Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
30 de Abril de 2010

Cuidado com a DECO porque é uma empresa que também alinha na publicidade enganosa e que só pretende o lucro.

O aviso parte do presidente da Associação Portuguesa de Direito do Consumo que também não acredita que a DECO tenha recebido, em 2009, as 382 mil reclamações de consumidores, um número avançado recentemente.

 

“A DECO é o braço armado de uma multinacional belga que tem o lucro como objectivo. Eles fazem um marketing para vender uma imagem de que são muito operacionais” refere Mário Frota,, acrescentando que “eles dizem que no ano passado tivera 382 mil reclamações. Passa pela cabeça de alguém que uma organização tenha capacidade em gente, instalações e tempo para gerir essas reclamações?” questiona. “Eu não acredito” afirma. “Porque os números oficiais saídos das estatísticas do livro de reclamações não dão esses números” acrescenta.

 

Declarações de Mário Frota, à margem das segundas jornadas de direito do consumo, em Mirandela, promovidas pela delegação de Trás-os-Montes daquela associação, que está sediada, há um ano, na escola superior de comunicação administração e turismo de Mirandela.

Mário Frota diz ser fundamental uma cooperação com a autarquia local para divulgar esta associação.

“Nós temos de desenvolver um esforço em cooperação com o município para concretizar a protecção dos direitos e a promoção dos interesses dos consumidores” considera, lembrando que “é obrigação, por imperativo legal, que o município coopere de forma que os consumidores sejam protegidos, garantindo o acesso à informação”.

 

O objectivo destas jornadas é continuar a promover a informação do consumidor.

No entanto, Rute Couto, responsável pela delegação de Trás-os-Montes confessa que ainda existe algum desconhecimento da existência desta delegação.

Facto que se reflecte nas poucas reclamações recebidas.

“Ainda há alguma falta de informação, mas já tivemos alguns consumidores que se dirigiram a nós a pedir informação” afirma, sobretudo em casos de “compras do dia a dia”.

 

A delegação transmontana da Associação Portuguesa de Direito do Consumo conta com seis juristas e um elemento da área da economia e da administração.

 

Fonte: Brigantia

publicado por Lacra às 11:33

O Parque Natural de Montesinho está a ser cenário para um filme, cujos direitos foram já comprados pela RTP.

 

“A Parideira”, assim se chama a obra do realizador José Miguel Pereira, que encontrou no Nordeste Transmontano o cenário ideal.

  

Cinco actores, um projecto comum. Uma ideia que nasceu de uma tese de mestrado em realização de cinema, do Instituto Politécnico do Porto, e que trouxe a Montesinho a equipa de filmagens, comandada pelo realizador José Miguel Pereira.

 

“Estávamos inclinados para uma zona perto de Viana do Castelo, mas temos um brigantino na rodagem que nos chateou a dizer que Montesinho tinha o sitio que queríamos e de facto ficamos convencidos porque isto aqui é exactamente o que procurávamos que é a ideia da natureza em estado puro que também gera vida” explica.

 

Diogo Morgado, actor consagrado do cinema e televisão, desempenha o papel de Tiago e é o cabeça-de-cartaz do projecto que conta a história da Parideira.

 

“É uma gruta que supostamente faz com que as mulheres estéreis entrem e saiam grávidas” explica, acrescentando que o seu papel é o de “um marido que já tentou de tudo e que acredita que é a ultima hipótese de ter um filho”.

 

Ana Moreira completa o par romântico da trama.

 

A actriz, mais conhecida pelo filme “Os Mutantes”, de Teresa Vilaverde, ou pela participação na série Pedro e Inês, da RTP, desvenda um pouco da sua personagem.

 

“Eu sou a Margarida, esposa do Tiago, e somos um jovem casal que procura engravidar por outros métodos, mas que não estão a resultar” explica. Por isso, “procura a ajuda da natureza através de uma lenda que diz que se passar uma noite na gruta a natureza encarrega-se de dar uma criança a essa mulher” e no fundo, “a Margarida está a repetir os passos da mãe porque ela também nasceu assim”.

 

O filme deverá estar pronto no início do Verão, para entrar no circuito de festivais nacionais e internacionais, como o Fantasporto ou o festival de Vila do Conde.

 

A RTP também já comprou os direitos do filme por dois anos.

