Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
29 de Setembro de 2010

Este ano, pela primeira vez, a Norcaça e Pesca vai associar, também, a Castanha. O certame decorre de 29 de Outubro a 1 de Novembro e é já considerado como “o segundo melhor certame do país no sector da caça” e o “único a apresentar a pesca nas vertentes da sensibilização e do ensino da arte de pescar”. Dois bons atractivos a que se associa, pela primeira vez, a Norcastanha.

Com esta integração pretende-se “a promoção da região como um todo”, dando a conhecer o valor que estes três sectores indissociáveis representam na economia regional.

A Caça, a Pesca, a Castanha e a Gastronomia são os temas centrais de um programa recheado de actividades, que constituirá um motivo de atracção para muitos visitantes.
Esta edição fica, ainda, marcada pela organização de um Concurso de Fotografia subordinado ao tema “Castanha, Caça e Pesca”. Os trabalhos podem ser apresentados até ao dia 15 de Outubro e devem ser inéditos, não podendo ser alvo de manipulação digital.

Quem quiser concorrer deve entregar as fotografias em papel fotográfico e enviar por correio com respectivo título e pseudónimo.

Os trabalhos seleccionados em primeiro, segundo e terceiro lugar serão premiados com, respectivamente, 150, 100 e 75 euros.

publicado por Lacra às 15:43

Do lote de empresas do Estado, os hospitais EPE são os piores pagadores. Na região de Bragança, o Centro Hospitalar do Nordeste é mesmo o pior, demorando mais de um ano a liquidar as dívidas junto dos credores. Os dados são da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças para o segundo trimestre deste ano.

O Centro Hospitalar do Nordeste demora mais um de ano a liquidar as dívidas junto dos credores, sendo que o prazo médio de pagamento subiu de 318 dias, nos primeiros três meses do ano, para 393 dias no segundo trimestre.

 

Fonte: Correio da Manhã


Ao longo de mais de 1200 quilómetros de fronteira “não deve haver pior ligação rodoviária do que a de Bragança ao Norte de Espanha”, nomeadamente à província de León. A constatação é de Jorge Nunes, presidente da câmara de Bragança, que, à margem de uma cerimónia onde estiveram presentes entidades oficiais de Portugal e Espanha, voltou a reclamar ligações condignas ao outro lado da fronteira.

“É preciso criar a coesão, permeabilizar a fronteira, rasgar a fronteira, unir os povos e isso significa medidas de política públicas concretas”, apontou.

O autarca reclama que seja dada prioridade à ligação Porto – Valladolid, num corredor internacional que abranja Bragança, Puebla de Sánabria e outras localidades espanholas até à cidade de Léon, sobretudo numa altura em que já há um memorando de entendimento para a constituição de uma “macro-região” do Sudoeste Europeu.

Recentemente os responsáveis da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) e os Governos Regionais da Galiza e de Castela e Leão, assinaram um memorando de entendimento para a formação da primeira “macro-região” da Península Ibérica. Um passo que vai permitir à Região Norte, Galiza e Castela e Leão a participação na aplicação de uma nova fórmula de cooperação territorial, concebida pela Comissão Europeia para 2014-2020.

Jorge Nunes considera que, antevendo uma nova política de apoio à cooperação transfronteiriça, é necessário, desde já, inscrever algumas medidas de política pública nesses planos estratégicos, nomeadamente “algumas infra-estruturas que esta possível macro-região ainda carece”.

“Em toda a zona de fronteira, o distrito de Bragança será, provavelmente, aquele onde a permeabilidade é mais baixa. É aqui que há alguma carência importante de infra-estruturas rodoviárias e até de serviço público de transporte de passageiros, que não existe”, considerou o autarca.

Aproveitando a presença de Vicente Herrera, presidente da Junta de Castela e Leão, na cidade de Bragança, o autarca voltou a apelar ao “empenho” espanhol, lembrando as “responsabilidades políticas” de Vicente Herrera no que diz respeito a esta questão.

“Mesmo neste período de escassez de recursos públicos, a ligação do Norte a Léon deve ser equacionada como uma prioridade e acho que deverá ser uma questão de tempo”, apontou Jorge Nunes.

O Mensageiro tentou ouvir o responsável espanhol sobre esta questão, mas Vicente Herrera recusou-se a prestar esclarecimentos.

Desde 1998 que a câmara de Bragança tem vindo a fazer esforços no sentido de se avançar com a ligação da região transmontana ao Norte de Espanha, via Puebla de Sanábria. Os vários estudos técnicos que foram sendo elaborados já foram encaminhados para o Governo de Portugal, para o de Espanha e para a Junta de Castela e Leão.

publicado por Lacra às 08:03



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