Dia-a-dia de um distrito rural, doze concelhos e meia dúzia de pequenas cidades encravadas nas montanhas mais a norte de Portugal
30 de Novembro de 2009

Vão ser suspensas nos meses de Dezembro e Janeiro as obras em curso no IP4, para evitar constrangimentos na circulação, como os verificados no dia de ontem.

A informação foi confirmada à Renascença pelo Governador Civil de Vila Real.

O itinerário esteve cortado nos dois sentidos, durante várias horas, devido à queda de neve.

As obras em curso, para a ligação por auto-estrada até Bragança, são mais um factor de perturbação na circulação.

Para evitar este tipo de situações, serão suspensas nos próximos 2 meses as empreitadas que decorrem em alguns troços do IP4.

A esta hora, à excepção da ligação Ave – Piornos - Sabugueiro, não há informação de estradas cortadas ao trânsito devido à queda de neve.

 

Foto: Renascença

 

 

publicado por Lacra às 14:10

A uma má notícia, o aumento do desemprego, sucedeu uma boa notícia, mais uma medida de combate ao desemprego. Basta ler a lista de 18 portugueses que em Conselho de Ministros conquistou o direito a salário, carro e motorista.

(...)

Em Bragança, por exemplo, o ex-governador civil, Jorge Gomes, aceitou corajosamente abandonar o lugar para lutar por um cargo menor, a presidência da Câmara. O eleitorado não valorizou esse facto, o homem perdeu e isso de ser vereador, sobretudo sem pelouro, é como fazer política sem receber o respectivo salário, ou seja, é para gente sem talento. Uma atitude de tamanha nobreza perante a política só podia ter um desfecho: Jorge Gomes, o ex-governador civil de Bragança, terá como sucessor Jorge Gomes. Ou seja, um caso de lay-off com final feliz.

(...)

 

Por Rafael Barbosa em Jornal de Notícias

publicado por Lacra às 09:38
29 de Novembro de 2009

Um taxista foi morto a tiro na sexta--feira à noite, em Vinhais, a escassos quilómetros da aldeia de Lagarelhos. O homicídio aconteceu próximo da localidade de Vilarinho das Touças, freguesia de Seixas. A vítima, João Gonçalves, fazia o transporte escolar de algumas crianças daquela zona do concelho de Vinhais, quando a sua viatura foi abalroada por um tractor.

O condutor do veículo agrícola, Fernando Pires, de 55 anos, estava armado e acabou por disparar duas vezes atingindo o taxista no abdómen e na cabeça.

"O homicídio foi cometido com uma caçadeira", revela o segundo comandante da GNR de Bragança.

 

Fonte: DN

27 de Novembro de 2009

 O desconhecimento geral das crianças sobre a cultura e as tradições do meio em que se inserem podia ser colmatado se os professores incluíssem nos conteúdos programáticos escolares essa componente. Foi o que Bárbara Dias, professora de Educação Visual, fez com os seus alunos e tratou numa tese de mestrado de Animação e Produção Artística defendida, na semana passada, na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança (IPB).

A docente pegou no tema geral “Animação das Festas de Inverno no concelho de Bragança” para introduzir “os caretos na escola – o reavivar das tradições”. Bárbara Dias constatou que as crianças desconheciam as tradições locais, embora fossem naturais da região, sendo até que a maioria desconhecia a existência do Museu Ibérico da Máscara e do Traje, situado na zona histórica da cidade.

“O preservar de qualquer tradição passa, primeiro, pelo conhecimento das mesmas e os alunos desconheciam-nas”, apontou a docente.

Bárbara Dias aproveitou então para transmitir aos alunos esses conhecimentos e depois trabalhou a temática com eles promovendo a realização de exposições em que os alunos desenvolveram máscaras e trajes típicos da região.

Com esta iniciativa, a docente pretendeu transmitir aos mais novos as tradições locais de modo a assegurar a sua continuidade e preservação.

 

Promover a criatividade ensinando as tradições

Actualmente, nas escolas tem-se verificado o introduzir de comemorações como o “Halloween”, uma festa com raízes nos países anglo-saxónicos. No entanto, segundo Luís Canotilho, orientador da tese de mestrado, compete aos professores introduzirem  no currículo escolar as tradições genuinamente portuguesas.

