso de doentes para justificar um médico a 40 horas e o vencimento que aufere ao final do mês”, apontou, considerando “um desperdício de tempo e de recursos financeiros”.

Rui Melo entende mesmo que a melhor aposta é aquela que o Centro Hospitalar fez, contratando o especialista para determinado número de consultas, rentabilizando um número  maior de doentes e pagando bem menos do que se tivesse um especialista a tempo inteiro.

As consultas de Reumatologia funcionam às quintas e sextas-feiras e podem ser marcadas através do médico de família ou nas Consultas Externas. Esta é uma especialidade que funcionará em articulação com o Serviço de Ortopedia, sempre que haja a necessidade de cirurgia. 


 

 

 

Já está a funcionar, no Mercado Municipal de Bragança, a pastelaria da Doceamêndoa, com doces e bolos artesanais únicos, cuja receita é bem guardada em família. Aqui podem encontrar-se diversos doces à base de amêndoa, nozes, pinhões, avelãs, chila e castanha, num total de 32 variedades, incluindo bolos de aniversário e bolos apropriados a cada época do ano.

Nesta época natalícia, a Doceamêndoa destaca o seu bolo-rei de castanha, um bolo recheado de frutos secos, com uma massa especial, cujo segredo não se pode revelar, e decorado com castanhas, frutos secos e apenas cereja cristalizada para enfeitar, tudo polvilhado com açúcar. Para além desta iguaria, há, também, a possibilidade de adquirir o bolo-rei sem açúcar, apropriado para os diabéticos e para todos os que desejam comer de forma mais saudável.

A castanha, aliás, é um fruto a que a empresa está a dar muito destaque, já desde o início deste ano, como contou Maria Diogo, responsável e doceira: “temos a tarte de castanha e mel, os bolos “sacos de castanha”, o pão de ló de castanha”, exemplificou.

Em Bragança, a Doceamêndoa criou quatro postos de trabalho e tem já em vista a exportação para países como a Espanha, França, Alemanha, Itália e Brasil.

A casa abriu, inicialmente, em Torre de Moncorvo, há mais de 15 anos, numa altura em que a tradição de usar amêndoa na doçaria regional estava praticamente perdida. A família criou as receitas e decidiu avançar, conseguindo divulgar estes doces únicos e originais, não só em todo o país, como em outras partes do mundo.

O segredo para esta divulgação tem estado no trabalho desenvolvido ao longo dos anos, na qualidade dos produtos e, também, na presença permanente em várias feiras de artesanato e de gastronomia que ocorrem por todo o país e pela Europa.

Os bolos, os doces artesanais, o pastel de nata produzido de uma forma muito especial pela Doceamêndoa, (um verdadeiro pastel de nata tradicional), têm conquistado muito público, e não apenas os gulosos.

 

Amêndoa Coberta vai estar à venda em breve

Em breve, a Doceamêndoa pretende, também, abrir uma nova loja, junto à pastelaria, dedicada, única e exclusivamente, ao fabrico da tradicional amêndoa coberta de Moncorvo. Este famoso doce genuíno vai ser fabricado ao vivo e à moda antiga, com a amêndoa a ser trabalhada nas bacias de cobre, envolvidas, constantemente, em calda de açúcar até atingirem o ponto.

Para todos os apreciadores da doçaria tradicional e artesanal, em especial daquela que usa frutos regionais, esta é uma excelente oportunidade para conhecer e provar os bolos da Doceamêndoa, na pastelaria do Mercado Municipal de Bragança.

 

Fonte: Mensageiro de Bragança

 

 

publicado por Lacra às 08:30
22 de Dezembro de 2010

O Hospital de Bragança vai ser alvo de obras. O conselho de administração do Centro Hospitalar tem um projecto para a requalificação do 4º andar da unidade hospitalar de Bragança e para o bloco cirúrgico.