 

Mas, fora de cena, o realizador José Miguel Pereira queixa-se de alguma falta de apoios, sobretudo por parte da câmara de Bragança. “Temos alguns apoios, mas esperávamos mais por parte da câmara de Bragança porque no fundo trazemos aqui um projecto de muita visibilidade e esperávamos ser mais bem recebidos” afirma.

 

Um filme com dois terços da acção passados no Parque Natural de Montesinho, o que causa alguns problemas logísticos. “Temos de arranjar uma casa de banho, electricidade através de geradores, o que é ruidoso e temos de contornar essa questão, é a distancia, o terreno, as estradas” exemplifica.

As filmagens terminam hoje e prolongaram-se por duas semanas.

 

Fonte: Brigantia


Na manhã de ontem, D. António Montes Moreira, Bispo da Diocese de Bragança-Miranda, tornou público que o Santo Padre Bento XVI tinha aceite a sua renúncia como Bispo da Diocese. No documento de aceitação de renúncia, concede-se ao Sr. D. António Montes todas as faculdades para continuar como Administrador Apostólico da Diocese, enquanto não for nomeado um sucessor (o que deve acontecer no próximo ano).

D. António Montes Moreira nasceu em S. Tomé do Castelo, concelho de Vila Real, entrou para a Ordem Franciscana e foi ordenado sacerdote a 13 de Julho de 1958. Ordenado Bispo a 14 de Outubro de 2001, desde essa data presidiu aos destinos da Diocese de Bragança-Miranda.

 

 

Fonte: Ubi Caritas


A Associação Europeia para a Conservação do Património Geológico distinguiu a câmara de Macedo de Cavaleiros com uma menção honrosa pelo trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na área da conservação e promoção do património geológico do Sítio de Morais, conhecido como “umbigo do mundo”.

A câmara tem vindo a estudar o local no sentido de conceber um instrumento de gestão para os habitats prioritários ao nível da flora e da fauna. Há o objectivo de recuperar a escola primária de Salselas e um espaço na aldeia de Morais que funcione como centro de apoio ao visitante.

Prevista está, também, a sinalização e interpretação de uma rota geológica e de um percurso pedestre em torno do Sítio de Morais. Ao mesmo tempo, a autarquia pretende criar uma exposição com o título – “viagem ao centro da Terra”, no centro de apoio ao visitante, de forma a explicar o fenómeno geológico que afectou aquele local. Para esta exposição estão a ser elaborados textos, registo de imagens adequadas e de geomonumentos, estudos petrográficos das rochas e datações isotópicas para precisar a idade das rochas.

A concepção de um guia, de material pedagógico e de uma página na Internet, são outros dos objectivos da câmara para o Sítio de Morais.

O Prémio Geoconservação visa distinguir os melhores exemplos de conservação do património geológico promovidos por autarquias, estimular uma reflexão crítica sobre a necessidade de conservar o património geológico e incentivar as autarquias a adoptar estratégias e procedimentos, e divulgar e sensibilizar o público em geral para o reconhecimento do valor do património geológico como parte integrante do património natural.

A candidatura a este prémio foi elaborada pelo geólogo e investigador Eurico Pereira, do Laboratório Nacional de Energia e Geologia, a quem se deve muito do conhecimento do Sítio de Morais, e pela técnica da autarquia, Sílvia Marcos.

O Sítio de Morais é conhecido como “umbigo do mundo” por ter sido ali que se deu o processo de colisão de massas que originou a cadeia de montanhas conhecida como sutura do Orógeno Varisco.

29 de Abril de 2010

A Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (CESPU) assinou um protocolo com a Caixa Agrícola de Bragança para criar uma linha de crédito especial, destinada aos alunos que queiram ingressar nos cursos leccionados em Bragança.

Esta linha de crédito permite aos estudantes pagar a licenciatura de três anos no prazo de seis anos, tornando mais “suaves” os custos inerentes ao pagamento das propina.