“O currículo nacional do ensino básico propõe a integração das crianças e dos adultos na região através do reconhecimento daquilo que são as suas tradições e aquilo que é a sua verdadeira cultura genuína”, apontou Luís Canotilho.

O orientador lamenta que grande parte dos professores não tome a iniciativa de apostar na cultura tradicional, cingindo-se apenas a seguir o “receituário” dos livros escolares. Na sua opinião, em causa está uma “sucessão de erros” que se tem vindo a repetir e que trará consequências aos jovens da região e do país.

“Um povo que não aprecia a sua cultura e vai beber a outras culturas, perde as referências e a sua identidade. Desaparece”, considerou.

A mudança pode e deve começar, desde logo, no ensino das Artes Visuais e Tecnológicas, uma disciplina que, por vezes, é “desprezada e observada sob o ponto de vista lúdico”.

O docente é responsável pela prática de ensino supervisionado dos alunos dos cursos de formação no campo das artes visuais e assume mesmo sentir-se “comovido, pela negativa” com o trabalho que muitas vezes é desenvolvido.

“Ao nível do ensino artístico, no primeiro ciclo, com excepção de alguns casos, não passa de uma sucessão de comemorações”, apontou.

Canotilho defende que compete aos professores de Educação Visual e Tecnológica alterar o panorama e investir no desenvolvimento da criatividade das crianças. Um trabalho que, no seu entender, passaria não por uma sala fechada onde os alunos fazem “manualidades”, mas sim por ir conhecer os artistas e artesãos locais, bem como os museus, partindo depois para o trabalho de síntese e para o trabalho criativo.

“Um professor pode estar hoje em Bragança e depois no Algarve e tem de ter a capacidade de implementar esse tipo de trabalho, que assenta no reconhecimento da cultura local”, defendeu.

A tese de mestrado de Bárbara Dias constituiu assim uma “pedrada no charco” que pretende alertar para a necessidade de preservar as tradições transmitindo-as aos alunos para que estes, no futuro, possam ser “fios condutores” dessas mesmas tradições.

Bárbara Dias licenciou-se em Educação Visual e Tecnológica  no IPB, instituição onde concluiu o mestrado na área de Animação e Produção Artística.

 

26 de Novembro de 2009

Há cada vez mais pessoas a denunciar os casos de violência doméstica. Desde que este problema passou a ser considerado como um crime público que as autoridades conseguem chegar mais às vítimas e dissuadir os agressores. No distrito, só em 2008, a GNR registou 156 queixas que prosseguiram depois para inquérito. Já em 2009, até ao momento, há o registo de 147 queixas.

Os casos mais “vulgares” são os de agressões entre casais, mas as autoridades mostram-se preocupadas com o aumento de casos de violência contra idosos, nomeadamente de filhos para pais, como explicou Cláudia Granjo, do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE), da GNR.

“A maior parte das vítimas continuam a ser mulheres e as agressões ocorrem, maioritariamente, dentro do casal, mas já temos casos de violência de filhos para pais. Há muitos filhos a maltratar os pais e, numa região como esta, isso deixa-nos muito preocupados”.

Os casos de violência dentro do seio familiar ocorrem normalmente quando há associada alguma problemática, como apontou Cláudia Granjo. “Normalmente são pessoas que não têm emprego nem querem trabalhar, cujo único apoio familiar são os pais, a maior parte das vezes até só o pai ou mãe, e que se aproveitam da fragilidade destes para os ameaçar em troca da pensão”.

São casos em que os idosos se vêm confrontados com ameaças e se sentem na obrigação de colaborar para não serem maltratados. A GNR, em colaboração com a Segurança Social, tenta encaminhar os idosos para lares e dissuadir o agressor informando-o das sanções a que está sujeito.

“Recentemente tivemos um caso em que o filho consumia estupefacientes e fizemos o encaminhamento para o Centro de Atendimento para Toxicodependentes”, exemplificou.

 

Álcool surge associado a agressões

Entre casais, uma das principais problemáticas associadas à violência é o consumo de álcool. “Temos processos em que tanto a mulher como o homem consomem álcool exageradamente. Depois temos os casos de ciúme, perturbações mentais, mas o alcoolismo é o factor que sobressai”, apontou.