O objectivo é transformar o 4º andar da unidade hospitalar de Bragança numa área de agudos de Medicina. Henrique Capelas, presidente do conselho de administração, explica que a área da Medicina é “um peso-pesado”, sobretudo na região, onde há um peso muito significativo de população envelhecida, e, por isso, há a necessidade de colocar no bloco central um atendimento mais especializado dentro da área da Medicina.

“Como sabem, a Medicina funciona num bloco à parte e faria todo o sentido termos no 4º andar do bloco central, uma área voltada para os doentes mais agudos. Funcionaria como uma medicina de maior intensivismo em que os doentes agudos estariam mais próximos do bloco cirúrgico ou da urgência”, explicou.

Outro dos objectivos é requalificar o bloco cirúrgico, ampliando-o e melhorando-o. No entanto, ainda não há um prazo para que estas obras se iniciem.

“Estas obras vão ser feitas quando pudermos”, apontou Henrique Capelas, notando que “os tempos não estão fáceis”. Ainda assim, o presidente dá a garantia que, mais cedo ou mais tarde, estas serão obras que se impõem.

“Quase que poderia dizer que vamos avançar com essas obras, temos de as fazer”, apontou.

Ao todo, este é um investimento que deve rondar os três milhões de euros, mas ainda não há financiamento que permita avançar com estes trabalhos. 

21 de Dezembro de 2010

 

 

 

Os 15 Centros de Saúde que integram o Agrupamento do Nordeste Transmontano (ACES Nordeste) vão ter um serviço de apoio às mulheres grávidas vítimas de violência doméstica. A novidade foi avançada no I Seminário dedicado ao tema, que se realizou, na terça-feira, em Bragança, e é um dos objectivos previstos no projecto Violência Doméstica na Gravidez, iniciado em 2009 na região transmontana.

Actualmente, os profissionais de saúde já estão a aplicar às grávidas uma ferramenta de rastreio que permite avaliar se estas são, ou não, vítimas de violência doméstica. Logo na primeira consulta, os profissionais disponibilizam às grávidas um contacto mais directo e apresentam o projecto, deixando “uma porta aberta” para futuros contactos, sejam eles relacionados com a violência doméstica ou não. Depois, ao longo das consultas, vai sendo aplicado um questionário que permite conhecer melhor a mulher grávida, os seus antecedentes, o grau de envolvência familiar, entre outros aspectos que, complementados com os vários exames permitem aferir se há sinais de qualquer tipo de violência.

Em caso de violência, a grávida é encaminhada e atendida por toda uma equipa multidisciplinar que avalia os riscos e ajuda a vítima a tomar decisões e a denunciar o crime.

Entretanto, está já a ser construída uma base de dados que, em 2011, data do término do projecto, permitirá conhecer os verdadeiros números desta problemática e que vai estar disponível, também, para ser consultada para estudos académicos.

Esta é uma problemática que começa agora a ser estudada de modo mais aprofundado e que preocupa os profissionais de saúde, pois, para além do crime público, há duas vidas colocadas em risco – a da mãe e a do bebé.

O projecto iniciou-se em 2009, pela mão de Berta Nunes, então responsável da Sub-Região de Saúde, (agora ACES Nordeste). A médica, e hoje presidente da câmara de Alfândega da Fé, contou que a iniciativa surgiu depois de terem sido detectados casos de violência doméstica contra grávidas, alguns deles com desfechos dramáticos que resultaram em mortes fetais.

“O que verificamos é que havia situações de violência que começavam na gravidez ou que se agravavam com a gravidez, quando, inicialmente, tínhamos a ideia do senso comum que a gravidez era o momento em que a mulher era mais protegida pelo companheiro”, contou.

Berta Nunes diz mesmo que podem ter havido mais casos de mortes fetais que resultaram de situações de violência mas que não foram diagnosticadas como tal, porque “não estávamos atentos a essa realidade”.