Esta iniciativa surgiu “a pensar nos problemas da interioridade e da actual conjuntura económica”. É que, segundo fonte da CESPU, são vários os interessados em ingressar no Ensino Superior que têm apresentado como limitação as dificuldades económicas.
Para além do referido protocolo o próprio Estado Português convencionou com entidades bancárias um sistema de empréstimos com taxa de juro mínima, sem avales ou garantia patrimonial e com um reembolso de seis a 10 anos (www.mctes.pt).
Existem outros mecanismos de auxílio reservados a estudantes com menores recursos económicos como as Bolsas da Direcção Geral do Ensino Superior (DGES), disponibilizadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Através do website www.dges.mctes.pt pode ser consultada toda a legislação e podem efectuar-se simulações.
Na área das pós-graduações a CESPU tem protocolos com diversas entidades, nomeadamente, ARS-Norte, Centro Hospitalar do Nordeste, Santa Casa da Misericórdia de Bragança, entre muitas outras, que à partida, concedem um desconto de 10 por cento no valor dos cursos aos colaboradores daquelas entidades.
Actualmente, a CESPU tem em funcionamento em Bragança as licenciaturas em Psicologia, (agora também com a vertente clínica), Informática de Gestão e Segurança e Higiene no Trabalho, um curso único em toda a região transmontana.

A nível da formação pós-graduada, a CESPU tem no momento inscrições abertas para Pós-Graduação em Emergência e Trauma, Gestão das Unidades de Saúde, Cuidados Continuados e Paliativos, e Avaliação e Intervenção em Feridas.

A maior parte dos cursos funciona em horário pós-laboral, nomeadamente as pós-graduações.

No próximo ano, as licenciaturas vão funcionar em horário diurno e nocturno e há possibilidade de abertura de novos cursos de licenciatura e mestrado que, actualmente, aguardam aprovação por parte do Ministério da Ciência e Ensino Superior.

 

 

publicado por Lacra às 08:00

O Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e Comunicações, Paulo Campos vai presidir à cerimónia, de assinatura da contratação da empreitada de beneficiação da EN 308/308-3 entre Bragança e Dine.

O evento tem lugar esta quinta-feira,  às 14h30, na Junta de Freguesia de Parâmio.

Segundo a secretaria de Estado, esta obra, que tem como objectivo a melhoria das condições de circulação e segurança e da qualidade de vida da população, representa um investimento de 2,2 milhões de euros.

Segundo o mesmo organismo, a conclusão da obra está prevista para Março de 2011. A empreitada tem uma extensão de 26 quilómetros, abrangendo os concelhos de Vinhas e Bragança e beneficiando 35 mil pessoas. 

publicado por Lacra às 08:00
28 de Abril de 2010

O Centro Hospitalar do Nordeste ainda não encerrou as contas mas está previsto um aumento do prejuízo de 4,5 por cento em relação ao ano passado. A dívida, que em 2008 era de nove milhões de euros, deve atingir os 12,5 milhões, relativos a 2009. Um valor que António Marçoa, administrador do Centro Hospitalar, justifica com o aumento de custos associado ao consumo de material clínico, mas não só.

É que segundo o administrador, o Centro Hospitalar do Nordeste está inserido num grupo de hospitais cujas especificidades não são comparáveis, como é o caso do Centro Hospitalar de Santa Maria da Feira.

“O hospital de Santa Maria da Feira serve uma população em maior número mas não tão envelhecida quanto a população que nós servimos. Por outro lado, o hospital de Santa Maria da Feira não tem uma dispersão entre as unidades”, exemplificou.

No entender de António Marçoa, o actual modelo de financiamento é muito “complexo” e não diferencia favoravelmente as regiões do interior. É que a população servida é fortemente envelhecida, com grande necessidade de cuidados de saúde e um rendimento per capita que é apenas 60 por cento da média nacional. Ao mesmo tempo, o facto do Centro Hospitalar do Nordeste receber substancialmente menos que outros centros, como o de Vila Real, por exemplo, pela prestação dos mesmos cuidados de saúde, faz disparar os custos.

Assim, um mesmo episódio de urgência recebido no Centro Hospitalar do Nordeste ou no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, é pago pelo Estado de forma diferenciada, sendo que o valor pago ao Centro Hospitalar do Nordeste é inferior.

Ou seja, no entender do administrador, o que faltaria seria “aplicar os mesmos custos de estrutura a uma região particular que é o interior, todo o interior porque as especificidades da população fazem com que tenhamos custos superiores”.

Marçoa considera que se o Centro Hospitalar do Nordeste recebesse um financiamento idêntico ao do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes pelos mesmos serviços prestados, as contas estariam equilibradas.

“Se o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes recebesse pelos mesmos valores que nós, receberiam menos 25 milhões de euros por ano”, adiantou, esclarecendo que, nessa situação, o Centro sedeado em Vila Real, não teria saldo positivo de dois milhões mas antes “mais de 20 milhões de saldo negativo”.