Dentro do distrito há três concelhos que se destacam no “mapa” da violência: Bragança, por ser o local onde se encontra o maior número de habitantes; Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta. Os dados são do Núcleo de Atendimento à Vítima, a instituição central à volta da qual gravitam todas as várias instituições que dão resposta às vítimas de agressões.

Teresa Fernandes, psicóloga do Núcleo, apontou mais uma vez o álcool como o factor subjacente ao elevado número de denúncias de agressões que ocorrem nos concelhos de Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta. “São dois concelhos onde há muita produção de vinho, vinho muito graduado e há consumos abusivos”.

Também Teresa Fernandes denota um aumento das denúncias por parte de pessoas com mais de 65 anos, bem como de denúncias feitas por homens. A sensibilização para a denúncia feita pelas campanhas governamentais, a par da alteração da lei, (que passou a considerar a violência domestica como crime público), são factores apontados pelos responsáveis para o aumento do número de casos.

“A lei, assim como a própria sociedade, têm ajudado as vítimas a denunciar. As pessoas já não têm tanto medo de falar”, assumiu Cláudia Granjo, da GNR.

Ainda assim, há vítimas que depois de feita a denúncia, não pretendem que o caso siga para Tribunal, o que é impossível dado que a lei determina que haja um procedimento criminal cabendo depois ao juiz decidir que há ou não suspensão do processo.

“O arquivamento ou a retirada da queixa é impossível porque é um crime público que nem depende de queixa”, explicou a agente da GNR. Por isso, as autoridades apostam também na prevenção e, após as denúncias, regressam ao terreno para procurar saber se as agressões cessaram.

“Até à data temos trabalhado nesse sentido e, em alguns casos, há apenas uma queixa, não se volta a ouvir falar. Também, muitos agressores desconhecem as sanções acessórias do processo, quando se fala em dois a cinco anos de cadeia, pensam duas vezes e alteram os comportamentos”, explicou a militar da GNR.

 

Violência em Bragança diminuiu

Na área de actuação da PSP, em Bragança e Mirandela, os dados demonstram uma realidade diferente: ao invés de aumentarem as denúncias, houve uma diminuição. Os dados da PSP apontam para 2006 como o ano em que houve mais registo de casos, com 156 no total. Já em 2008 registaram-se 123 casos e, este ano, a PSP tem um registo inferior aos cem casos. Matilde Pousa, do Núcleo de Investigação Criminal no atendimento ao crime contra as pessoas, considera que esta diminuição se deve também ao Policiamento de Proximidade.

Desde 2007 que a PSP tem um grupo dedicado ao policiamento no centro da cidade, zona histórica e em alguns dos bairros mais problemáticos. Quando há conhecimento de um caso de violência doméstica, seja na cidade ou em qualquer outra localidade do distrito, os agentes da autoridade fazem todo o encaminhamento do processo e das vítimas.

Em Bragança existe uma casa abrigo com capacidade para cinco pessoas mas há outras instituições que prestam apoio e até hotéis com protocolos para receber as pessoas vítimas de agressão. Após a denúncia, as instituições tentam criar um projecto de vida para as vítimas, até porque, conforme apontou a psicóloga Teresa Fernandes, “quem é vítima tem sempre alguma lacuna no seu funcionamento, seja a nível económico, social ou emocional”.

As várias instituições que prestam apoio às vítimas estiveram reunidas no espaço comercial do Bragança Shopping no Dia Nacional do Laço Branco, comemorado ontem, para prestarem informações a todo o público que ali circula. Ao longo do dia foram levadas a cabo várias actividades direccionadas para a comunidade numa organização conjunta entre o Núcleo de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica do distrito de Bragança, Centro de Saúde e Bragança Shopping. O espaço comercial quis associar-se a esta iniciativa dado que ali passam, por dia e em média, 4500 pessoas.

publicado por Lacra às 17:59

 Cada habitante de Bragança vai ao teatro, pelo menos, uma vez por ano, de acordo com dados da bilheteira do Teatro Municipal da cidade que contabiliza uma média anual de cerca de 21 mil espectadores.

A sala de espectáculos transmontanas tem das mais elevadas taxas de ocupação nacionais, garantiu hoje a directora Helena Genésio que não entende "a imagem exterior de insucesso, de que ali não se passa nada" que persiste na cidade.