Hoje em dia, os centros de saúde do ACES Nordeste são, nesta matéria, referência a nível nacional. Para além de profissionais formados para lidar com esta problemática, todos eles contemplam gabinetes de atendimento e encaminhamento de vítimas, havendo um trabalho efectivo em prol da diminuição da violência doméstica.

A perspectiva é que este projecto possa, no futuro, vir a ser aplicado a todo o país, reforçando o papel dos centros de saúde na comunidade.

 

20 de Dezembro de 2010

 

 

 

A Associação de Desportos de Combate de Macedo de Cavaleiros (ADCMC) continua a mostrar a garra e o bom desempenho dos seus atletas. Depois de uma excelente participação no Campeonato Europeu de Light-Kick, onde o atleta Franclim Fernandes se sagrou vice-campeão europeu da modalidade, fica marcada, pela positiva, mais uma prestação, desta feita, no Torneio de Natal de Light-Kick, realizado, ontem, em Famalicão.

Carolina Cadavez, Francisco Carvalho, Daniel Martins e Franclim Fernandes foram os quatro atletas que participaram nesta gala.

A atleta Carolina Cadavez, (-60 kg), campeã nacional (júnior) em Light-Contact, foi a primeira a entrar no ringue, mostrando uma prestação ao mais alto nível, em que não deu qualquer hipótese à sua adversaria, vencendo por unanimidade dos juízes num combate que o Mestre Luís Durão considerou como “o melhor de sempre”, embora fosse o primeiro na modalidade Light-Kick.

Também Franclim Fernandes, (-74 kg), venceu o combate por unanimidade, embora deixasse evidente as mazelas trazidas do Campeonato da Europa, realizado na Grécia.

“O Franclim acusou o cansaço da viagem, aliado às mazelas trazidas do Campeonato Europeu, mas o que é certo é que venceu um atleta do Vitória de Guimarães sem margem para dúvidas”, contou o Mestre.

Pela positiva ficou marcada, também, a estreia do atleta Francisco Carvalho, (-63 kg), em ringue. O atleta venceu por unanimidade demonstrando  grande qualidade.

Menos afortunado foi Daniel Martins que, embora tenha feito uma excelente exibição, perdeu justamente contra outro atleta.

Esta participação dos atletas da ADCMC no Torneio de Natal teve, apenas, como objectivo a preparação para os próximos Campeonatos Regionais, dando mais experiência aos atletas e possibilitando-lhes a participação num evento que conta com várias equipas da zona Norte.

 

Foto: Associação de Desportos de Combate de Macedo de Cavaleiros

 


Ainda não foi lançado o concurso para avançar com a obra da nova ligação entre Vinhais e Bragança. O Secretário de Estado da tutela comprometeu-se publicamente em avançar com o estudo prévio da obra até finais de Junho de 2010 mas, até ao momento, ainda não se sabe se o mesmo foi lançado e quando poderá a obra avançar.

O deputado do PSD pelo distrito, Adão Silva, enviou, por isso, um requerimento ao Governo, questionando sobre a elaboração do estudo prévio e a fase em que este se encontra. Adão Silva considera que “já transcorreu tempo suficiente para  sua elaboração, discussão e aprovação”. O deputado diz mesmo que importa saber “para quando se prevê o lançamento do concurso entre a nova ligação”.

A nova ligação entre Vinhais e Bragança deverá ter uma extensão de 30 quilómetros e um custo estimado de 32 milhões de euros.

publicado por Lacra às 10:46
19 de Dezembro de 2010

Os distritos de Aveiro, Porto, Braga, Vila Real e Bragança estão hoje sob aviso amarelo, o menos grave, devido à persistência de baixas temperaturas, informa o Instituto de Meteorologia (IM).

De acordo com o IM, durante a madrugada, os termómetros desceram aos -4 graus graus Celsius em Bragança, -3º em Braga e -2º C em Vila Real.

As temperaturas foram ainda negativas nos distritos de Viseu (-1º C) e no da Guarda (-2º C).

 

Fonte: Lusa

publicado por Lacra às 12:15



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