Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
26 de Janeiro de 2010

 Foi lançada uma petição pública para redução de despesas IVA e IRS com animais domésticos que tem agora 1.520 assinaturas.  Como todos sabemos, uma petição precisa de recolher pelo menos 7.000 assinaturas, para poder ser apresentada a discussão na Assembleia da República. 

 

Medidas propostas:

10 MEDIDAS DE APOIO A PROPRIETÁRIOS ANIMAIS DOMÉSTICOS - PARA UM PAÍS MAIS LIMPO, MAIS JUSTO E MAIS CIVILIZADO: 


- Redução do IVA nos medicamentos para tratamento animal, com receita médita. 
- Redução do IVA na alimentação adquirida em veterinários ou lojas da especialidade. 
- Desconto no IRS das despesas médicas de animais domésticos (consultas, tratamentos, medicação, etc.) 
- Desconto no IRS das despesas cívicas (seguros de responsabilidade civil, vacinas obrigatórias, urgências hospitalares, etc.) 
- Punição dura ao abandono animal, com maior vigilância nas épocas balneares. 
- Criação/aumento de canis e gatis para que seja possível e acessível hospedar animais domésticos por período limitado. 
- Implementação de medidas/incentivos que estimulem o ramo hoteleiro no sentido de criar condições para clientes com animais de estimação. 
- Criação de novos espaços urbanos para animais, como parques próprios e “wc’s” caninos. 
- Instalação de pontos próprios nas ruas, com distribuidor de sacos e contentor para detritos. 
- Subsídio para particulares que tenham adoptado mais do que um animal doméstico em canis ou gatis públicos. 

 

Por isso, por favor assine e divulgue esta petição:

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=Network

publicado por Lacra às 18:29

 Marta Saraiva estava no sítio certo, à hora certa. No dia 12 de Janeiro, quando a terra tremeu no Haiti, com um sismo que atingiu 7.0 graus na escala de Richter, matou milhares de pessoas e deixou o país num estado inimaginável de destruição, a estudante portuguesa de Medicina na República Dominicana soube imediatamente o que tinha de fazer. Na capital do país vizinho, Santo Domingo, a 400 quilómetros, o terramoto também provocou "alguma turbulência", por isso Marta e os colegas portugueses da Universidad Nacional Pedro Henríquez Ureña fizeram as malas a correr, pediram autorização para faltar às aulas e, depois de quatro horas e meia de viagem, atravessaram a fronteira para o Haiti. A sua ajuda, como estudantes de medicina, foi bem-vinda no hospital de campanha improvisado na localidade fronteiriça de Jimani.

Nos dias que se seguiram, não há palavras para descrever o que os universitários portugueses viveram no Haiti a prestar auxílio a centenas de vítimas do sismo. O que o mundo viu, horrorizado, pela televisão, Marta Saraiva, João Rocha, Mara Rocha e António Pinheiro, naturais de Rubiães (Paredes de Coura), Mogadouro (Bragança) e Santo Tirso, sentiram na pele, em primeira mão. "É um cenário impressionante, que chega até a ser arrepiante, mas depois desta experiência ainda fico com mais vontade de ser médica. É nestes cenários que se percebe a verdadeira dimensão e a real importância desta profissão", disse Marta, de 21 anos, no primeiro dia em que chegou ao Haiti. Durante cerca de uma semana, os estudantes portugueses atenderam perto de 700 pessoas e trabalharam com outros universitários porto-riquenhos e médicos do México e Japão. "Nunca me vou esquecer desta experiência", disse a estudante, sem pôr de lado a hipótese de voltar ao Haiti nos próximos tempos.

Marta Saraiva chegou à República Dominicana há quase dois anos e meio, depois de uma média final de 15,5 valores no ensino secundário lhe ter "cortado" as hipóteses de se candidatar a um curso de medicina em Portugal. Com o sonho de ser médica em mente e sem aceitar escolher outro curso qualquer, foi à procura de alternativas no estrangeiro. A República Dominicana surgiu por sugestão de um amigo. O pai informou-se, a família concordou e a Universidad Nacional Pedro Henríquez Ureña foi a primeira escola a dar uma resposta positiva. Em Santo Domingo, Marta partilha casa com colegas portugueses. Ao todo, na universidade há cerca de 30 portugueses na licenciatura de Medicina. A instituição de ensino superior (a primeira privada no país, em 1996) é a mais procurada por estrangeiros: mais de três mil provenientes de 57 países (EUA, Canadá, Porto Rico, Espanha, etc.). Na UNPHU, a licenciatura de medicina tem a duração de seis anos, 12 semestres que podem ser concluídos em quatro anos. A propina é de cerca de 2400 euros por semestre (os estrangeiros, como Marta, pagam 500 euros por mês), e não estão incluídas as despesas de alimentação ou de alojamento.

Fonte: Diário Económico

publicado por Lacra às 14:16

 

Sónia Pinto, uma jovem mogadourense optou este ano por concorrer ao Festival da Canção 2010, com o nome artístico de Nina Pinto. O gosto pela música podem levar esta jovem a outros palcos. O primeiro passo foi dado através de um convite de uma equipa de músicos e compositores gregos que a interprete aceitou de imediato, já que o gosto pela música é antigo. “O meu coração não é meu” é titulo da canção. A letra é da autoria de Augusto Madureira e música de Marios Gligoris.


“Eu sou fã do Festival da Eurovisão há muito tempo. Desde pequenina que gosto de cantar, tudo isto é um sonho que se esta a tornar realidade. Sempre sonhais em ter uma carreira musical”, contou ao jornal Nordeste a intérprete trasmontana.
Para já decorre até ao dia 27 (quarta-feira) uma votação on-line, se a cantora passar à fase seguinte e poderá ver um sonho concretizado cantar numa das meias-finais do certame a realizar no Campo Pequeno em Lisboa e transmitida pela RTP. A final ainda é um sonho o qual poderá ser concretizado a 6 de Março.
“Eu estou a levar toda esta contenda com muita descontracção. É verdade que sempre acreditei na minha canção, e estamos a trabalhar no projecto há já alguns meses”, confidenciou ao intérprete mogadourense. 
O trabalho neste momento e após a gravação da canção centrasse no trabalho em palco, onde a musica “O meu coração não é meu“ tem já uma versão em inglês.
Nina Pinto, já disse que ”de momento estou com os pés bem assentes na terra” no entanto a esperança é sempre a ultima a morrer.
Para votar em Nina Pinto basta ir ao site www.rtp.pt e escolher a ligação ao link que dá acesso ao site do Festival, aí os cibernautas poderão ouvir a música e votar na candidata mogadourense.
O Festival RTP da canção vai já na sua 46ª edição e visa o apuramento da participação portuguesa no Festival da Eurovisão da Canção que vai decorrer em Olso, na Noruega.

 

Fonte: RBA



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