Para a directora "é um pouco a opinião das pessoas que cá não vêm, um pouco aquela história que santos da casa não fazem milagres", bem ao contrário do que acontece com o orgulho dos vizinhos de Vila Real com o seu Teatro Municipal.

"Os brigantinos são muito assim: desfazemos muito das nossas coisas, criticamos muito as nossas coisas, os outros é que são bons, aquilo que os outros têm é que é bom, isto talvez justifique um pouco a imagem exterior do teatro", considerou.

Desde a data de abertura até final de 2008, o público já assistiu a 500 espectáculos, o dobro de sessões, de todas as artes de palco, teatro, música de todos os tipos, orquestras e coros, dança clássica e contemporânea.

A taxa de ocupação média anula ronda os 70 por cento, considerada "excelente" para a directora, referindo que é uma taxa "superior a qualquer teatro do país".

Números, segundo diz, só superados pelo Teatro Municipal de Vila Real, que tem outras condições, nomeadamente bares, café concertos e espectáculos ao ar livre, impossíveis em Bragança pelas condições físicas do edifício.

Apesar das resistências, Helena Genésio acredita estar a conseguir o objectivo traçado na data de abertura, em Janeiro de 2004: "o Teatro Municipal foi a grande revolução cultural de Bragança".

As pessoas já não precisam de ir ao Porto ou a Lisboa ver espectáculos e a Terceira Idade é o principal público do Teatro de Bragança.

Ás críticas iniciais de "elitismo" na programação, Helena Genésio respondeu que "foi criado um elitismo para todos" e prova disso é o facto de a "Idade Maior" ser o seu grande público.

"Mas se elitista é sinónimo de qualidade eu continuo a afirmar que nós temos uma programação de elitista e um dos meus primeiros objectivos foi ter criado um elitismo para todos", afirmou.

Para mudar mentalidades, a directora aposta nas gerações mais novas, a começar pelos pequeninos com concertos para idades desde bebe à infância e juventude.

Os estudantes do Instituto Politécnico de Bragança são também um público presente em determinados momentos como os festivais de Jazz e de Teatro.

 

Fonte: DN

publicado por Lacra às 16:50

O presidente da Mota-Engil, Antonio Mota, empresa de construção que ganhou há um ano a concessão do Douro Interior, avisou ontem na Sic Noticias que as obras em curso poderão parar dentro de um mês. E um pedido de indmenização ao Estado também está a ser ponderado.

 

"O que é preocupante, não só para os construtores mas para o país, é que este visto venha um ano depois do contrato ter sido adjudicado. Nós já investimos naquela concessão 100 milhões de euros. Face a esta recusa, quando este montante acabar, acabam-se as obras", afirmou o presidente da empresa, no programa Negocios da Semana, da Sic Noticias. Instado a clarificar quanto tempo mais poderá durar esse investimento, António Mota respondeu: "Dá para um mês. não dá para mais do que isso". Actualmente estão no terreno 950 postos de trabalho. E no próximo ano seriam necessários mais 1500 trabalhadores.

 

E, no caso do chumbo se mantiver, o pedido de indemnização ao Estado é inevitável.

O presidente da Mota-Engil resguardou-se, alegando não ser jurista, mas não se resistiu em considerar que no caso dos contratos de subconcessão, como aquele que assinou a Mota Engil no caso da Douro Interior, o Tribunal de Contas não tem de fazer fiscalização prévia.

 

"Estes modelo de PPP [parceria pública-privada] tem a ver com o modelo de financiamento do sector rodoviário, e com a gestão que foi entregue à Estradas de Portugal. Na altura foi tudo aprovado, em Assembleia da República, e definido que os contratos seriam feitos assim. Vir um ano depois, e dizer que é preciso andar tudo para trás... não faz grande sentido", afirmou.

 

Os pedidos de fiscalização previa dos contratos de subconcessão assinados pela Estradas de Portugal foram remetidos para o Tribunal de Contas algum tempo depois de eles serem assinados. Os chumbos sairam há cerca de um mês e versaram os contratos da Autoestrada Transmontana (adjudicado a um consórcio liderado pela Soares da Costa), Douro Interior (adjudicado a um consórcio liderado pela Mota-Engil) e Baixo Alentejo (adjudicado a um consorcio liderado pela Edifer. Estão em análise mais três subconcessões no TC, duas adjudicadas à Brisa e ainda uma outra à Edifer.