Ainda assim, Marçoa justifica o aumento da dívida também com o aumento do consumo de material clínico associado às cirurgias das cataratas, um sector onde o Centro Hospitalar reduziu as listas de espera. Também ao nível da cardiologia, otorrino, e o investimento nas cirurgias de ambulatório fizeram aumentar os custos, sendo por isso que o responsável afirma que “em saúde, é difícil falar em resultados”.

Já com o pessoal o aumento foi de 2,2 por cento, mas não estão programados despedimentos até porque não há excesso de funcionários.

“O grande peso do pessoal ainda está na área clínica, na parte de enfermagem, auxiliares de acção médica e a componente médica. A parte administrativa e os técnicos dos meios complementares de diagnóstico são uma componente minoritária”, apontou.

Não obstante os resultados negativos, Marçoa aponta que o indicador de autonomia financeira é saudável e frisa os benefícios dos serviços prestados com os investimentos que têm vindo a ser realizados. Apesar de discordar do modelo de financiamento, o administrador considera positivo o modelo “hospital – empresa” porque veio trazer responsabilizações à gestão hospitalar.

Ainda assim, Marçoa frisa que a saúde não se pode gerir “como outra empresa qualquer” porque, tendencialmente, haverá custos acrescidos que têm de ter como contra-partida o aumento do nível dos cuidados prestados.

publicado por Lacra às 12:00

 

 

O Centro Internacional de Voo à Vela, sedeado no aeródromo de Mogadouro, abriu mais um curso da modalidade no qual estão inscritos nove pilotos. Se todos eles conseguirem o brevet, (licença de voo), o Centro será responsável pela formação de metade dos pilotos da modalidade em todo o país.

Nestes últimos cinco anos, o Centro formou cinco pilotos, um número que, embora pareça baixo, corresponde a um terço de todos os alunos formados no país. Estes “salto” que o Centro Internacional tem dado, no panorama nacional, é prova do “sucesso” alcançado, conforme salientou João Henriques, vice-presidente da câmara municipal.

“Se todos os alunos conseguirem o brevet, daremos um salto maior e passaremos a formar metade dos alunos do país a fazer voo planado. É um sucesso do Centro Internacional”, apontou.

O aeródromo de Mogadouro é considerado um dos melhores do país para a prática de voo à vela, um desporto “radical”, não poluente.

“As condições climatéricas e geográficas fazem do aeródromo um dos melhores para a prática da modalidade, igualável com poucos fora do país”, considerou João Henriques.

 

Nova revista consolida projecto

O aparecimento da “Planadouro”, uma revista da especialidade, gratuita e acessível na Internet, elaborada pelo corpo técnico e alunos do curso de voo à vela, é o culminar de todo um projecto iniciado em 2001, com a construção do aeródromo.

Artur Gonçalves, um dos responsáveis deste projecto, explicou que a nova publicação vai servir como plataforma de troca de experiências e registo das actividades realizadas no Centro Internacional.

“É uma plataforma que vai servir para a troca de experiências e de registo dos anseios e dos objectivos alcançados no contexto do Centro Internacional. Ao longo da nossa prática há muita matéria de segurança, muitos conselhos, que agora podem ficar registados por escrito”, apontou.

A publicação pode ser consultada livremente através do endereço http://vooavela.mogadouro.pt. A primeira edição já está acessível, as outras saíram trimestralmente, acompanhando as estações do ano.

“O voo à vela está muito ligado à meteorologia, ao clima e à natureza, factores que têm muita influência neste desporto. A primavera é o início da época de voos, o verão é a estação por excelência para voar, o Outono é a conclusão dessa estação alta e o inverno é o momento para a escola, para tratar dos planadores, fazer as revisões técnicas e para os alunos continuarem as suas aulas”, explicou Artur Gonçalves.

Moraes Machado, presidente da autarquia, entende que esta publicação vai consolidar o trabalho que o Centro Internacional tem vindo a desenvolver, destacando a importância do mesmo na divulgação do concelho e na atracção de pilotos de todo o país e Europa à localidade. A partir daqui, o objectivo é tornar o Centro “mais conhecido” e “aumentar o número de alunos”.

A aposta será também na formação de pilotos do concelho de Mogadouro para que, no futuro, sejam eles os impulsionadores da escola e os seus protagonistas. 

27 de Abril de 2010

A Associação de Desportos de Combate de Macedo de Cavaleiros levou sete atletas à Taça de Portugal, disputada no dia 25 de Abril, em Alenquer, nas modalidades de Light-Contact e Low-Kick e, mais uma vez, primou pelos bons resultados: em onze combates, seis vitórias.