 

A Estradas de Portugal anunciou recurso.

 

Fonte: Público

 


 A PSP de Bragança deteve um homem por suspeita de tráfico de estupefacientes.

O indivíduo de 28 anos, reside em Bragança e tinha na sua posse 184 doses de heroína.

Para além da droga, a PSP apreendeu uma nota de 50 euros por existirem indícios de ser proveniente da venda do estupefaciente, um telemóvel, e um veículo automóvel que estaria a ser utilizado nas deslocações para desenvolver a actividade de tráfico. 
O detido foi esta quarta-feira presente a tribunal para primeiro interrogatório judicial, onde lhe foi aplicada como medida de coacção a presentação de duas vezes por semana às autoridades.

 

Fonte: RBA

publicado por Lacra às 09:43
25 de Novembro de 2009

Adão Silva não se vai recandidatar às eleições da comissão política distrital do PSD de Bragança.

O acto eleitoral está marcado para o dia 16 de Janeiro, mas o actual presidente já anunciou ao militantes do partido que não vai disputar uma nova corrida.

“Não me vou recandidatar” garante. “Anunciei isso ao militantes na última Assembleia Distrital, pois entendo que neste momento eu não devo ser a pessoa que devo presidir aos destinos da distrital do PSD de Bragança”.

O líder dos sociais-democratas no distrito entende que há outras pessoas que são capazes de dirigir o partido melhor do que ele. “É um exercício de demonstração de que não estou agarrado ao poder e que ele deve ser compartilhado, pois todos devem ter uma oportunidade” afirma, acrescentado que fez uma avaliação. “Será que eu sou capaz de fazer bem o papel que tenho de fazer neste momento?” questiona Adão Silva. “Eu acho que neste momento o PSD deve retomar um novo ciclo na distrital e outras pessoas vão faze-lo melhor que eu” responde.

Adão Silva recusa-se a indicar nomes de possíveis candidatos ao cargo que vai deixar porque não quer manipular o acto eleitoral. “Não faço a menor ideia, qualquer militante, desde que reúna as condições necessárias, pode ser candidato” refere, salientando que “retirando-me eu desta responsabilidade não me fica bem inculcar este ou aquele nome, seria um exercício de manipulação que eu acho que é reprovável na vida político-partidária”.

Os candidatos à presidência da comissão política distrital do PSD de Bragança têm entregar as suas listas até às 24 horas do dia 13 de Janeiro.

 

Fonte: Brigantia

 

publicado por Lacra às 15:09

 A dois dias da tomada de posse, um militante reconhecido do Partido Socialista e membro da distrital de Bragança, Fernando Peixinho critica o regresso de Jorge Gomes ao Governo Civil.
No programa Retórica, emitido pela RBA, o militante socialista diz que Jorge Gomes teve falta de princípios em aceitar voltar para o cargo e acrescenta que é por causa de situações como estas que os cidadãos não confiam nos políticos.
De recordar que Jorge Gomes, saiu de funções para se candidatar pelo PS à câmara municipal de Bragança.
Fernando Peixinho refere que não está em causa o desempenho do antigo e agora novamente indigitado governador, mas sim o apego ao lugar. “O que está aqui em causa para mim é a questão do principio. Do meu ponto de vista este apego aos lugares não faz muito sentido com aquilo que é uma coisa que eu ainda preservo, que é a a ética republicana. Eu acho que quando nós estamos dispostos a abraçar um combate politico só conseguimos ganhar confiança do eleitorado e das pessoas, e só conseguimos credibilizar as nossas mensagens e as nossas causas, se nós mostrarmos muita admiração, muito desprendimento e sobretudo uma atitude de serviços à causa”, refere Fernando Peixinho. Segundo a opinião do socialista “isso não se compagina com situações de entra e sai ou de segurar um lugar para ir, e se a coisa não correr bem voltar para o lugar”. 
Uma voz discordante no Partido Socialista, quanto ao regresso de Jorge Gomes ao Governo Civil.
 Jorge Gomes é empossado na próxima Sexta-feira.

 

Fonte: RBA

publicado por Lacra às 15:07



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