A atleta Clícia Queiroz venceu, mais uma vez, a categoria de +65 kg, mostrando o motivo pelo qual nunca foi derrotada em Light-Contact: em três combates, três vitórias. Já Tânia Afonso, (-55kg), venceu o primeiro combate com a atleta experiente e campeã nacional de Full Contact, Mencília Pereira. Apesar de ter feito uma das suas melhores prestações, Tânia Afonso acabaria por perder na final.

O atleta Franclim Fernandes, (-79 kg), jogou na categoria acima e venceu o primeiro comabate por unanimidade. Franclim foi derrotado pelo atleta da selecção nacional, Hugo Matos, dando excelente réplica e fazendo, provavelmente, o seu melhor combate até agora.

A estreia de Carolina Cadavez juniores, (-60 kg), pautou-se pela positiva. No primeiro combate a atleta venceu mostrando toda a qualidade e técnica e comprovando as expectativas que o mestre Luís Durão depositou nela para esta prova.

O Daniel Martins, (-84Kg), perdeu o seu combate mas deixou boas indicações. Já  Leandro Ferreira, (-63Kg), fez uma estreia muito boa tendo perdido com um atleta mais experiente, mas apenas por maioria de juízes.

Por fim, Hélder Ferreira, (-74 kg), fez uma boa exibição mas perdeu com o atleta açoriano.

O Hélder Ferreira (-74Kg) perdeu com um atleta açoriano mas teve mais uma boa exibição como tem sido hábito.

As provas contaram com a participação de mais de 300 atletas de todo o país, fazendo desta prova a mais concorrida de sempre.

Foram várias as equipas que inscreveram o número máximo de atletas, inclusive os seus mestres, para tentar levar a taça para casa, aumentando o nível de exigência e dificuldade da prova. A elevada afluência fez com que os combates de Light-Contact tivessem apenas dois assaltos em todas as classes etárias.

Apesar dos bons resultados conseguidos, Luís Durão, mestre e responsável da Associação de Desportos de Combate de Macedo de Cavaleiros, frisa as dificuldades associadas à deslocação, feita em viaturas próprias, no próprio dia do combate.

Ainda assim, o principal objectivo do mestre era a rodagem de atletas para a participação no Campeonato Nacional, agendado para Maio.

 

Foto retirada da Associação de Desportos de Combate de Macedo de Cavaleiros


Vários moradores da rua Alexandre Herculano, no centro da cidade de Bragança, queixam-se do ruído provocado pelos carros sempre que passam pelo local. É que há duas tampas cujo cimento rebentou e sempre que algum carro passa no local levantam ligeiramente, caindo com estrondo.

O barulho é tal que há mesmo moradores que afirmam ter de tomar comprimidos para conseguir dormir, à noite. Mas durante o dia a situação não é melhor, segundo alguns dos trabalhadores e proprietários do comércio local daquela zona.

“Eu já estive para me por aqui no meio da rua a ver se os carros não passam por cima da tampa”, contou Alice Miranda. Trabalhadora de uma lavandaria mesmo em frente ao local onde os carros pisam a dita tampa, Alice queixa de estar o dia inteiro a ouvir aquele barulho “ensurdecedor”.

“É insuportável, ao fim do dia fico com a cabeça maluca”, apontava.

Também Maria Odete, moradora naquela rua, queixa-se do mesmo, “dia e noite, sempre o mesmo barulho”, e nem com vidros duplos a situação melhorou. A moradora queria que a câmara cimentasse novamente aquela infra-estrutura que, segundo afirmou, se encontra naquele estado há pelo menos um mês.

Esta já não é a primeira intervenção que a câmara faz no local, segundo contou José Francisco Fernandes, também morador naquela rua. No local até chegou a estar uma chapa de ferro, antes de ter sido resolvida a situação. Depois, o cimento voltou a rebentar, talvez fruto das últimas chuvadas que se fizeram sentir.

Embora o único problema seja mesmo o barulho que os carros provocam ao passar no local, José Francisco Fernandes alerta para a “tortura” que é estar “constantemente”, há mais de um mês, dia e noite, a ouvir o constante bater do ferro nos paralelos. O morador faz até uma simples comparação com a “tortura da gota de água” que não mata, mas mói.

Os moradores já deram conta do caso à câmara e esperam uma rápida intervenção.

 

publicado por Lacra às 08:37



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